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Acervo RR
A Unidas deu um cavalo de pau no meio da estrada. Se, até outro dia, a empresa carregava no porta-malas uma dívida cada vez maior e era vista como uma presa fácil do setor, o volante rodou 180 graus depois do aporte de R$ 300 milhões liderado por Gávea, Vinci e Kinea, leia-se Itaú. A locadora de automóveis, ainda controlada pela portuguesa SAG, tornou-se candidata a compra de ativos no setor. Segundo informações filtradas junto a companhia, seus faróis estariam apontados na direção da mineira Locamérica, pertencente ao empresário Luis Fernando Memória Porto. A empresa é dona de uma frota de aproximadamente 25 mil veículos. Com a aquisição, a Unidas se consolidaria no segundo lugar do ranking, reduzindo a distância que a separa da pole position absoluta deste setor, a Localiza. Chegaria a uma receita anual da ordem de R$ 1,5 bilhão e a uma frota de 60 mil veículos. Sua concorrente fatura por ano aproximadamente R$ 2,5 bilhões e tem na garagem mais de 100 mil automóveis. A operação também permitiria a Unidas avançar no segmento de locação para pessoa física.
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