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Venture capital
O Softbank tem movimentos engatilhados para reduzir sua exposição no Brasil. Há um zunzunzum no mercado que o banco japonês vai deixar integralmente o capital da Omie e da CRMBonus. Parte do caminho já foi percorrida no ano passado, quando a instituição financeira fez sua saída parcial das duas empresas. Também estaria no radar a venda de uma parcela da sua participação no Quinto Andar e na Olist. Trata-se de uma mudança de fase do SoftBank no país. Dono do Vision Fund 1, o maior fundo de tecnologia já criado, com mais de US$ 100 bilhões, o grupo japonês já sinônimo de cheque gordo, valuation esticado e crescimento acelerado. Esse tempo ficou no passado, especialmente no caso das startups brasileiras. A lógica agora é vender fatias, reciclar capital e diminuir posições que já consumiram boa parte de seu ciclo de maturação. A Omie é o caso mais emblemático. Em setembro de 2025, a companhia levantou R$ 855 milhões, na maior rodada brasileira daquele ano, em uma operação liderada pela Partners Group e majoritariamente secundária.
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