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A Loft pode ser considerada a mais “polarizada” das startups brasileiras. Na última terça-feira, Sandro Westphal, vice-presidente de alianças e parcerias estratégicas da proptech, tomou posse no Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão de Lula. Do outro lado da moeda, a empresa mantém, já há algum tempo, laços razoavelmente estreitos com o governo de Donald Trump. Neste caso, o elo é a gestora norte-americana Andreeseen Horowitz, acionista da Loft. Ben Horowitz, um dos sócios da firma de private equity, não apenas apoiou a campanha de Trump como colaborou na indicação de nomes para a gestão Trump, notadamente para o DOGE, Departamento de Eficiência Governamental, que foi comandado por Elon Musk. Tamanha proximidade serviu de passaporte para a presença da Loft na posse do presidente norte-americano, por meio de Mate Pencz, um de seus fundadores. Conforme o RR já informou, a startup de compra e venda de imóveis tem, inclusive, planos de entrar nos Estados Unidos (https://relatorioreservado.com.br/noticias/turbinada-por-fundo-californiano-loft-prepara-seu-desembarque-nos-estados-unidos/). Ainda que indiretamente já tem um pé na soleira da Casa Branca. E agora também do Palácio do Planalto.
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