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Acervo RR
A Previ se rendeu aos fatos. Depois de tentar vender o Complexo de Sauípe e não encontrar comprador, perder todas as redes hoteleiras que atuavam no resort, ver fracassada a tentativa de reestruturar financeiramente o negócio com cortes operacionais e, por último, investir, sem resultado mais, R$ 30 milhões, o fundo de pensão vai partir agora para uma cartada radical. O empreendimento deverá ser fatiado,para a posterior venda em separado dos ativos. A solução adotada pela direção da Previ facilita a solução do imbroglio, já que um dos grandes problemas sempre foi encontrar um interessado em arrematar tudo. A questão será convencer o governo da Bahia a aceitar a divisão. Por esse modelo, o resort deixaria de existir, dando lugar a uma zona hoteleira, sem administração comum. Porém, pesa a favor do fatiamento a realidade delicada, do ponto de vista financeiro, do Complexo de Sauípe. O negócio virou um saco sem fundo. Além dos R$ 30 milhões aportados este ano, a Previ terá de desembolsar mais R$ 20 milhões – ver RR – Negócios & Finanças edição nº 3.957. A estimativa de lucro para este ano já foi trocada pela Sauípe S/A, administradora do resort, por uma projeção de mais prejuízo . O fundo trabalha com a estimativa de que precisará de mais cinco anos para alcançar o breakeven, o que era para ter acontecido há três anos.
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