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A re.green, startup brasileira de restauração ecológica, entrou no radar de fundos internacionais de investimento em clima e sustentabilidade. Um deles seria o TPG Rise Climate, da gestora norte-americana TPG, com quase US$ 300 bilhões em ativos. Fundada pelo economista Thiago Picolo e pelo cientista Bernardo Strassburg, a empresa tem a ambiciosa meta de restaurar um milhão de hectares de florestas na Amazônia e na Mata Atlântica. A re.green já recebeu aportes substanciais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES): além de um contrato de cerca de R$ 187 milhões firmado no início de 2024, a re.green teve aprovado um novo financiamento de R$ 250 milhões do Fundo Clima, elevando o total de crédito a R$ 437 milhões. Além disso, tem entre seus investidores uma espécie de dream team, composto por Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, o family office da família Moreira Salles, e a gestora Dynamo, além do empresário Guilherme Leal, cofundador da Natura. O modelo de negócio da startup combina aquisição ou arrendamento de terras com parcerias com pequenos proprietários e empresas para viabilizar a recuperação florestal, remunerando investidores por meio da venda de créditos de carbono gerados nas áreas restauradas.
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