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Acervo RR
No que diz respeito a s tentativas de conserto da C&C por meio de medidas de gestão, o Grupo Alfa já esgotou seu repertório. A reestruturação em curso na rede varejista é tratada pelos executivos do conglomerado como a última cartada de Aloysio Faria antes de partir para uma solução mais drástica. A bala de prata seria jogar a C&C no liquidificador do processo de consolidação do setor. Dentro do grupo, nenhuma hipótese é descartada. Faria estaria disposto a conversar sobre fusão, compra de uma empresa ou até mesmo a venda de parte ou do controle da rede de lojas para um concorrente. Qualquer que seja a solução adotada, os caminhos apontam na direção de dois dos principais competidores da C&C, a Leroy Merlin e a Telhanorte, controlada pela também francesa Saint-Gobain. Qualquer operação de M&A funcionaria como uma resposta ao recente surgimento da BR Home Centers. Criada a partir da fusão do Casa Show e da Tend Tudo, a empresa reúne 18 lojas e faturamento próximo a R$ 600 milhões. Estas hipóteses, no entanto, seguem como um Plano B. Por ora, a prioridade é arrumar a casa na C&C. As medidas em andamento incluem mudanças no portfólio, com peso maior das utilidades domésticas nas vendas, corte de investimentos e revisão dos planos de expansão.
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