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Acervo RR
Antônio Augusto Queiroz Galvão, presidente do Conselho de Administração e um dos principais acionistas da Queiroz Galvão, cansou-se do epíteto de exbanqueiro. Quatro anos após a venda do BGN para o BNP Paribas, o grupo está gestando a criação de um novo banco. No entanto, que ninguém pense em um revival do BGN. Os Queiroz Galvão querem passar longe do varejo, notadamente do crédito a pessoa física, o pilar da antiga instituição. O objetivo é criar um banco focado no financiamento a cadeia de fornecedores do grupo, notadamente da Queiroz Galvão a“leo e Gás. Na visão do clã, outras empresas do conglomerado que também poderão se beneficiar de forma mais significativa são a Queiroz Galvão Participações e Concessões e a própria empreiteira. O banco dará suporte, respectivamente, a compra de novas operações, sobretudo no transporte rodoviário, e a entradadaconstrutoraemgrandes obras de infraestrutura. Não obstante nascer como uma espécie de house bank, a nova instituição não ficará restrita a s fronteiras do grupo. A intenção da Queiroz Galvão é, em um segundo momento, estender as operações do banco para terceiros, sempre com foco em empréstimos corporativos.
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