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Acervo RR
Nos versos e, sobretudo, reversos da indústria têxtil nacional, Teka rima com reestruturação. A empresa catarinense estaria preparando mais um redesenho do seu figurino operacional, na tentativa de estancar seus prejuízos. Em pauta, um pouco mais do mesmo: renegociação das dívidas, revisão dos investimentos e corte de produção. Nos próximos meses, a Teka deverá ainda fazer uma chamada de capital. A operação faz parte da parceria fechada no ano passado com o fundo Global Emerging Market, que prevê a possibilidade de um aporte de até R$ 110 milhões em um prazo de três anos mediante a compra ou repasse de ações em poder dos controladores, a família Kuenhrich. O acordo é válido até novembro de 2014. No ano passado, a Teka teve prejuízo de R$ 194 milhões. Nos últimos três exercícios, as perdas somam R$ 381 milhões. No primeiro trimestre deste ano, o azul voltou a tingir o balanço da empresa – o lucro foi de R$ 40 milhões. O resultado, no entanto, não reflete necessariamente uma melhoria operacional. Foi decorrente do ganho de causa em uma ação movida contra a União referente a cobrança indevida de tributos.
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