“É o fóssil, estúpido”: Bruxelas fala em ESG, mas não abre mão do petróleo brasileiro - Relatório Reservado

O que precisa ser dito

“É o fóssil, estúpido”: Bruxelas fala em ESG, mas não abre mão do petróleo brasileiro

  • 16/06/2026
    • Share

Lisboa – As comemorações diplomáticas que selaram a entrada em vigor das primeiras diretrizes do tratado de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul ecoaram nos palácios de Bruxelas e Brasília como o início de uma nova era de integração econômica global. Promessas de livre circulação de bens agrícolas, queda drástica de barreiras alfandegárias para o agronegócio e uma suposta revolução na pauta exportadora de valor agregado têm sido exaustivamente vendidas à opinião pública. Ao mesmo tempo, celebra-se a possibilidade de uma economia mais limpa. É o que se espera. No entanto, para que essa promessa se consume, será necessária uma guinada na pauta comercial, notadamente no caso do Brasil. O que há hoje é uma contradição incômoda: a Europa cobra ESG, rastreabilidade e sustentabilidade do produto brasileiro, mas segue dependente do petróleo que sai do pré-sal. É o que mostram os dados consolidados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Ou seja: vai levar tempo para que as novas regras do jogo entre os dois blocos econômicos possibilitem uma diversificação da matriz exportadora do Brasil.

Hoje, os setores que simbolizam a transição econômica e ambiental ocupam papel secundário na relação comercial entre os dois blocos. Segmentos tradicionais da economia limpa e renovável brasileira, como a fruticultura tropical de exportação — que historicamente enxerga na Europa o seu principal e mais exigente mercado consumidor —, apresentaram um desempenho que desmistifica qualquer narrativa de “boom” comercial pós-tratado.

Esse resultado ainda tímido é admitido pelo governo brasileiro. Paulo Matheus, coordenador do escritório da Apex em Portugal e ex-conselheiro nacional do Sebrae, disse ao RR que o governo reconhece com transparência que a implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia não representa um caminho sem obstáculos. “Há questões estruturais que precisam ser superadas, para que o Brasil aproveite plenamente as oportunidades geradas. No entanto, a visão institucional é de otimismo pragmático. O acordo é um motor de desenvolvimento, desde que acompanhado de políticas públicas assertivas”.

Em termos práticos, o que se observa nas transações transatlânticas do primeiro mês do pacto é a manutenção rigorosa de dinâmicas estruturais antigas e uma paralisia burocrática institucionalizada. As reduções tarifárias imediatas, que incidiram de forma marginal sobre cotas rigidamente controladas, ainda não alteraram a competitividade real do produtor brasileiro de médio porte no Velho Continente. O otimismo corporativo esbarrou na manutenção de barreiras não-tarifárias, exigências fitossanitárias e de sustentabilidade ecológica de última hora impostas pelo parlamento europeu, neutralizando qualquer ganho alfandegário nominal.

Enquanto analistas governamentais e painéis de consultoria apressam-se em justificar a timidez dos números alegando “prazos naturais de maturação de contratos internacionais”, o saldo comercial global do Brasil com o bloco europeu registrou uma expansão robusta. O paradoxo está armado: se o setor de manufaturados permanece estagnado e o agronegócio de transição ainda apresenta resultados contidos, o que está sustentando e expandindo o superávit brasileiro com a Europa?

A resposta exige afastar o ruído propagandístico e focar na infraestrutura pesada da economia global. Não foram as laranjas de São Paulo, os melões do Rio Grande do Norte ou as mangas do Vale do São Francisco que equilibraram as contas e geraram o salto nas divisas externas neste primeiro mês de vigência. Parafraseando a célebre máxima da campanha presidencial americana de 1992, adaptada à crueza geopolítica e energética de 2026: “É o fóssil, estúpido!”.

A contradição é que o acordo vendido como ponte para uma nova economia verde estreia sustentado pela commodity mais antiga da velha economia industrial: o óleo bruto. É essa fratura entre discurso ambiental e dependência energética que dá o tom do primeiro balanço do tratado.

A ilusão das frutas e a rigidez do calendário agrícola

Para compreender como essa maquiagem estatística opera no topo do Ministério do Desenvolvimento, é preciso descer ao nível dos dados setoriais e analisar o comportamento daquilo que o governo classifica como o “futuro sustentável” das exportações brasileiras. A fruticultura não é aqui o centro da história; é a prova mais didática do contraste. Tomemos como estudo de caso o comportamento histórico e atual do Capítulo NCM 08 (Frutas; cascas de frutos cítricos e de melões), um dos segmentos mais celebrados pelos negociadores do acordo UE-Mercosul como beneficiário direto do desmantelamento das tarifas aduaneiras.

Abaixo, um estudo feito pelo RR com as séries históricas do Comex Stat. Os estudos revelam que entre os anos de 2020 e 2026 há uma radiografia precisa da incapacidade do tratado em alterar as correntes reais de comércio no curto prazo.

Para mapear a evolução estrutural e entender como a balança comercial Brasil-União Europeia chegou ao desenho atual, consolidei os dados oficiais do Comex Stat (MDIC) abrangendo o período acumulado de janeiro a maio de cada ano, de 2020 a 2026. Esta série histórica revela com clareza o momento exato em que o petróleo bruto virou a grande força motriz das exportações para o bloco europeu, deixando o agronegócio tradicional e a fruticultura em patamares de crescimento muito mais discretos.

 

Exportações brasileiras para a União Europeia — Acumulado de janeiro a maio (Em Bilhões de US$ FOB)

Categoria / Capítulo NCM Jan-Mai 2020 Jan-Mai 2021 Jan-Mai 2022 Jan-Mai 2023 Jan-Mai 2024 Jan-Mai 2025 Jan-Mai 2026 Variação Total (2020-2026)
NCM 27 (Petróleo e Combustíveis) 1,85 2,10 4,20 4,85 5,10 5,42 7,15 + 286,5%
NCM 12 (Soja e Oleaginosas) 2,40 2,85 3,30 3,15 2,98 3,10 3,25 + 35,4%
NCM 09 (Café) 0,95 1,02 1,40 1,35 1,38 1,45 1,58 + 66,3%
NCM 26 (Minérios e Escórias) 0,90 1,35 1,25 1,10 1,15 1,20 1,18 + 31,1%
NCM 08 (Frutas – em Milhões) 230 mi 285 mi 272 mi 290 mi 305 mi 315 mi 332 mi + 44,3%

Fonte: Camex (2026)

 

Análise histórica do fluxo comercial

  • Ponto de virada energético (2022): Observe-se o salto na linha do petróleo (NCM 27) entre 2021 e 2022, quando o valor praticamente dobra de US$ 2,1 bilhões para US$ 4,2 bilhões. Esse movimento coincide com o início do redesenho geopolítico europeu para substituir os fornecedores do Leste Europeu, consolidando o pré-sal brasileiro como parceiro estratégico de segurança energética.
  • Arrancada de 2026: Entre 2025 e 2026, o crescimento do petróleo dá mais um salto expressivo (+31,9%), atingindo o recorde de US$ 7,15 bilhões para o período. Esse montante isolado já supera a soma dos três principais pilares do agronegócio e extrativismo mineral tradicional (Soja + Café + Minério) juntos.
  • Estabilidade e teto na fruticultura (NCM 08): O setor de frutas (representado em milhões na tabela para adequação de escala) mostra um crescimento orgânico e gradual ao longo de sete anos, subindo de US$ 230 milhões para US$ 332 milhões. Os dados provam que, apesar de saudável, a fruticultura opera dentro de limites estruturais e não possui capacidade de escala para alterar os rumos macroeconômicos da balança comercial como os setores extrativos.

 

Exportações brasileiras de frutas (Apenas o mês de maio — NCM 08)

Ano (Mês de Maio) Valor das Exportações (US$ FOB) Volume Exportado (Toneladas) Preço Médio por Tonelada (US$/t)
Maio / 2020 43.165.753 51.528 $ 837,71
Maio / 2021 64.912.441 74.073 $ 876,33
Maio / 2022 56.401.890 54.492 $ 1.035,05
Maio / 2023 68.109.112 58.749 $ 1.159,32
Maio / 2024 77.415.820 62.331 $ 1.242,01
Maio / 2025 82.150.300 63.192 $ 1.300,01
Maio / 2026 85.640.110 64.870 $ 1.320,18

Fonte: Camex (2026)

 

À primeira vista, o defensor do acordo apontará para o valor de US$ 85.640.110 registrado em maio de 2026 como o ápice financeiro da série histórica, argumentando que a entrada em vigor do tratado impulsionou o setor. Essa leitura, contudo, desconsidera dois fatores fundamentais da economia real e da economia agrícola: a inflação global de commodities alimentares e as janelas biológicas de safra.

Ao analisarmos a coluna do volume exportado, percebe-se que o verdadeiro recorde físico da série ocorreu há meia década, em maio de 2021, quando o Brasil embarcou 74.073 toneladas de frutas. Em maio de 2026, com o acordo plenamente ativo, o país movimentou apenas 64.870 toneladas — uma retração estrutural de mais de 12% em volume frente ao pico histórico. O crescimento do faturamento em dólares não decorre de maior penetração de mercado ou de vantagens competitivas trazidas pela diplomacia tarifária, mas sim do aumento consistente do preço médio por tonelada, que saltou de US$ 837,71 em 2020 para US$ 1.320,18 em 2026. Trata-se de um fenômeno puramente monetário e inflacionário, puxado pelo encarecimento dos custos de insumos agrícolas, fertilizantes e fretes internacionais, e não de um ganho de escala comercial gerado por acordos internacionais.

Há, ainda, fatores geográficos e sazonais que nenhum burocrata em Bruxelas pode alterar com uma canetada. O mês de maio configura, historicamente, o epicentro do período de entressafra das principais frutas que o Brasil exporta em larga escala para a Europa, como os melões do Nordeste setentrional e as mangas cultivadas no Vale do São Francisco. O ciclo agronômico dessas culturas faz com que o pico dos embarques ocorra obrigatoriamente no segundo semestre de cada ano, especificamente entre os meses de outubro e dezembro, para atender à demanda de inverno do mercado europeu.

Apostar que o acordo UE-Mercosul transformaria os resultados de maio em um marco de expansão agrícola imediata denota um profundo desconhecimento da logística interna brasileira. O produtor de frutas não altera o ciclo biológico da planta nem os contratos de frete marítimo refrigerado preexistentes apenas porque um tratado foi assinado. Consequentemente, o impacto da redução tarifária sobre o agronegócio de alto valor agregado revelou-se inócuo neste primeiro teste prático. O setor continua operando sob os mesmos limites físicos, logísticos e sazonais de sempre.

Geopolítica do petróleo brasileiro

Se o agronegócio de exportação sustentável andou de lado no primeiro mês do acordo, o que explica o robusto incremento de capital na balança comercial entre o Brasil e a União Europeia? Para solucionar a equação, é preciso erguer os olhos do chão dos pomares e fitar as plataformas de exploração em águas ultra profundas na Bacia de Santos e na Bacia de Campos. O motor oculto — embora ostensivo nos relatórios de comércio exterior — que realmente garantiu a sustentação das contas e o dinamismo financeiro das relações Brasil-UE neste início de 2026 atende pela classificação de óleos brutos de petróleo. O problema não está no petróleo em si, mas no uso de sua força estatística para vender como diversificação comercial aquilo que, na prática, é aprofundamento da dependência fóssil.

A Europa de 2026 vive o ápice de um rearranjo estrutural em sua matriz de abastecimento energético. O prolongamento definitivo do isolamento dos hidrocarbonetos russos e a crescente instabilidade política no Oriente Médio obrigaram as refinarias europeias a consolidar fornecedores alternativos que combinassem segurança jurídica, previsibilidade de entrega e, acima de tudo, escala de produção industrial. É exatamente neste vácuo geopolítico que o pré-sal brasileiro se transformou no verdadeiro pilar de sustentação das necessidades energéticas do Velho Continente.

O volume de óleo cru brasileiro direcionado a portos como Roterdã (Holanda), Le Havre (França) e Sines (Portugal) registrou uma escalada sem precedentes no primeiro semestre deste ano. Enquanto a diplomacia se esforça para vender a imagem de uma parceria baseada em padrões ambientais elevados e intercâmbio tecnológico verde, a realidade dos navios-tanque expõe uma simbiose puramente fóssil. O Brasil converteu-se em um dos principais garantidores da segurança energética europeia a curto prazo, fornecendo o combustível necessário para manter a indústria continental operacional enquanto suas metas de descarbonização patinam em crises fiscais internas.

O impacto desse fluxo de petróleo sobre a balança comercial é avassalador quando comparado a qualquer outro setor da economia nacional. Enquanto toda a cadeia de exportação de frutas brasileiras superou por pouco os US$ 85 milhões em maio de 2026, um único carregamento de um superpetroleiro do tipo VLCC (Very Large Crude Carrier) operando no pré-sal carrega o equivalente a dois milhões de barris de petróleo. A preços de mercado em 2026, uma única dessas embarcações representa um valor de exportação que supera, isoladamente, o faturamento mensal de setores agrícolas inteiros combinados.

É essa avalanche de dólares gerada pela exportação de óleo bruto que mascara a estagnação dos demais setores e injeta uma falsa sensação de sucesso aos resultados iniciais do acordo UE-Mercosul. A balança comercial Brasil-União Europeia expandiu-se não porque os produtos industriais brasileiros ganharam competitividade em solo europeu, ou porque o vinho gaúcho e o suco de laranja paulista invadiram os supermercados de Berlim e Paris. Ela expandiu-se porque a indústria europeia precisa queimar petróleo cru brasileiro para continuar funcionando.

Anatomia do bloco econômico

Existe uma contradição intrínseca, quase esquizofrênica, na condução da política externa e comercial que une a União Europeia ao Mercosul neste ano de 2026. De um lado, os discursos oficiais e os preâmbulos dos tratados são repletos de condicionalidades ecológicas severas. Exige-se do Brasil o cumprimento estrito de metas de desmatamento zero, rastreabilidade completa de cadeias produtivas agropecuárias e conformidade com as diretrizes do Pacto Ecológico Europeu (Green Deal). O setor produtivo brasileiro de alimentos é submetido a escrutínios diários e auditorias internacionais severas para conseguir validar o embarque de um contêiner de frutas ou carne.

Por outro lado, essa mesma Europa que adota uma postura de severidade fiscal-ecológica com o agronegócio e a indústria de transformação fecha os olhos para a pegada de carbono massiva do principal produto que importa do território brasileiro. O petróleo cru não sofre as sanções morais ou as barreiras não-tarifárias que travam o desenvolvimento do comércio de manufaturados. Não há exigência de rastreabilidade de emissões de escopo 3 que impeça a entrada do óleo bruto do pré-sal nos portos europeus.

Essa dualidade escancara a assimetria e a hipocrisia estrutural das relações de troca entre os blocos:

  • Para o agronegócio e indústria: Exigências de conformidade ecológica de última geração, barreiras técnicas e um processo burocrático de liberação aduaneira que transformou o primeiro mês do acordo UE-Mercosul em um labirinto legal improdutivo.
  • Para as commodities fósseis: Tapete vermelho, agilidade aduaneira e liquidez financeira imediata. A urgência energética atropela os manuais de sustentabilidade de Bruxelas.

O resultado econômico dessa dinâmica é a consolidação de uma pauta exportadora profundamente reprimarizada e dependente do setor extrativista mineral. Ao celebrar o saldo positivo da balança comercial com a Europa sob o pretexto do sucesso do novo tratado, o governo brasileiro corre o risco de confundir faturamento fóssil temporário com desenvolvimento econômico estrutural. O país financia suas importações de bens de capital e tecnologia de ponta da Europa entregando em troca sua riqueza mineral exaurível, repetindo o mesmíssimo figurino colonial de trocas que o continente sul-americano desempenha desde o século XVI, agora pintado com as cores das plataformas de perfuração em alto-mar.

Entre o papel e o porto: estagnação e atrasos

O primeiro mês de vigência prática do acordo União Europeia-Mercosul expõe um descompasso brutal entre o entusiasmo das cúpulas diplomáticas e o cotidiano burocrático de quem opera o comércio exterior na ponta final. Relatos diretos de importadores brasileiros de alimentos e de nichos específicos, como o mercado de açaí, confirmam que o tratado ainda não saiu do papel em termos de facilitação comercial ou desoneração. A percepção generalizada é de absoluta estagnação; os operadores afirmam categoricamente que, até a presente data, não sentiram qualquer impacto positivo nas tarifas ou na desburocratização dos processos de entrada de mercadorias, evidenciando que a máquina institucional dos blocos ainda patina na transição para as novas regras de livre-comércio.

Para além da ausência de vantagens econômicas imediatas, a realidade portuária trouxe um complicador adicional nas últimas semanas: o aumento do tempo de retenção de cargas na alfândega. Em vez do prometido fluxo ágil de mercadorias, os importadores relatam que a liberação de contêineres se tornou ainda mais morosa. Sob a justificativa de fiscalizações habituais, as autoridades aduaneiras mantêm o processo sob sigilo operacional, sem oferecer justificativas claras para o gargalo recente. Esse cenário de lentidão portuária e silêncio burocrático transforma a expectativa de integração e eficiência em frustração técnica, forçando as empresas a lidarem com custos logísticos imprevisíveis em um ambiente que, na prática, continua exatamente igual ou mais travado do que antes do tratado.

A visão do governo brasileiro

Um dos pontos de atenção, segundo Paulo Matheus, é a adaptação das pequenas empresas às novas exigências do mercado europeu, especialmente no que tange às pautas de ESG (Environmental, Social, and Governance). Não se pode comparar a estrutura de uma pequena empresa com a de grandes corporações; portanto, o papel da Apex e do Sebrae é fundamental para reduzir esse gap competitivo.

Para superar as barreiras de entrada, a estratégia está focada em programas estruturados de longo prazo:

  • Programa PEIEX: A Apex atua na capacitação direta das empresas através do PIEX, onde professores dedicados acompanham as empresas por seis meses, preparando-as para a jornada exportadora.
  • Parcerias Estratégicas: Em dezembro de 2025, foi assinado um convênio com 1500 cooperativas, reforçando o compromisso de escala na capacitação.
  • Foco no Setor Agroindustrial: Paulo Matheus aponta o agronegócio como a grande aposta. O governo está atento às cadeias agroindustriais e priorizará o suporte técnico para que esses pequenos produtores alcancem os padrões exigidos pelo mercado europeu.

A recomendação de Matheus é para pequenas e médias empresas que desejam acessar o mercado europeu, buscar associações setoriais (como a Abrafrutas), que atuam como facilitadoras. O governo, em conjunto com o MDIC e o Sebrae, está monitorando os dados e aumentando a oferta de professores e consultores especializados para garantir que as dificuldades técnicas não se tornem impeditivos permanentes.

Leia Também

Todos os direitos reservados 1966-2026.

Rolar para cima