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Acervo RR
O Brasil tornou-se um grande octagon. Além do fenômeno UFC, um novo negócio, de controle 100% nacional, está subindo ao ringue. Trata-se da MMA Champions League, empresa formada por um grupo de investidores do Rio de Janeiro. Como o nome sugere, um dos principais apelos da nova organização será a presença exclusivamente de competidores que tenham conquistado cinturões em eventos nacionais de MMA. Outro atrativo será a comercialização de pacotes de payper- view, com transmissão pela internet, ao valor de R$ 9,90 por ano. O objetivo é ousado: disputar um nicho de mercado e uma parcela de consumidores ainda não atingidos pelo UFC. Uma prova do frenesi em torno do esporte no Brasil: antes mesmo da primeira luta, marcada para o dia 25 de março, no Rio, a MMA Champions League já vive em clima de disputa, não exatamente entre as oito paredes cercadas de metal, mas nos bastidores do negócio. Investidores nacionais e internacionais têm duelado para se associar a operação. Dois dos principais candidatos são um banco de investimentos e uma gestora de recursos, ambos sediados em São Paulo. Esta última representaria os interesses do OneFC, um dos maiores eventos asiáticos de artes marciais. Paralelamente, há também uma contenda pelos direitos de transmissão das lutas. Três emissoras vêm mantendo conversações com os investidores da MMA Champions League.
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