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Planos
09.08.18
ED. 5928

Pérsio Arida e André Lara Resende são os nomes ideais para futuro ministro da Fazenda

A dupla “Larida” saiu na frente para assumir o Ministério da Fazenda em 2019, ao menos na avaliação de 83 dirigentes empresariais consultados pelo Relatório Reservado, a partir de uma amostragem da sua base de assinantes. Pérsio Arida e André Lara Resende despontaram no levantamento como os nomes mais gabaritados para comandar a economia no próximo governo. O RR apresentou uma lista fechada com 13 candidatos, desde já, mais cotados para a Fazenda por estarem vinculados a partidos, envolvidos na coordenação de campanha dos presidenciáveis e, nesta condição, citados na mídia.

Os assinantes atribuíram notas de 1 a 10 a eles nos seguintes quesitos: capacitação técnica, articulação política e experiência na vida pública. Pérsio,coordenador do programa econômico de Geraldo Alckmin, e Lara Resende, mentor de Marina Silva, ficaram empatados no topo, cada um com média de 27,7 pontos, seguidos de Henrique Meirelles, Armínio Fraga e Gustavo Franco. Ressalte-se a baixa dispersão entre os integrantes do “dream team da Fazenda”. A diferença foi de apenas 2,3 pontos.

Pérsio, ex-presidente do BC e do BNDES, recebeu a maior nota entre todos na categoria experiência na vida pública, com média de 9,3. Somou ainda 9,2 pontos em capacitação técnica e em articulação política. Lara Resende, por sua vez, teve a nota mais alta da sondagem no quesito capacitação técnica: 9,7. Na categoria experiência na vida pública, ficou com 9,1. Na opinião dos assinantes, sua maior fragilidade é articulação política (8,9). Não obstante ser um presidenciável, Henrique Meirelles é nome obrigatório em qualquer lista de candidatos ao Ministério da Fazenda – até porque sua candidatura não deve sequer sair do chão. A maior média alcançada por ele foi no quesito articulação política (9,1).

Meirelles teve ainda 9 em experiência na vida pública. A pontuação mais baixa veio em capacitação técnica (8,2) – no total, ele ficou com 26,3 pontos. Aos olhos dos assinantes, não é esta a vulnerabilidade de Armínio Fraga, quarto lugar – com 25,8 pontos. Com 9,4, ele só foi superado em competência técnica por Lara Resende. Armínio – eterno candidato à Fazenda – teve média de 8,6 no quesito experiência na vida pública e de 7,8 em articulação política. Gustavo Franco, ex-tucano e hoje filiado ao Partido Novo, fechou o pelotão de frente, com 25,4 de média.

A maior nota veio em capacitação técnica (9,2), com 8,7 em experiência na vida pública e 7,5 em articulação política. O “segundo grupo” dos ministeriáveis, razoavelmente descolado da dianteira, é encabeçado por Paulo Guedes, o comandante em chefe do programa econômico do capitão Jair Bolsonaro. No total, Guedes recebeu 20,4 de nota. Seu maior atributo, segundo os assinantes, é a capacitação técnica (9,3). O economista, no entanto, deixa a desejar em articulação política (7,3) e, sobretudo, experiência na vida pública (3,8). Logo atrás de Paulo Guedes, surge Eduardo Giannetti, outro assessor de Marina, com média de 18,2. Sua capacidade de articulação política (5,2) e sua experiência na vida pública (4,9) são consideradas baixas.

A melhor nota veio do conhecimento técnico (8,1). Assessor de Lula, Luiz Gonzaga Belluzzo ficou em oitavo no levantamento, com média 18 – 5 em capacitação técnica, 6,8 em articulação política e 6,2 emexperiência em cargos públicos. A partir do nono colocado, surgem economistas vinculados a candidatos à Presidência que ainda soam como desconhecidos. Entre os entrevistados, 41 disseram não saber quem é Nelson Marconi, próximo de Ciro Gomes. Ricardo Carneiro, ligado a Lula, e Laura Carneiro, conselheira de Guilherme Boulos, são desconhecidos, respectivamente, para 23 e 19 dos consultados. Outros 14 assinantes disseram ignorar quem seja Marcio Pochmann, também vinculado a Lula. Nove entrevistados, por sua vez, não conhecem Yoshiaki Nakano, que assessora Alckmin. Os problemas de recall certamente turvaram a avaliação de cada um destes nomes. Nakano teve média de 13,9, seguido por Pochmann (13,7). Por fim, Laura Carneiro (12,9), Ricardo Carneiro (12,1) e Nelson Marconi (11,8).

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09.08.18
ED. 5928

Os novos mares de Michael Klein

O empresário Michael Klein, filho do fundador das Casas Bahia,vai juntar o céu e mar. Klein, que tem uma bem sucedida empresa de táxi aéreo – a maior do Brasil – estuda o ingresso em uma empresa de náutica. O modelo de negócio seria diferente: venda de lanchas e iates, assim como material de bordo, e aluguel de embarcações. Klein tem em comum com André de Botton, pioneiro em lojas de náutica no Brasil, o fato de ambos serem varejistas. De Botton, dono da falecida Mesbla, foi o criador da Mesbla Náutica. O final como se sabe não foi bom – a Mesbla foi fechada. Mas Klein até agora só tem acertado em seus negócios. E liquidez é o que não falta para sua aventura marítima.

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09.08.18
ED. 5928

Nutrien aduba proposta na Heringer

A canadense Nutrien, dona de 9,5% da Heringer Fertilizantes, está disposta a ampliar sua fatia no negócio. Um dos caminhos é a aquisição dos 10% em poder da OCP International Cooperatieve, empresa agrícola com sede no Marrocos. A família Heringer permaneceria com o controle. Novo gigante do setor nas Américas, a Nutrien nasceu em janeiro a partir da fusão entre a Agrium e a Potash Corp, de quem herdou a participação na Heringer.

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09.08.18
ED. 5928

PSD flerta com Eduardo Paes

A candidatura de Índio da Costa ao governo do Rio de Janeiro enfrenta resistências de sua própria tribo, o PSD. Gilberto Kassab não vai criar empecilhos aos partidários dispostos a embarcar na campanha de Eduardo Paes ao Palácio Guanabara.

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09.08.18
ED. 5928

Os pontos em comum de Bolsonaro e Skaf

Após uma primeira e frustrada tentativa de aproximação, Jair Bolsonaro e Paulo Skaf voltaram a conversar. A interlocução tem sido conduzida pelo “diplomata” do capitão em São Paulo: o deputado Major Olímpio, presidente do PSL local. O que está em jogo é uma espécie de mutualismo entre órfãos eleitorais. Embora seja o líder nas pesquisas em São Paulo, como de resto em todo o Brasil, Bolsonaro não tem alianças no maior colégio eleitoral do país. Seu partido, o PSL, praticamente inexiste no estado. Sequer terá candidato. Na corrida pelo governo de São Paulo, Skaf, por sua vez, garantiria desde já o palanque de um presidenciável forte, algo que ele não terá, mesmo que a candidatura de Henrique Meirelles vá adiante. E, mesmo que vá, Skaf não tem o respaldo do magma do partido, leia-se, notadamente, Eliseu Padilha, Romero Jucá e Moreira Franco.

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09.08.18
ED. 5928

Corda bamba

O presidente da Paranapanema, Marcos Câmara, está na berlinda. A chegada de José Mauricio Coelho à presidência da Previ coloca em xeque a permanência de Câmara, identificado com a gestão anterior do fundo. Até porque os resultados não ajudam. No primeiro trimestre deste ano, o prejuízo foi 14% superior a igual período de 2017. Para não falar dos seguidos ebitdas negativos.

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09.08.18
ED. 5928

Clã rachado

O clã de Eduardo Campos está rachado. Antonio Campos foi à Justiça para impedir que o governador Paulo Câmara use a imagem de seu irmão na campanha. Já a viúva, Renata Campos, briga pelo contrário.

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09.08.18
ED. 5928

Educação integrada

O fundo norte-americano Neuberger Berman, que comprou 25% da rede de universidades Uniasselvi, vai partir também para aquisições no segmento de ensino fundamental.

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09.08.18
ED. 5928

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Michael Klein, Neuberger Berman, Nutrien e Heringer.

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