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Acervo RR
Há centenas de terabytes a separar o discurso e a realidade da Infosys no Brasil. a€ luz do dia, os indianos falam em aumento dos investimentos e na entrada em novos segmentos de negócio. Mas, quando a noite cai, entram em cena as críticas da matriz com a performance da subsidiária brasileira. Um dos maiores grupos de TI da andia, com faturamento anual de R$ 7 bilhões, a Infosys tem encontrado dificuldades para ampliar sua base de clientes no Brasil. Até agora, as investidas da companhia para fisgar grandes grupos nacionais não surtiram efeito. A subsidiária ainda depende quase que totalmente de beiradas em contratos globais fechados pela matriz. A carteira de clientes gira em torno do mesmo número há mais de um ano. O faturamento estaria estagnado há dois anos e a rentabilidade, abaixo da meta fixada para o terceiro ano de operação no Brasil. O próprio quadro de funcionários é um indicador de que o crescimento da Infosys no Brasil está aquém das expectativas dos indianos. Quando chegou ao Brasil, em 2009, a empresa anunciou a meta de contratar dois mil funcionários em três anos. Hoje, no entanto, este número não passa de 350 colaboradores. Os indianos falam em 500 até o fim do ano, o que, ainda assim, representará apenas 25% do número estimado. O RR entrou em contato com a Infosys, mas não obteve retorno.
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