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Política
Flávio Bolsonaro quer aproveitar o bonde da direita que circula pela América do Sul. Além da anunciada visita a Javier Milei, na próxima semana, a campanha de Flávio articula encontros com Abelardo de la Espriella, recém-eleito presidente da Colômbia, e com Keiko Fujimori, virtual vencedora da disputa presidencial no Peru. Com a chancela das urnas ainda cheirando à tinta fresca, ambos são os principais símbolos da guinada à direita na região. A estratégia no QG de campanha de Flávio é colar a candidatura do senador a um movimento continental de renovação conservadora. A ideia é reforçar a narrativa segundo a qual o Brasil estaria inserido em um novo ciclo político na América do Sul, fortemente marcado por pautas como segurança pública e combate ao crime organizado. Aliados do “01” avaliam que a ascensão de governos de direita na América do Sul ajuda a reduzir a percepção de isolamento internacional do bolsonarismo.
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