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Corre no mercado que os resultados do primeiro trimestre colocaram pressão sobre Thiago Lima Borges, CEO da Vivara desde dezembro. Aos olhos da família Kaufman, a gestão de Borges terá de mostrar com razoável velocidade que é capaz de cortar custos operacionais e melhorar as margens do negócio. No primeiro trimestre deste ano, o lucro da rede de joalherias caiu 30% em relação ao igual período em 2025, atingindo R$ 80,8 milhões. O Ebitda, por sua vez, murchou 1,5% no comparativo entre os mesmos intervalos. O mercado reagiu de imediato à performance de menor quilate: em um único pregão, a ação caiu 10%. O mais sensato é imaginar que os resultados do primeiro trimestre carregam ainda efeitos da gestão anterior. Borges está no cargo há apenas cinco meses. Mas a Vivara não é exatamente pródiga na estabilidade de seus principais dirigentes. A companhia costuma trocar de CEOs como clubes de futebol mudam de técnico após a terceira derrota seguida. Borges é o quinto executivo a ocupar o cargo desde março de 2024.
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