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30.11.21

Chineses são candidatos à vaga da Andrade Gutierrez na CCR

A Andrade Gutierrez está buscando no mercado chinês um comprador para a sua participação de 14,8% na CCR. Segundo o RR apurou, há conversações com a CCCC (China Communications Construction Company), um dos maiores grupos de construção pesada do país asiático e controlador, no Brasil, da Concremat. A fatia acionária da Andrade Gutierrez está avaliada em aproximadamente R$ 5 bilhões.

Trata-se de um montante fundamental para a empreiteira de Sergio Andrade afrouxar o garrote financeiro que lhe sufoca – um passivo da ordem de R$ 5,5 bilhões. Procurados, Andrade Gutierrez, CCCC e CCR não se pronunciaram. A operação é complexa, cheia de curvas. Um dos principais entraves para a venda da participação da Andrade Gutierrez está dentro da própria CCR: os outros dois sócios relevantes da empresa – Grupo Mover, leia-se Camargo Corrêa, e Soares Penido. Ambos têm resistido à inclusão de um novo investidor no acordo de acionistas.

Esta foi uma das razões para a fracassada tentativa da Andrade Gutierrez de vender sua parte para a IG4. A gestora de recursos tinha planos, inclusive, de transformar a CCR em uma public company, com capital pulverizado – projeto que não contou com a simpatia da Mover e da Soares Penido.

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30.11.21

Os generais de Moro

O general Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo, está tentando atrair o colega de farda e de patente Otavio do Rego Barros para a campanha de Sergio Moro. A exemplo de Santos Cruz, Rego Barros, ex-porta-voz de Jair Bolsonaro, foi mais um general que deixou o governo descontente com o presidente. Ressalte-se que o grupo de militares em torno do presidenciável Sergio Moro já conta com outros nomes, como os generais Paulo Chagas e Maynard Santa Rosa.

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Ecos da recente passagem de Tarcísio Freitas pelos Emirados Árabes: a DP World, de Dubai, fez chegar ao Ministério da Infraestrutura seu interesse em participar da privatização do Porto de Santos. O grupo já é controlador da Embraport, terminal incrustado no porto santista.

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30.11.21

Energia indiana

Informação que circula no Ministério de Minas e Energia: o Brasil entrou na rota da indiana ReNew Power. O grupo mira a compra de ativos em energia renovável. Recentemente, a ReNew anunciou investimentos globais de US$ 9 bilhões.

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30.11.21

Acabou a pipoca

Apesar da pressão de grandes frigoríficos, a exemplo de JBS e BRF, o Ministério da Economia não vai estender a isenção do PIS/Cofins sobre a importação de milho, que vigora até 31 de dezembro. Para a equipe econômica, o waiver tributário perdeu sentido com a recente queda dos preços do cereal no mercado interno.

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30.11.21

Corinthians não consegue pagar a casa própria

A Caixa Econômica e o Corinthians estão no meio de uma nova rodada de renegociação do empréstimo referente à construção da Arena Itaquera. O clube paulista teria se comprometido a apresentar em até duas semanas uma proposta de equacionamento da dívida. Trata-se de uma bola de neve, que começou em R$ 400 milhões e já está em quase R$ 540 milhões. No banco, no entanto, o descrédito é grande: há dois anos que a Caixa tenta um acordo com o Corinthians na esfera administrativa, mas o caso sempre acaba  voltando para a Justiça.

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30.11.21

A integridade de um economista candidato a ministro

O colunista de O Globo, Lauro Jardim, que costuma acertar quase todas, cantou a pedra, na edição do último domingo, sobre a nova predileção da avenida que é sinônimo do rentismo no Brasil. A Faria Lima já começou a oferecer seu rico apoio a Sergio Moro. Sabe-se que um banco especializado em estar muito próximo, às vezes dentro do governo, já teria corrido para ofertar recursos de campanha Moro, especialmente devido à presença do professor Affonso Celso Pastore como futuro ministro da Economia. Pastore é um inegável chamariz para a Faria Lima, por sua respeitabilidade e laços com o mercado financeiro. Mas não pensem que ele é o caminho para essas conversas. Se forem falar com o professor de dinheiro, provavelmente vão ouvir: “Porra, que papo é esse? Não estou entendendo. Esse assunto não é comigo, porra!”. O RR acha Pastore um personagem tão íntegro que deveria ser condecorado pela República.

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30.11.21

A indelicadeza de um economista que “está” ministro

Historieta contada por um investidor participante de seminário do Banco Itaú, onde Paulo Guedes era conferencista. Diz o fabulador que Guedes, em meio a uma palestra para potentados offshore, cismou de falar, sem motivo algum, que deu “bomba”, ou seja, reprovou a economista Elena Landau em um curso ministrado por ele na PUC-RJ. Guedes foi além: falou que ela não tinha privatizado nada e que Elena apenas pegou carona na turma dos economistas do Plano Real.

Os investidores teriam ficado perplexos, perguntando-se entre si: “Quem é Elena Landau? Deve ser uma pessoa importantíssima no Brasil para o palestrante abrir uma lacuna na sua apresentação e incluir menções a ela”. É por essas e outras que Pérsio Arida jogaria um paralelepípedo em Paulo Guedes. Elena Landau foi esposa de Pérsio, o que dá uma ideia da raiva do economista em relação ao ministro.

É difícil que Pérsio Arida não tenha sabido da deselegância cometida por Guedes. Ele tem relações próximas com o Itaú – inclusive, já presidiu o Conselho de Administração do banco. A bronca já rendeu alguns cascudos. Pérsio, que juntamente com André Lara Resende foi o autor do Plano Larida, embrião do Plano Real, já disse que Guedes “nunca escreveu um artigo acadêmico de relevo e tornou-se um pregador liberal que só fala, fala…”. Afirmou ainda que o ministro é “mitômano e cria falsas narrativas”. Chumbo de lá, chumbo de cá. Não é de hoje que Guedes faz suas piadinhas sobre o ex-casal Pérsio e Elena ou sobre cada um deles, individualmente. Essa é a crônica não dita de dois policy makers aclamados no país, vá lá, com toda a justiça.

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30.11.21

Linha de crédito para Abel Ferreira

A Crefisa vai aumentar o valor do patrocínio ao Palmeiras. Com isso, o clube colocará sobre a mesa a maior proposta já feita a um técnico no Brasil na tentativa de manter o português Abel Ferreira, bicampeão da Taça Libertadores. Em tempo: Crefisa e Palmeiras são praticamente uma coisa só. Leila Pereira, presidente da financeira, assumirá o comando do clube em 15 de dezembro.

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A decisão do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Alberto Bresciani de antecipar sua aposentadoria pegou seus próprios pares de surpresa. Nos bastidores da Corte, são muitas as versões que correm: de pressões políticas a uma discordância de Bresciani com recentes decisões do próprio TST.

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30.11.21

Chineses são candidatos à vaga da Andrade Gutierrez na CCR

A Andrade Gutierrez está buscando no mercado chinês um comprador para a sua participação de 14,8% na CCR. Segundo o RR apurou, há conversações com a CCCC (China Communications Construction Company), um dos maiores grupos de construção pesada do país asiático e controlador, no Brasil, da Concremat. A fatia acionária da Andrade Gutierrez está avaliada em aproximadamente R$ 5 bilhões.

Trata-se de um montante fundamental para a empreiteira de Sergio Andrade afrouxar o garrote financeiro que lhe sufoca – um passivo da ordem de R$ 5,5 bilhões. Procurados, Andrade Gutierrez, CCCC e CCR não se pronunciaram. A operação é complexa, cheia de curvas. Um dos principais entraves para a venda da participação da Andrade Gutierrez está dentro da própria CCR: os outros dois sócios relevantes da empresa – Grupo Mover, leia-se Camargo Corrêa, e Soares Penido. Ambos têm resistido à inclusão de um novo investidor no acordo de acionistas.

Esta foi uma das razões para a fracassada tentativa da Andrade Gutierrez de vender sua parte para a IG4. A gestora de recursos tinha planos, inclusive, de transformar a CCR em uma public company, com capital pulverizado – projeto que não contou com a simpatia da Mover e da Soares Penido.

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30.11.21

Os generais de Moro

O general Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo, está tentando atrair o colega de farda e de patente Otavio do Rego Barros para a campanha de Sergio Moro. A exemplo de Santos Cruz, Rego Barros, ex-porta-voz de Jair Bolsonaro, foi mais um general que deixou o governo descontente com o presidente. Ressalte-se que o grupo de militares em torno do presidenciável Sergio Moro já conta com outros nomes, como os generais Paulo Chagas e Maynard Santa Rosa.

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