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Acervo RR
A norte-americana Eastman Chemical, que comprou a Scandiflex, não gostou do que viu na subsidiária brasileira da produtora de plastificantes. Terá de gastar até 30% a mais do que o valor previsto para modernizar e ampliar a fábrica da empresa em Mauá (SP). A capacidade chegará a 20 mil toneladas ao ano.
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