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Acervo RR
Gleisi Hoffmann recebeu de Dilma Rousseff a missão de retomar o projeto de industrialização de pastilhas de urânio no Brasil. A empreitada não exige cifras atômicas. Um investimento de US$ 300 milhões dá e sobra. A questão principal é fechar um cinturão de parceiros internacionais que dominem todo o ciclo tecnológico e se associem a Indústrias Nucleares Brasileiras. A Marinha também deverá participar da operação. Não só pela expertise no enriquecimento de urânio, mas, sobretudo, pelo interesse do governo em afagar o Alto-Comando das Forças Armadas, que fica em posição de sentido sempre que ouve falar na possibilidade de associação com estrangeiros na energia nuclear.
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