Arquivos Oncoclínicas - Relatório Reservado

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Destaque

Oncoclínicas entre a UTI financeira e a guerra societária

25/05/2026

A Oncoclínicas é um enfermo em disputa sobre a mesa de cirurgia. Como…

#Oncoclínicas

Mercado

MAK empurra Oncoclínicas contra a parede em takeover camuflado

15/04/2026
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A Oncoclínicas diz ao mercado que “avalia alternativas”. Na prática, não tem nenhuma. O fracasso das negociações com Fleury e Porto apenas escancarou o que já era evidente nos bastidores: a companhia perdeu poder de barganha e passou a negociar sob pressão crescente de seus próprios credores e acionistas. Nesse vácuo, a MAK Capital assumiu o controle da mesa. O fundo americano vem escalando sua ofensiva para forçar o management da Oncoclínicas a aceitar os termos da sua proposta – na prática, um takeover envernizado com uma camada de aporte de capital. Em carta recente, a gestora classificou a situação da companhia como “crítica” e deixou claro que qualquer aporte está condicionado a uma reconfiguração profunda da governança, incluindo a troca do conselho de administração. O pacote ofertado pela MAK, de até R$ 500 milhões, impõe cláusulas que implicam tomada de controle. A proposta alternativa estruturada via FIDC, com cessão de recebíveis, funciona como um instrumento adicional de pressão: injeta liquidez no curto prazo, mas amarra ainda mais a empresa a condições duras de financiamento.  O timing joga a favor da blitzkrieg da MAK e da “rendição” da Oncoclínicas. Mesmo com a decisão cautelar da Justiça proferida na última segunda-feira, que a protege da cobrança de dívidas, a rede de clínicas segue com o caixa pressionado e graves dificuldades de honrar compromissos do dia a dia.

#Oncoclínicas

Negócios

Goldman Sachs planeja reduzir participação na Oncoclínicas

5/04/2023
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A Goldman Sachs, acionista majoritária da Oncoclínicas, com 62,1%, estuda reduzir sua participação na companhia, por meio de um block trade. O banco norte-americano chegou a ter 93% do capital, mas reduziu sua posição no IPO da companhia, em agosto de 2021. A Oncoclínicas vive em uma gangorra. Desde a abertura de capital, seu valor de mercado caiu quase 60%. No entanto, considerando um recorte mais recente, o papel está na maior cotação em quase um ano, sendo negociado na casa dos R$ 8,70.  

A recuperação dos últimos meses reflete uma profunda reestruturação interna, com impacto nos resultados. Em outubro de 2021, Bruno Ferrari, um dos fundadores do grupo, assumiu a presidência, em substituição a Luis Natel. À época, a gestão de Natel estava desgastada pela queda dos resultados e por uma crise de confiança no mercado. No ano passado, a Oncoclínicas reagiu: registrou um lucro líquido de R$ 113 milhões, contra um prejuízo de R$ 22 milhões no ano anterior A companhia teve ainda um Ebitda da ordem de R$ 673 milhões, alta de 80% em relação a 2021. Procuradas pelo RR, Goldman Sachs e Oncoclínicas não quiseram se manifestar. 

 

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Tratamento demorado

21/10/2022
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O programa de recompra de ações da Oncoclínicas, aprovado em julho, ainda está longe de atingir seu objetivo: devolver o preço do papel ao patamar mais alto do ano, em torno de R$ 10. A ação vem sendo negociada na casa dos R$ 7. Desde o IPO, em agosto de 2021, a Oncoclínicas só murchou na bolsa. Seu valor de mercado despencou de R$9 bilhões para R$ 3,5 bilhões.

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