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04.04.18
ED. 5839

Hopi Hari tenta ejetar seu controlador

Para os credores do Hopi Hari, amanhã é o dia do “Vai ou racha”. Segundo o RR apurou, o presidente do parque temático, José David Xavier, deverá apresentar na assembleia geral marcada para esta quinta-feira um plano de recuperação judicial que prevê a conversão de até 75% das dívidas em participação acionária – o passivo total é de R$ 400 milhões. Esse é o “vai”. O “racha” seria a diluição da
participação do acionista controlador, José Luiz Abdalla, que cairia de 99% para 20%.

De acordo com informações filtradas de um dos bancos, o plano é visto com bons olhos pelos principais credores do Hopi Hari, entre os quais figura o BNDES. Consultado, o banco informou ainda não ter conhecimento da proposta e que só se manifestará em assembleia. A 24 horas da assembleia geral de credores, Abdalla se articula, busca apoios e ainda tenta, a unhas e dentes, manter o controle do Hopi Hari.

Ele garante que também apresentará um plano na assembleia de amanhã. No entanto, os credores se queixam de que o empresário não mostra suas cartas e não diz de onde viriam os recursos que promete aportar no negócio. O pano de fundo da recuperação judicial é a queda de braço entre o acionista controlador e o próprio management, que se arrasta há meses, com disputas judiciais e acusações de parte a parte. O embate acumula alguns lances pitorescos. Impedido de entrar na companhia, consta que, em cerca ocasião, Abdalla tentou realizar uma assembleia de acionistas dentro de um carro, no estacionamento do parque.

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20.07.16
ED. 5415

Hopi Hari

 A mais sinuosa montanha russa do Hopi Hari não é a aquela que o empresário Cesar Federmann está arrestando na Justiça, em troca de uma dívida de R$ 5,9 milhões. Ela está na composição societária do parque temático. Os próprios credores da companhia não sabem em que porta bater: se na da Íntegra Associados, que supostamente deteve o controle de 2009 até o ano passado, ou se na do empresário Sergio Valente, que teria se tornado o acionista majoritário em meados do ano passado – ver RR, edição de 9 de junho de 2015. Em janeiro deste ano, Federmann e outros acionistas enviaram um requerimento à CVM solicitando que Valente informasse à autarquia qual era a sua real relação com o Hopi Hari. Ficaram sem resposta.

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