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28.12.21

Deslizando na direção de Lula

A candidatura Ciro Gomes começa a craquelar por dentro. Carlos Lupi, presidente do PDT, não está conseguindo controlar a diáspora nem em seu próprio território, o Rio de Janeiro. O candidato do partido ao governo do estado, Rodrigo Neves, tem feito movimentos de aproximação com Lula.

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22.12.21

Interesses provincianos

O posicionamento de Lula, repudiando a operação da Polícia Federal contra Ciro Gomes, foi celebrado pelos petistas do Ceará. A expectativa é que o gesto lubrifique as negociações para a aliança PT-PDT no estado. O principal interessado é o governador Camilo Santana (PT), que espera ter o apoio dos irmãos Ciro e Cid Gomes para concorrer ao Senado em 2022.

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30.11.21

Rota de fuga

No entorno de Ciro Gomes, o que se diz é que o deputado Junior Mano será o primeiro a deixar o PL caso Jair Bolsonaro se file ao  partido. Próximo dos irmãos Gomes, Mano já teria a sua frente uma ficha de filiação ao PDT.

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09.11.21

Cavalo perdedor

Marcos Lisboa tem abastecido Ciro Gomes com ideias e projetos na área econômica. Não consta que use a infraestrutura do Insper, do qual é presidente, na colaboração com Ciro. Também não vai fazer diferença. Será a segunda vez que Lisboa aposta no cavalo errado.

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01.11.21

Pacto dos Pampas 1

Apesar dos focos de resistência dentro do PDT, Ciro Gomes não admite outro nome: quer que o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr., seja o candidato do partido ao governo do Rio Grande do Sul. Mesmo se o time for rebaixado à Série B, ferindo o humor da metade azul do eleitorado gaúcho.

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27.10.21

Vingança é prato que se come frio

O comitê de campanha de Lula defende um mergulho nas contas do ex-governador do Ceará, Cid Gomes. Os petistas miram em Cid para atingir a integridade de Ciro Gomes, seu irmão. Acham que por ali está o caminho para rebater os ataques abaixo da linha da cintura que Ciro tem feito recorrentemente contra o ex-presidente. Lula não diz nem que sim, nem que não. E quando Lula não se pronuncia, nada é feito. Segundo um grilo falante do PT, o ex-presidente pode estar guardando munição para se voltar contra Ciro apontando suas baixarias. Seria usar a magia contra o feiticeiro.

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21.10.21

Quarta via

Até outro dia aliado incondicional de Jair Bolsonaro, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, está arrastando asa a um só tempo para Lula e Ciro Gomes.

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18.10.21

Cicatriz na pele

Mesmo com o apoio público de Ciro Gomes, a candidatura de Rodrigo Neves ao governo do Rio, em 2022, ainda enfrenta resistências do PDT. O motivo é o carimbo da Lava Jato que Neves traz no peito. Em 2018, o então prefeito de Niterói foi preso sob a acusação de receber propina. Só voltou ao cargo por meio de um habeas corpus.

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05.10.21

“Frente ampla”

Um ornitorrinco político começa a ganhar forma no Ceará. O tucano Tasso Jereissati confidenciou a pessoas próximas que pretende apoiar a candidatura do atual do governador Camilo Santana, do PT, ao Senado em 2022. Santana também tem ao seu lado os pedetistas Ciro e Cid Gomes.

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17.09.21

Marina é a peça que faltava ao mosaico do centro

Marina Silva está sendo empurrada para se tornar uma “quarta via” no xadrez eleitoral de 2022. Seus correligionários empresariais têm estimulado a ex-ministra do Meio Ambiente a conduzir uma série de conversas junto a lideranças políticas com o objetivo de costurar uma espécie de frente ampla do centro para o apoio da terceira via – seja ela quem for. O mandato para a missão veio de um grupo restrito de empresários, de perfil modernizante, com os quais Marina mantém relação há longo tempo.

A iniciativa teria o respaldo de nomes como Neca Setubal, herdeira do Itaú, Pedro Passos, da Natura, os irmãos Moreira Salles, Pedro Wongtschowski, do Grupo Ultra, entre outros. Trata-se de um núcleo empresarial reformista, empenhado na busca da terceira via, conforme já disse o RR – ver edições de 11 e 31 de agosto. O perfil de Marina Silva cabe como uma luva na missão: discreta, respeitada e sem arestas junto a todo o espectro político, seja do centro, da esquerda ou da direita. Ela não deixaria necessariamente de ser candidata à presidência pelo seu partido, o Rede Sustentabilidade.

Mas, teria também o mandato de articular um cinturão de apoio ao nome tirado das pesquisas para concorrer com Lula e Bolsonaro. Quem tiver maior densidade eleitoral, em determinada data a ser acertada pelas partes, passaria a ser apoiado pelos demais. Seriam chamados para conversar os postulantes à Presidência considerados de centro, ou seja, João Doria, Eduardo Leite, Sergio Moro, João Amoedo, Rodrigo Pacheco e Henrique Mandetta, entre os mais notórios. O senador Tasso Jereissati, que retirou o seu nome das prévias do PSDB para a escolha do candidato à Presidência, também seria convidado para participar do “frentão de presidenciáveis”.

E Ciro Gomes? Um eventual entendimento com o pedetista é visto como difícil, o que não quer dizer que ele não será procurado. O RR entrou em contato com os diversos candidatos de centro. Apenas Henrique Mandetta se posicionou até o fechamento desta edição. O ex-ministro afirmou que concordaria, sim, em participar de conversas com Marina Silva e os demais concorrentes de centro à Presidência. Mandetta disse ainda estar disposto a abrir mão de sua candidatura para apoiar um nome de consenso. Na estratégia em discussão, tão importante quanto o nome do candidato de centro é a construção do leque de apoios ao seu redor.

Mesmo porque, ao menos até agora, não há um “candidato a candidato” da terceira via com desempenho arrebatador nas pesquisas. Os votos que, neste momento, não são nem de Lula nem de Bolsonaro estão espalhados entre os mais variados concorrentes do centro. A costura de uma coalizão entre figuras do espectro político e de parcela importante do empresariado em torno de um único candidato criaria um fato político suprapartidário de grande impacto. A campanha eleitoral passaria a ser colegiada. Por ora, o que existe de articulação entre os candidatos à terceira via são conversas dispersas, que não conseguiram chegar a lugar algum e muito menos definir um nome de consenso. O centro, por enquanto, somente assiste a Lula e Bolsonaro ficarem mais folgados na disputa à Presidência. Marina, como se sabe, disputou e perdeu às eleições à Presidência da República em 2010, 2014 e 2018. Difícil ganhar em 2022. Há quem diga que sequer concorrerá. Mas pode ser que emplaque o “seu candidato”. E terá grandes méritos nessa vitória.

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