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Acervo RR
Dióxido de cloro e clorato de sódio. Estes são os dois principais componentes da estratégia de expansão da holandesa AkzoNobel no Brasil. A Eka Chemicals, braço do grupo para o setor químico, vai construir duas fábricas em Três Lagoas (MG) para a produção das duas substâncias. Ambas dão origem ao dióxido de sódio, matéria-prima usada na produção de papel e celulose. Ao todo, os holandeses vão desembolsar cerca de 90 milhões de euros. Em uma segunda etapa, a AkzoNobel vai investir quantia semelhante para instalar um novo complexo industrial, voltado também a produção das duas matérias-primas. Esta planta ficará em São Paulo ou na Bahia. As novas fábricas vão se juntar a s duas que a empresa tem no país; uma em Jundiaí (SP) e outra em Eunápolis (BA). A previsão é que as novas unidades industriais entrem em operação até 2013, quando a AkzoNobel alcançará a produção anual de 250 mil toneladas de clorato de sódio no país. Com isso, os holandeses vão praticamente zerar a necessidade de importação do insumo pelos fabricantes de papel e celulose. Os novos investimentos fazem parte do processo de expansão da AkzoNobel em novos mercados, no qual o Brasil é peça fundamental. Além de especialidades químicas, a empresa produz tintas no país.
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