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Governo
O momento é de efervescência nos grandes fundos de pensão do país. Há informações em Brasília de que o PT trabalha pela substituição do atual presidente da Previ, João Luiz Fukunaga. Talvez o mais correto seja dizer “os PTs”. Uma ala do partido defende a escolha do atual ministro da Secretaria Geral da Presidência, Marcio Macedo. Outro grupo costura a indicação de Ricardo Berzoini, que comandou os Ministérios da Previdência e do Trabalho no governo Lula e as Pastas das Relações Institucionais e da Comunicações na gestão Dilma. Um dos articuladores da nomeação de Berzoini seria o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que voltou a ter ascendência sobre os fundos de pensão. Que o diga a Petros, que também vive um momento de ebulição. Henrique Jäger deixou a presidência da fundação em março. Um dos cotados para o cargo é o atual diretor de investimentos da entidade, Gustavo Gazaneo – conforme noticiou o RR (https://relatorioreservado.com.br/noticias/comando-da-petros-provoca-queda-de-braco-entre-pt-e-alexandre-silveira/). Gazaneo chegou à diretoria da Petros por ingerência do próprio Vaccari.
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