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10.01.20

Planalto corre para evitar vácuo decisório nas agências reguladoras

O Palácio do Planalto vai lançar uma blitzkrieg para evitar um engessamento regulatório no país. O pontapé inicial será dado na próxima segunda-feira, 13: a Casa Civil enviará ofício para os Ministérios solicitando a indicação imediata de nomes para preencher as vagas disponíveis nas agências reguladoras das áreas afins. Há um crescente risco de atrofia decisória nessas instâncias de poder. Literalmente, o governo Bolsonaro corre para tirar o atraso: durante o primeiro mandato, praticamente não houve nomeações. Nesse momento, há 15 cadeiras vazias em órgãos como Anvisa, Ancine, Anatel e Anac. Além das indicações, a Casa Civil e a Secretaria de Governo articulam com o Congresso uma espécie de fast track para acelerar as sabatinas e aprovações dos novos indicados, a começar pela Anac. Já há dois nomes para os cargos vagos na agência: Ricardo Catanant e Thiago Caldeira. No entanto, o processo virou água parada. As duas indicações mofam na Comissão de Serviços de Infraestrutura da Câmara. Se não andarem, há o risco de uma paralisia decisória na Anac a partir de março, quando se encerram os mandatos do presidente da Anac, Ricardo Botelho, e do diretor Ricardo Bezerra.

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10/01/20 17:37h

dextercrider16

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10.01.20

Gerdau se candidata a “ministro do downsizing”

O empresário Jorge Gerdau lê a revista Veja? Com certeza! Assim não o fosse, não teria sabido dos desperdícios e despesas extravagantes do Palácio do Planalto. E nem teria colocado novamente o consultor Vicente Falconi no circuito. Sim, novamente, porque, segundo a revista, o ex-secretário-geral da Presidência Gustavo Bebianno bem que tentou, tempos atrás, colocar Falconi na fita para fazer o downsizing do Planalto. A iniciativa não foi para frente. Agora, conforme foi confidenciado ao RR, o tema voltou à baila. A dupla Gerdau e Falconi está assuntando a medida. A varredura no Planalto seria uma ação pró-bono. A União economizaria alguns gastos, o governo reduziria algumas migalhas no déficit primário e todos faturariam no marketing pessoal. Um jogo de ganha-ganha. A colaboração de Gerdau com Falconi tem quase uma década. Vem da criação do Movimento Brasil Competitivo. Trabalharam gratuitamente para diversas unidades federativas. O caminho dos entendimentos passaria pelo onipresente Paulo Guedes. Gerdau tem uma relação estreita com Guedes. O siderurgista é um dos principais financiadores do Instituto Millenium, entidade voltada à disseminação do pensamento liberal. E Paulo Guedes, até entrar no governo, era uma das estrelas da fraternidade. A ideia-força da medida é fazer do presidente o garoto propaganda do principal mote do seu governo: a economia de gastos. Bolsonaro daria o exemplo pessoal naquilo que discursa. Mesmo que a redução de desperdícios seja ínfima, para a finalidade política é bastante producente. É algo que pode render até 2022.

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A ministra Tereza Cristina deverá voltar à Alemanha em fevereiro. Terá a missão de costurar novos acordos na área do agronegócio. Sua mais recente viagem ao país quase descamba para um incidente diplomático. Em outubro, Tereza teve uma tensa reunião com a ministra da Agricultura local, por conta das queimadas na Amazônia.

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10.01.20

Curitiba no banco dos réus

O Conselho Nacional do Ministério Público voltará do recesso com apetite. Numa decisão rara, marcou julgamentos para dois dias seguidos: 11 e 12 de fevereiro. O RR apurou que a maioria das ações, adivinhem só, será contra procuradores da Lava Jato.

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10.01.20

Cadeado na fronteira

A presidente da Bolívia, Jeanine Áñez, pediu apoio ao Ministério da Justiça do Brasil para investigar denúncias de que agricultores da Região Norte estão atravessando a fronteira e ocupando ilegalmente expressivas extensões de terra no país vizinho. Segundo relatos do governo boliviano, as invasões se concentram, sobretudo, no Departamento de Beni, área importante no cultivo de cana, arroz, milho e soja. O pedido de Jeanine, alinhadíssima ideologicamente a Bolsonaro, será tratado como prioridade.

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10.01.20

A “nova BR”

A BR Distribuidora teria planos de abrir um novo Plano de Demissões Voluntárias ainda neste semestre. As pouco mais de mil adesões ao PDV encerrado no fim de 2019 ficaram aquém do desejado pela empresa. Nos cálculos dos novos gestores, a companhia precisa chegar a 1,5 mil cortes – ou metade da força de trabalho pré-pulverização do capital – para começar a ficar redonda.

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10.01.20

Os buracos de Goiás

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, conversou longamente com o ministro Onyx Lorenzoni na última segunda-feira. Sem caixa, Caiado tenta arrancar do governo federal o repasse de aproximadamente R$ 50 milhões para recuperar rodovias duramente atingidas pelas fortes chuvas no estado desde o início do verão. A corda só não está mais apertada por conta da liminar concedida pelo STF, desobrigando Goiás a pagar dívidas com a União. Mas se a AGU conseguir cassar a decisão, os buracos nas estradas goianas serão o menor dos problemas para Caiado.

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10.01.20

Lento retorno ao game

A Nova Participações estaria em busca de parceiros para disputar as futuras concessões do governo Bolsonaro, notadamente no setor rodoviário. Por trás da nova placa esconde-se a antiga Engevix, do empresário José Antônio Sobrinho, uma das figurinhas carimbadas da Lava Jato. Consultada, a Nova Participações ressalta que “está apta a participar de concorrências públicas” depois de firmar acordo de leniência com a CGU. Garante, no entanto, que “neste primeiro momento” seu objetivo é atuar, como contratada, na elaboração de projetos e construção de obras de engenharia necessários às concessões.

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10.01.20

“Inimigo meu”

O ambiente na cúpula da Cemig é tenso. As seguidas críticas do presidente da estatal, Cledorvino Bellini, aos serviços da empresa azedaram sua relação com membros da própria diretoria. Se fosse futebol, os comandados já teriam perdido uns três partidas seguidas para derrubar o “professor” Bellini.

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10.01.20

Comedimento

Os ministros palacianos estão preocupados com o excessivo comedimento de Carlos Bolsonaro nas redes sociais. O temor é com o momento em que a represa estourar.

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