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Acervo RR
a€s 13h45 de ontem, debruçado na poltrona 14 D do voo 3934 da ponte aérea da TAM, o misterioso e controvertido empresário Ricardo Magro, dono de uma rede de postos e da “Refinaria” de Manguinhos, lembrava um personagem de John Le Carré. Mais parecia um espião, enquanto lia o relatório de uma agência de informações. Magro passava os olhos sobre o documento com um enfado daqueles que pairam acima do social. Na véspera, Manguinhos incinerou quase cem funcionários.
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