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Acervo RR
A Camargo Corrêa e a Andrade Gutierrez hastearam a bandeira branca. As duas empreiteiras estão perto de fechar um acordo para investimentos conjuntos no setor aeroportuário por meio da CCR. A trégua passa por uma operação triangular envolvendo a A-port. A CCR pretende incorporar a empresa, joint venture entre a Camargo Corrêa e a suíça Unique. A A-port detém 51% da concessão do aeroporto internacional de Curaçao, no Caribe. Com a reestruturação, a Unique deverá sair da operação e se associar, caso a caso, aos consórcios que serão montados pela CCR para os leilões no setor aeroportuário. Em um segundo momento, a CCR vai incorporar também as participações da Andrade Gutierrez nas concessões dos aeroportos de San José, na Costa Rica, e de Quito, no Equador ? respectivamente de 48,75% e 45,5%. A partir de então, todos os investimentos da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez no setor passarão a ser feitos pela concessionária. O armistício põe um ponto final nas discordâncias entre os dois principais acionistas da CCR. Inicialmente, a Camargo Corrêa sinalizou a intenção de investir no setor isoladamente, enquanto a Andrade Gutierrez sempre fez força para que todos os aportes fossem concentrados na CCR. Ao que parece, os ventos sopraram a favor de Sergio Andrade.
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