Sócios da BR Vias pegam caminhos opostos - Relatório Reservado

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Sócios da BR Vias pegam caminhos opostos

  • 28/11/2011
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Os acionistas da BR Vias – a Splice, o Grupo aurea, leia-se a família Constantino, e a WTorre – têm apenas um caminho a seguir. E não se trata de uma metáfora. O projeto do trio de montar uma das maiores concessionárias do setor foi para o acostamento. Formada em 2005, a empresa se limita a uma única rodovia, a Transbrasiliana. Este solitário negócio da BR Vias ainda tem sido motivo de desentendimentos entre os acionistas. Os atritos envolvem a definição do plano de investimentos e até mesmo o futuro societário da BR Vias. Insatisfeita com a Splice e os Constantino – que estariam se recusando a aportar novos recursos na operação, segundo uma fonte ligada a  própria WTorre – a construtora pretende vender sua participação, de 16%. Teria chegado a conversar com a OHL, mas os sócios majoritários brecaram o negócio. O descontentamento de Walter Torre chegou a tal ponto que ele teria proposto uma medida drástica: a venda da Transbrasiliana e a desativação da BR Vias. Apesar da suposta inapetência em desembolsar novos recursos, a Splice caminha na mão contrária. Acionista majoritária, com 50% das ações, é o único sócio que fala em expansão da BR mais explicitamente, apostando nas licitações de rodovias federais previstas para 2012.

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