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No mercado já se dá como certo que o BTG vai enxugar consideravelmente a equipe do Julius Bauer no Brasil – operação adquirida no início desta semana por R$ 615 milhões. Além da natural superposição de cargos, o custo de manutenção dos principais gestores do banco suíço é tido como elevado. Nos últimos anos, na tentativa de conter o êxodo de executivos, a instituição elevou significativamente salários e bônus de performance. Com a aquisição, o BTG incorpora uma carteira de ativos sob gestão e custódia no total de R$ 70 bilhões. Segundo fonte que participou das negociações, desde o início do processo de venda, o banco de André Esteves foi o candidato que se sentou à mesa de forma mais agressiva, despontando como favorito para sacramentar a operação – conforme o RR antecipou. Procurado, o BTG não quis se pronunciar.
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