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Acervo RR
Para a Kroton Educacional, existe apenas uma função aritmética: a subtração. Rodrigo Galindo assumiu a presidência do grupo, há cerca de três semanas, com a missão de intensificar o programa de corte de custos iniciado na gestão de seu antecessor, Luiz Kaufmann. A meta para o ano seria uma redução das despesas operacionais da ordem de 20%. O foco principal é a integração com a rede de universidades Iuni, adquirida há cerca de um ano. Os custos de incorporação ficaram acima do esperado, ao contrário da redução de despesas, que segue abaixo das metas. Ainda existe uma dose significativa de sobreposições na área administrativa. A Kroton, controlada pelo ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, tem propagado o discurso de que vai retomar a compra de redes de ensino nos próximos meses. É uma meia verdade. Novas aquisições estão em pauta, mas condicionadas aos resultados do programa de cortes. A empresa tem em caixa pouco mais de R$ 50 milhões. Para aumentar esse valor no curto prazo, deverá buscar financiamento externo, fazer novas captações em mercado e vender ativos, hipótese que vem sendo estudada prioritariamente pela direção do grupo desde o ano passado.
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