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Acervo RR
A negociação para a compra da Ri Happy é apenas uma peça no quebra-cabeças que a norte-americana Carlyle pretende montar no varejo de brinquedos no Brasil. A intenção do private equity é usar a empresa como ponta-de-lança para a aquisição de outras redes do setor. A Carlyle olha com especial interesse para a PBKids, dona de 54 lojas. Juntas, as duas varejistas criariam um conglomerado com mais de 160 pontos de venda e faturamento anual acima de R$ 850 milhões.
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