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A China Nonferrous Metals Industry Group (CNMC) e a conterrânea BYD têm feito aproximações sucessivas no Brasil. Em pauta, a possibilidade de uma parceria para extração de lítio. A montadora detém direitos de pesquisa e lavra sobre duas áreas no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, comprados em 2023 por meio da subsidiária Exploração Mineral do Brasil.
A CNMC, por sua vez, chegou ao país no ano passado, com a aquisição da Mineração Taboca, por US$ 340 milhões. A dobradinha chinesa permitiria à BYD abastecer sua fábrica de baterias de lítio em Manaus. A sua demanda pelo equipamento aumentará significativamente com a inauguração da fábrica de Camaçari (BA), onde serão produzidos veículos elétricos e híbridos.
Já a CNMC, que entrou na produção de estanho com a aquisição da Taboca, vislumbra a possibilidade de montar um mosaico de ativos em minerais críticos no Brasil. A parceria entre as duas empresas, com todas as bênçãos de Pequim, seria um movimento de razoável importância vis-à-vis a disputa internacional entre chineses e norte-americanos por metais estratégicos. Consultadas pelo RR, CNMC e BYD não se manifestaram.
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