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Futebol
Enquanto a seleção brasileira prepara-se para o jogo de hoje à noite contra o Haiti, a CBF afunda numa rede de intrigas. O presidente da entidade, Samir Xaud, promete uma caça às bruxas para identificar a eventual participação de funcionários no vazamento de seus gastos nos Estados Unidos – despesas, diga-se de passagem, que estão numa zona cinzenta entre o institucional e o pessoal. Nesta semana, surgiram no noticiário informações de que a CBF estaria bancando a hospedagem não apenas da esposa, mas de uma suposta amante de Xaud. Segundo informações obtidas pelo RR, o dirigente entrou em uma espécie de surto paranoico. Nos últimos dias, passou a desconfiar de tudo e de todos, de seus pares na diretoria aos demais níveis hierárquicos da CBF. A ponto de sair do radar dos demais dirigentes da entidade: após a notícia se espalhar na imprensa, Xaud tem evitado compartilhar seus deslocamentos dentro dos Estados Unidos com pessoas de dentro da Confederação. Para onde olha, ele enxerga um “inimigo”. Talvez não esteja de todo errado. No entorno do cartola, o fogo amigo é atribuído a Gustavo Dias Henrique, o poderoso vice-presidente da Confederação, tido, na prática, como o real mandatário da entidade.
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