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Educação
Corre no mercado que a Vitru retomou conversas com outros grupos do setor de educação para uma para uma possível fusão. Do outro lado da mesa, estariam nomes como Cruzeiro do Sul e Yduqs. Há cerca de dois anos, a empresa iniciou um movimento na mesma direção, mas as conversas não prosperaram. A tese do M&A voltou a ganhar tração à luz de fatores conjunturais. A empresa opera em um ambiente mais duro: juros altos, competição intensa no EAD, maior exigência regulatória e necessidade de capital para expansão presencial. Recentemente a companhia fez um follow-on de aproximadamente R$ 177 milhões, operação que reforçou o caixa, mas, aos olhos do mercado, não eliminou a pressão por escala e desalavancagem. Uma associação com Cruzeiro do Sul ou Yduqs poderia trazer escala e maior fôlego para enfrentar a transição regulatória do EAD.
Dona da Uniasselvi e da UniCesumar, a Vitru é um dos players mais cobiçados do setor. Tem ativos relevantes em ensino digital e presença crescente no segmento de medicina. Com quase um milhão de alunos, é uma empresa conhecida no mercado por ter uma gestão bem azeitada. No primeiro trimestre de 2026, registrou receita líquida de R$ 579,2 milhões, alta de 6,1% sobre o mesmo período do ano anterior. O Ebitda ajustado somou R$ 235,1 milhões, avanço de 16%, com margem de 40,6%. O lucro líquido ajustado chegou a R$ 91,8 milhões, crescimento de 24%.
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