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Acervo RR
Na tentativa de sanear as finanças, a cooperativa agrícola Corol está fatiando seus ativos. Após ter fechado a transferência de três unidades de recebimento de soja para a Integrada por R$ 20 milhões, a empresa paranaense deverá se desfazer de outras operações. Está em negociações para a venda de uma usina de álcool e açúcar. Há candidatos de diversas latitudes. Além da indiana Shree Renuka, estão no páreo a francesa Tereos, a norte-americana ADM e a paranaense Santa Terezinha. A direção da Corol estuda ainda vender ou arrendar até cinco de seus 31 entrepostos de mercadorias agrícolas em São Paulo e no Paraná. Outra hipótese discutida entre os sócios é a venda de uma fatia minoritária para um investidor estratégico. O fatiamento dos ativos é uma tentativa dos sócios de mudar para deixar tudo como está, evitando uma solução mais drástica: a venda do próprio controle. A Corol tem uma dívida em torno de R$ 360 milhões. Recentemente, a empresa recebeu um refresco, bem ralinho, é verdade: um financiamento de R$ 10 milhões do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
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