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Planos
08.10.18
ED. 5969

Governo Temer cria uma “agência paralela” para os planos de saúde

Enquanto os olhares se voltam para as eleições, discretamente o governo Temer e as operadoras de medicina de grupo costuram uma camisa de força sob medida para a Agência Nacional de Saúde (ANS). Segundo o RR apurou, em até 15 dias a Presidência da República vai publicar o decreto que reativa as funções do Conselho de Saúde Suplementar (Consu). Na última sexta-feira, o próprio Temer e o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, estiveram reunidos no Palácio do Planalto com o presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Reinaldo Scheibe. O receituário do encontro não poderia ser outro. Na prática, o Consu vai tirar da ANS a autonomia na definição das regras para o setor de medicina de grupo. É como se os planos de saúde ganhassem uma agência paralela, mais flexível. O futuro ministro da Casa Civil, onde o Frankenstein regulatório ficará pendurado, terá uma injeção extra de poder. Questões viscerais, como o reajuste de tarifas dos planos de saúde, passarão pelo seu gabinete.

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08.10.18
ED. 5969

A fábrica de políticos de Lemann e cia.

O candidato a deputado estadual Renan Ferreirinha (PSB-RJ) apresentou duas credenciais nestas eleições: ter estudado em Harvard e fazer parte da primeira clonagem de políticos treinados para vocalizar os interesses do mercado com preparo específico. Quem está patrocinando a incubadora é o empresário Jorge Paulo Lemann. Mas Lemann não está coçando o bolso sozinho. Junto com ele há outros 17 empresários. Entre os maiores entusiastas estão os irmãos Armando e Daniel Klabin, controladores do grupo empresarial homônimo. No último dia 1o, os Klabin, em meio a um almoço familiar, no restaurante Alcaparra, no Flamengo, discorriam abertamente sobre os planos. O RR apurou que quase 30 blade runners estão sendo preparados para ingressar no mundo da política. Trata-se de um projeto para daqui a quatro anos.

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08.10.18
ED. 5969

Corda bamba

O risco da Queiroz Galvão entrar em recuperação judicial aumenta. O RR apurou que o BTG Pactual vai pedir, nos próximos dias, a execução de seus créditos contra a companhia. O Banco Votorantim, por sua vez, já acionou a Queiroz Galvão na Justiça para receber cerca de R$ 400 milhões. No total, a dívida do grupo passa de R$ 10 bilhões.

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08.10.18
ED. 5969

Reunião de board

Fernando Haddad, que estará hoje com Lula, vai pedir autorização à Justiça para fazer duas visitas semanais ao ex-presidente, em Curitiba. Durante o primeiro turno, ambos mantiveram a rotina de um encontro semanal.

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08.10.18
ED. 5969

Aterrissagem suave

A Global Logistic Properties (GLP), de Cingapura, uma maiores empresas de investimento imobiliário do mundo, planeja construir centros de distribuição em grandes aeroportos do Brasil. O investimento supera R$ 1,5 bilhão. Já há conversas avançadas com a concessionária de Viracopos.

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08.10.18
ED. 5969

Bolsonaro rumo aos 60%?

De acordo com tracking fechado pelo PSL no fim de semana, Jair Bolsonaro deverá aparecer com algo em torno de 57% dos votos válidos nas primeiras pesquisas para o segundo turno. O índice ultrapassa, com alguma margem, os 51% registrados pelo Ibope e pelo Datafolha no último sábado. Ressalte-se que os levantamentos do staff de Bolsonaro têm mostrado acertadamente números superiores aos dos grandes institutos de pesquisa, por conta de diferenças nos métodos de amostragem do eleitorado – conforme antecipou o RR na edição de 21 de setembro.

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08.10.18
ED. 5969

Bolsonaro não sabe que seu ministro é um furão

Nos idos dos anos 80 – quase 90 – o ex-governador Antônio Carlos Magalhães, em um dos seus raros intervalos fora do poder, decidiu criar um instituto de estudos na Bahia com o objetivo de manter seu nome em voga. ACM “fora do poder” é um eufemismo para ACM “com um pouco menos de poder”. O político baiano mandava à beça e os maiores nomes da academia iam discursar no instituto. ACM era muito amigo de Mário Henrique Simonsen – que foi discursar duas vezes no “think thank do Pelourinho”.

Pausa para uma ressalva: a iniciativa original do ex-governador da Bahia era quase informal, completamente distinta do atual Instituto Antônio Carlos Magalhães Ação, Cidadania e Memória, uma espécie de ONG voltada para iniciativas sociais e criada emm2010, três anos após o falecimento do orixá da política. Retornando a Simonsen, o ex-ministro era muito amigo do professor Moyses Glatt, seu fiel escudeiro. Glatt, que era criador – e excepcional vendedor – dos primeiros MBAs da FGV flertava com Paulo Guedes, à época presidente do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec). Negociavam fazer um MBA piloto das duas instituições – ressalte-se que Glatt não tinha autorização para isso; era apenas uma das suas travessuras.

Guedes, por sua vez, nutria uma relação de amor e ódio com Simonsen, que não lhe dava a menor pelota. O fato é que para agradar Simonsen, que queria agradar ACM, Glatt trouxe para si a missão de convocar economistas e empresários para palestrar no instituto baiano. Glatt consultou Simonsen sobre o nome de Paulo Guedes. O ex-ministro aquiesceu com um muxoxo. Guedes vibrou. Tudo certo e combinado. Quando chegou a vez da palestra de “Paulinho”, em Salvador, com convidados ilustres e empresários na plateia, o economista simplesmente sumiu. Guedes não foi, nem deu satisfação.

Glatt, lívido, tentou localizá-lo por dias sem êxito, mas ele não atendia o telefone. Tornou-se seu desafeto para o resto da vida. ACM rugiu que, quando o encontrasse, ia mostrar-lhe o que se faz com um “garoto sem palavra”. Simonsen, que desdenhava do economista, tomou-se de antipatia eterna por ele. As portas da FGV se fecharam de vez para Guedes. Durante anos, quando ouvia que Glatt o odiava e pintava e bordava com seu nome na imprensa, Paulo Guedes fazia cara de espanto e respondia: “Não consigo o entender o porquê disso. Eu até gosto dele. Quase fizemos negócios juntos”. Glatt nunca mais falou com Guedes, que foi obrigado a vender a contragosto o Ibmec e partiu para fazer fortuna no Banco Pactual. Mas o virtual ministro de Bolsonaro ainda daria muitos bolos homéricos em sua trajetória de furão. O último sabido foi no evento da corretora XP. É da sua natureza.

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08.10.18
ED. 5969

InBrands em busca de um sócio

Os dois maiores acionistas da InBrands, Nelson Alvarenga e a PCP Participações, vêm mantendo conversações com fundos de private equity para a venda de parte da companhia. Ambos detêm 90% da holding, dona de grifes como Ellus, Richards e Herchcovitch. Não faltam dívidas penduradas nos cabides da InBrands. A companhia está no meio de uma intrincada renegociação de um passivo de aproximadamente R$ 480 milhões.

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08.10.18
ED. 5969

Camilo Santana espreita a porta de saída do PT

O PT sai do primeiro turno sob risco de perder uma de suas maiores lideranças no Nordeste. No fim de semana, o governador reeleito do Ceará, Camilo Santana, confidenciou a aliados mais próximos a intenção de deixar o partido devido às discordâncias com a cúpula petista, notadamente Gleisi Hoffmann. O caminho natural seria o PDT, dos amigos Ciro e Cid Gomes.

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08.10.18
ED. 5969

“Fidelidade” tucana

Os deputados Carlos Sampaio (SP), Bruno Araújo (PE) e o senador Cássio Cunha Lima (PB) estão entre os tucanos que provavelmente sequer apertaram “45” na urna eletrônica. O trio passou o fim de semana fazendo campanha para Jair Bolsonaro.

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08.10.18
ED. 5969

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Queiroz Galvão, BTG, GLP e InBrands.

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