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Acervo RR
Um dos mais arrastados contenciosos do setor hoteleiro caminha para seu epílogo. Ao menos no que depender da vontade da BHG. O braço de hotelaria da GP Investimentos propôs a Accor um acordo extrajudicial com o objetivo de resolver o impasse em torno da venda do Rio Palace, na Praia de Copacabana. A rede francesa, operadora do hotel, permaneceria no negócio por mais cinco anos. Em contrapartida, se comprometeria a retirar a ação que impede a negociação do imóvel, originalmente pertencente a Veplan. Na BHG, a expectativa é que a Accor anuncie sua decisão até o fim de março. A disputa entre os dois grupos hoteleiros já leva quase dois anos. Em 2011, a BHG fechou a aquisição do imóvel em Copacabana junto a Veplan. Comprou, mas não levou. A Accor, instalada no local por meio da bandeira Sofitel, entrou na Justiça alegando ter direito de preferência para ficar com o edifício. Desde então, um vaivém de liminares e petições têm passado pelas portas giratórias da Justiça, sem que a BHG consiga, de fato, assumir o imóvel. A empresa da GP Investimentos tem pressa. Seu objetivo é fazer uma reforma a toque de caixa, preparando o hotel para a Copa do Mundo de 2014 e, mais a frente, para as Olimpíadas. Consultada, a BHG disse “desconhecer a informação”. Já a Accor declarou que não se pronuncia sobre temas em tramitação na Justiça
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