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Loteria
A decisão do ministro do STF André Mendonça determinando que a atuação da Loterj deve ficar restrita ao Rio de Janeiro foi recebida pelos sócios do consórcio Aposta Vencedora como uma ducha de água gélida. O grupo, que arrematou as loterias de São Paulo por R$ 600 milhões, em novembro, entrou no negócio com planos de operar em outros estados. No entanto, a posição do Supremo em relação à Loterj deve estabelecer jurisprudência, se estendendo às demais concessões estaduais do setor. A decisão de Mendonça, ressalte-se, é de caráter provisório, e o caso ainda será apreciado pelo plenário do Supremo. No entanto, é pouco provável que o colegiado adote um entendimento diferente. Será um duro revés para o Aposta Vencedora, que terá de se “contentar” com São Paulo. À frente do consórcio, por sinal, está um nome que conhece do riscado nos dois lados do balcão: o economista Alexandre Manoel Angelo da Silva, que foi secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria do Ministério da Economia durante o governo de Michel Temer.
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