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Planos
12.06.18
ED. 5886

Fracasso de Alckmin nas pesquisas empurra tucanos na direção de Marina Silva

A pesquisa Datafolha do último domingo aumentou a fervura no caldeirão do PSDB, dando fôlego aos grupos da sigla que defendem a implosão da candidatura de Geraldo Alckmin. Ao longo do fim de semana, cardeais tucanos discutiram a urgência de o partido construir uma alternativa viável a Alckmin – que, com os 7% de intenções de votos, atingiu o pior índice de um presidenciável do PSDB em 30 anos. Por alternativa viável, leia-se o apoio à Marina Silva, segunda colocada na mesma pesquisa no cenário sem a candidatura Lula.

Tucanos influentes defendem que o partido intensifique as conversações com Marina – PSDB e Rede Sustentabilidade têm feito aproximações sucessivas nos últimos meses. Pelos tucanos, os interlocutores são o chanceler Aloysio Nunes Ferreira e o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG). Pestana é um dos artífices do “Polo Democrático”, o manifesto lançado na semana passada – com o apoio de Fernando Henrique Cardoso – em defesa de uma candidatura única de centro à Presidência. Do lado de Marina, as conversas são conduzidas por Miro Teixeira e João Paulo Capobianco, os dois principais articuladores políticos da sua campanha.

Segundo o RR apurou, ambos tiveram duas conversas com Pestana nas últimas três semanas. Publicamente, Marina Silva tem rechaçado a hipótese de aliança com os tucanos no primeiro turno. Na semana passada, ao ser perguntada sobre o assunto, saiu-se com um “de jeito nenhum”. A julgar pelos movimentos de bastidores de parte a parte, trata-se de um blefe no pôquer eleitoral. Do lado do PSDB, diferentemente, os acenos de aproximação são feitos à luz do dia.

O mais agudo veio do próprio FHC, que, também na última semana, fez elogios públicos à ex-senadora e disse textualmente “não descartar” uma união entre os dois partidos. Não por acaso, entre os próprios tucanos, o “Polo Democrático”, assinado por FHC, já é visto como o beijo da morte da candidatura de Alckmin, o que abriria caminho para outro candidato. João Doria segue no banco de reservas. Mas, entre os tucanos, cresce a percepção de que o PSDB terá de buscar fora de suas fileiras um nome com chances reais de vitória na eleição. Além das legendas que assinam o “Polo Democrático”, o PSDB vislumbra que o apoio à Marina Silva teria o condão de atrair partidos que não formam a geleia do Centrão. O alvo principal seria o PSB. Órfão de candidato desde a desistência de Joaquim Barbosa, a sigla caminha sem direção. Ora, sinaliza que ainda pode lançar um candidato próprio; ora, flerta com Ciro Gomes. O apoio do PSB daria à Marina algo que a Rede não tem; e o PSDB muito menos: capilaridade no Nordeste, o grande reduto eleitoral do PT.

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12.06.18
ED. 5886

Auxílio-moradia se arrasta no STF

A polêmica questão do auxílio-moradia deve “caducar” no STF. Até o momento, o ministro Luiz Fux, responsável pelas ações relacionadas ao tema, não deu qualquer sinal de que o assunto será incluído na pauta de julgamentos da Corte até o fim deste mês. A rigor, este é o dead line para que a decisão tenha efetividade já em 2019. Isso porque a ministra Cármen Lúcia tem até o dia 30 de junho para enviar ao Congresso a proposta orçamentária do Judiciário para o próximo ano. Sem uma decisão sobre o caso até lá, o polêmico gasto terá de ser contemplado – uma despesa da ordem de R$ 300 milhões/ano. Fux, ao menos, tem um “álibi” para o atraso. Até o momento, a AGU, que montou um grupo de estudos para discutir o auxílio-moradia, não encaminhou as propostas ao STF. Consultado, o órgão informa que “as tratativas da Câmara de Conciliação referentes ao auxílio aos juízes e promotores estão em fase de conclusão. Até lá, permanecem em sigilo.”

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12.06.18
ED. 5886

Brasil e Espanha são as ações em alta na “Bolsa da Rússia”

Os “títulos” do Brasil e da Espanha estão em alta. Circulou ontem no mercado relatório produzido pela LCA Consultores apontando as duas seleções como favoritas para a conquista da Copa do Mundo. De acordo com o estudo, assinado por quatro economistas, o Brasil tem 28,17% de chances de ser campeão, contra 26,98% dos espanhóis. Em terceiro lugar, distante da dupla, surge a Alemanha, com 15,52%. A seleção canarinho tem ainda 61,08% de probabilidades de alcançar as semifinais e 43,81% de chegar à decisão.

Já a Espanha, de acordo com o estudo, tem até mais chances de ficar entre os quatro semifinalistas (63,49%), ainda que uma possibilidade menor de jogar a final (41,92%). Segundo o relatório, Alemanha (52,22%) e França (38,54%) completarão as semifinais. Aviso a Tite: de acordo com a predição, o caminho da seleção brasileira até o título terá México nas oitavas, Bélgica nas quartas, França na semifinal e Espanha na final. Oxalá! Ressalte-se que, em 2014, os oráculos da LCA falharam. O mesmo estudo indicou o Brasil como o mais forte candidato ao título, com 20% de probabilidades.

Ainda assim, justiça seja feita, o trackrecords é positivo. Em 2010, na África do Sul, o relatório cravou a Espanha como a favorita à conquista, o que, de fato, se consumou. E, na última Copa, mesmo errando o campeão, o estudo apontou três dos quatro semifinalistas – Brasil, Alemanha e Argentina. E o 7×1? Essa era absolutamente imprevisível. O modelo desenvolvido pelos economistas da LCA se baseia no vertiginoso cruzamento de dados de uma amostra de cerca de três mil jogos entre seleções desde a Copa de 2014. Em vez do ranking Fifa, o estudo utilizou o “Elo rating”, sistema desenvolvido por um físico de origem húngara para inferir de forma rápida a “habilidade” de jogadores de xadrez. O conceito, segundo os economistas, pode ser aplicado em qualquer jogo de soma zero, caso do futebol.

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12.06.18
ED. 5886

BNDES é a âncora da venda do Atlântico Sul

Segundo o RR apurou, representantes da Apollo Global Management já abriram conversações com o BNDES em torno da dívida do Estaleiro Atlântico Sul com o banco, de R$ 1,2 bilhão. A gestora norte-americana tem interesse na aquisição da companhia, controlada pela Queiroz Galvão e pela Camargo Corrêa. Procurado, o BNDES confirmou que “qualquer alienação do ativo” depende da sua aprovação.

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12.06.18
ED. 5886

Complexo de Elektra

Três anos após a Elektra fechar suas lojas no Brasil, ex-funcionários da varejista mexicana ainda cobram na Justiça dívidas trabalhistas que somariam cerca de R$ 20 milhões. É o legado do bilionário Ricardo Salinas, que passou como um cometa pelo país e também deixou para trás o Banco Azteca, liquidado pelo BC. Talvez Salinas não tenha seguido os conselhos do consultor José Dirceu. Segundo as investigações da Lava Jato, o grupo mexicano pagou cerca de R$ 1,7 milhão à JD, a consultoria do ex-ministro

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12.06.18
ED. 5886

Energia que dá voto

Beto Richa, que deixou o governo do Paraná para concorrer ao Senado, parece ainda ter não desencarnado do antigo cargo. Richa tem feito gestões junto ao Palácio do Planalto na tentativa de agilizar a renovação da licença da hidrelétrica de Foz do Areia, da Copel. A atual concessão vence em 2023. Entende-se a pressa: a usina responde por mais de um terço de toda a capacidade de geração de energia da Copel.

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12.06.18
ED. 5886

Atacarejo

A missão nº 1 de Luiz Fazzio, novo presidente do Walmart Brasil, será montar a operação de “atacarejo” da companhia. Tudo o que os norteamericanos fizeram nessa direção deu errado

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12.06.18
ED. 5886

Aula de inglês

Sócio minoritário do CNA, o fundo inglês Actis se movimenta para assumir uma participação maior na rede de escolas de idiomas.

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12.06.18
ED. 5886

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Apollo, CNA e Actis

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