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Acervo RR
A chilena CMPC está metendo a tesoura nos custos de instalação da nova linha de produção da Celulose Riograndense. A ordem é cortar em até 30% os investimentos previstos até 2014, de US$ 2,8 bilhões. O maior desafio é fazer a sangria sem alterar a capacidade da nova linha, de 1,2 milhão de toneladas por ano.
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