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Ao menos por ora, o pedido de recuperação judicial da Azul nos Estados Unidos só aumentou a desconfiança entre os investidores em relação ao futuro da companhia. Que o diga o BlackRock, maior gestora de ativos do Planeta, com quase US$ 12 trilhões sob o seu guarda-chuva. Há um zunzunzum no mercado de que os norte-americanos pretendem zerar sua posição acionária na companhia. Nos dias que antecederam a decisão da empresa de recorrer ao chamado Chapter 11, o BlackRock já havia negociado uma parcela da sua participação, caindo para menos de 5% das preferenciais da Azul. Outros fundos de investimento já começaram a seguir o mesmo caminho, pressionando ainda mais o papel para baixo. No dia seguinte ao pedido de recuperação judicial, os ADRs da Azul em Nova York chegaram a cair 40%.
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