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15.10.21

Doria quer fazer do Butantan um grande player da área de saúde

A área de saúde tornou-se a principal vitrine de João Doria. No embalo da vacinação contra a Covid-19, assessores de Doria trabalham em um novo “experimento”: transformar o Instituto Butantan em um dos principais players do complexo industrial de saúde no Brasil, com uma atuação transversal na área biomédica. Segundo o RR apurou, o objetivo é que o órgão seja um catalisador de investimentos públicos e privados em pesquisa e desenvolvimento de imunizantes e remédios, além de um player com inserção no mercado internacional. No momento, o governo de São Paulo estuda como viabilizar esse audacioso projeto. Uma das fórmulas que estaria sendo testada nos tubos de ensaio do Palácio Bandeirantes seria a abertura de capital do Butantan.

Por ora, de acordo com a mesma fonte, trata-se de uma proposta que circula em um grupo seleto de colaboradores de Doria. A criação de uma golden share permitiria ao governo paulista manter poder de veto e de voto. Seria também uma forma de assegurar que o Instituto manteria seus compromissos com o setor público, independentemente da fatia do capital colocada em mercado. Procurado pelo RR, o Butantan informou que “no momento, não há previsão de qualquer mudança no atual modelo econômico do Instituto”. Está feito o registro.

O órgão confirma os planos de expansão internacional, por meio de parcerias. Além do acordo com a Sinovac Biotech para a fabricação da Coronavac, o Butantan se associou à francesa Valneva para a produção de uma vacina contra a Chikungunya. Uniu-se também à chinesa BravoBio e à norte-americana Exxel Bio para o desenvolvimento de um soro contra o rotavírus. O Instituto desenvolve ainda a Butanvac, primeira vacina nacional contra a Covid-19, que, segundo o próprio Butantan, “poderá ser comercializada a baixo custo para atender países pobres”.

Ganhando ou não ganhando as prévias do PSDB, em novembro, João Doria tem um cronograma. Os estudos em torno do Butantan deverão ser concluídos em dezembro e anunciados no início de 2022. A transformação do Instituto em um grande complexo da área de saúde ajudaria a consolidar a imagem de Doria como o “estadista da pandemia” – ver RR de 11 de maio. Nenhuma autoridade teve um papel tão marcante na gestão da crise sanitária. As medidas de isolamento e, sobretudo, o empenho para iniciar a vacinação reforçaram a reputação de gestor do presidenciável João Doria.

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15.10.21

Vivo abre o cofre

A Vivo está embalando um novo programa de investimentos no Brasil. No rastro do 5G, o desembolso previsto seria da ordem de R$ 30 bilhões nos próximos três anos, ou seja, uma média próxima a R$ 10 bilhões por ano. A se confirmar, será um degrau acima dos investimentos projetados para 2021, na casa dos R$ 9 bilhões.

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15.10.21

Briga acirrada

Segundo o RR apurou, ainda no mês de outubro a EDP Brasil vai bater o martelo da venda das hidrelétricas Santo Antônio do Jari e Cachoeira Caldeirão, ambas no Amapá, e Mascarenhas, em Minas Gerais. Votorantim Energia e Eneva estariam na disputa. Consultada, a EDP não se pronunciou.

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15.10.21

Injeção na Loggi

Os acionistas da Loggi, startup de tecnologia, estariam preparando um novo aporte na empresa. Entre os investidores figuram SoftBank, Microsoft e Velt Partners.

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15.10.21

Sinistro

O RR apurou que a Previ estaria preparando a venda da sua participação no IRB (Instituto de Resseguros do Brasil). A fatia gira em torno de 3% do capital.

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15.10.21

Será que agora vai?

Segundo o RR apurou, a Iguá Saneamento pretende retomar seu processo de IPO em janeiro de 2022. A empresa, ressalte-se, já cancelou sua abertura de capital por três vezes.

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15.10.21

Correção na aposentadoria

O governo está elaborando uma Medida Provisória para ajustar regras da Previdência. Uma das principais mudanças seria a criação de uma nova escala para definir o valor da aposentadoria no caso de autônomos. De acordo com a mesma fonte, o cálculo passaria a levar em conta um tempo maior de contribuição. O objetivo é evitar que um autônomo pague um valor baixo por longo tempo e eleve essa quantia para próximo do teto de contribuição no período que antecede à aposentadoria.

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15.10.21

Ainda é dia de Brasil

Apesar dos seguidos prejuízos, o Grupo Dia tem cacifado a sua operação brasileira. No primeiro semestre deste ano, a rede varejista espanhola aumentou seus investimentos no país em 180% na comparação com igual período de 2020. Segundo o próprio Dia informou ao RR, o grupo tem um plano de “forte crescimento orgânico no Brasil”.

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15.10.21

Ventilador ligado

Suspenso até 2023 devido à acusação de assédio sexual, o presidente afastado da CBF, Rogerio Caboclo, já cogita renunciar ao cargo. Sairia atirando para todo o lado, especialmente contra seu antecessor, Marco Polo Del Nero.

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15.10.21

Uma locomotiva rumo a 2022

O Ministério da Infraestrutura deverá organizar mais duas “inaugurações” de canteiros de obra ao longo da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), entre Goiás e Mato Grosso. Ambas, claro, com a presença do presidente Jair Bolsonaro, assim como ocorreu no último dia 17 de setembro na cidade de Mara Rosa (GO).

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15.10.21

Doria quer fazer do Butantan um grande player da área de saúde

A área de saúde tornou-se a principal vitrine de João Doria. No embalo da vacinação contra a Covid-19, assessores de Doria trabalham em um novo “experimento”: transformar o Instituto Butantan em um dos principais players do complexo industrial de saúde no Brasil, com uma atuação transversal na área biomédica. Segundo o RR apurou, o objetivo é que o órgão seja um catalisador de investimentos públicos e privados em pesquisa e desenvolvimento de imunizantes e remédios, além de um player com inserção no mercado internacional. No momento, o governo de São Paulo estuda como viabilizar esse audacioso projeto. Uma das fórmulas que estaria sendo testada nos tubos de ensaio do Palácio Bandeirantes seria a abertura de capital do Butantan.

Por ora, de acordo com a mesma fonte, trata-se de uma proposta que circula em um grupo seleto de colaboradores de Doria. A criação de uma golden share permitiria ao governo paulista manter poder de veto e de voto. Seria também uma forma de assegurar que o Instituto manteria seus compromissos com o setor público, independentemente da fatia do capital colocada em mercado. Procurado pelo RR, o Butantan informou que “no momento, não há previsão de qualquer mudança no atual modelo econômico do Instituto”. Está feito o registro.

O órgão confirma os planos de expansão internacional, por meio de parcerias. Além do acordo com a Sinovac Biotech para a fabricação da Coronavac, o Butantan se associou à francesa Valneva para a produção de uma vacina contra a Chikungunya. Uniu-se também à chinesa BravoBio e à norte-americana Exxel Bio para o desenvolvimento de um soro contra o rotavírus. O Instituto desenvolve ainda a Butanvac, primeira vacina nacional contra a Covid-19, que, segundo o próprio Butantan, “poderá ser comercializada a baixo custo para atender países pobres”.

Ganhando ou não ganhando as prévias do PSDB, em novembro, João Doria tem um cronograma. Os estudos em torno do Butantan deverão ser concluídos em dezembro e anunciados no início de 2022. A transformação do Instituto em um grande complexo da área de saúde ajudaria a consolidar a imagem de Doria como o “estadista da pandemia” – ver RR de 11 de maio. Nenhuma autoridade teve um papel tão marcante na gestão da crise sanitária. As medidas de isolamento e, sobretudo, o empenho para iniciar a vacinação reforçaram a reputação de gestor do presidenciável João Doria.

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15.10.21

Vivo abre o cofre

A Vivo está embalando um novo programa de investimentos no Brasil. No rastro do 5G, o desembolso previsto seria da ordem de R$ 30 bilhões nos próximos três anos, ou seja, uma média próxima a R$ 10 bilhões por ano. A se confirmar, será um degrau acima dos investimentos projetados para 2021, na casa dos R$ 9 bilhões.

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