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21.11.17
ED. 5749

Legado olímpico

A Tishman Speyer já baixou em 40% o valor da locação do Aqwa Corporate, no Porto Maravilha, no Rio. Ainda assim, cerca de 70% do prédio seguem vazios. A empresa diz que as condições adversas do mercado “não estão restritas a um empreendimento ou região específica” e afirma que o “edifício repetirá o sucesso de outros projetos”.

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23.03.17
ED. 5584

Cidade-fantasma

A incorporadora norte-americana Tishman Speyer não apenas suspendeu novos investimentos na área do Porto Maravilha, no Rio, como desmobilizou a equipe que trabalhava nos projetos. Por ora, os norte-americanos vão manter os dois terrenos que têm na região à espera de dias melhores. Até porque vendê-los agora seria prejuízo na certa.

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01.02.17
ED. 5551

Porto depressão

A norte-americana Tishman Speyer já está oferecendo imóveis para alugar na outrora badalada região do Porto Maravilha, na zona portuária do Rio, a preços até 40% mais baixos do que o valor inicial.

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17.11.16
ED. 5497

Salas vazias

A americana Tishman Speyer está penando para alugar os escritórios do prédio que ergueu na área do Porto Maravilha, no Rio. O encalhe ainda está na casa dos 80%. Consultada, a empresa afirma que, “passada a crise, o edifício estará bem posicionado na retomada do mercado”.

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03.12.15
ED. 5261

Porto Maravilha

 Aproveitando-se da depreciação dos ativos imobiliários no Brasil, o fundo norte-americano Advent deverá se associar a dois grandes empreendimentos no Porto Maravilha, no Rio.

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14.07.15
ED. 5162

Caixa Econômica

 O projeto de revitalização da Zona Portuária do Rio, o chamado Porto Maravilha, está prestes a sofrer um duro desfalque. A Caixa Econômica deverá reduzir ou mesmo suspender, de uma só vez, o financiamento a cinco grandes empreendimentos imobiliários na área, no valor de R$ 1,5 bilhão. Oficialmente, a CEF nega os cortes.

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09.04.15
ED. 5097

Búlgaros tiram Trump Towers da prancheta

 Depois de muitas idas e vindas, tudo indica que o Trump Towers, um dos maiores projetos imobiliários do Rio de Janeiro, enfim, vai sair do chão. Ao contrário do que o nome possa sugerir, a solução não passa pelo magnata Donald Trump, um dos idealizadores das torres comerciais na região do Porto Maravilha. A argamassa que dará liga ao empreendimento vem da Bulgária, terra dos Rousseff. A MRP International, companhia de investimentos imobiliários com sede em Sofia, será a responsável pela construção dos cinco prédios de escritórios orçados em R$ 5 bilhões.  O nome original, Trump Towers, será mantido, mais pelo apelo comercial do que por qualquer participação do investidor norte-americano. Donald Trump não passará nem na porta dos edifícios. Apenas sublocará, digamos assim, seu sobrenome para a marca fantasia do empreendimento. Os parceiros da MRP serão a construtora paulista Even e a inglesa Salamanca Group.

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Tishman Speyer, CHL e Sandria, entre outras incorporadoras menos votadas, entraram em estado de alerta no Rio de Janeiro. Nada a ver com as chuvas de verão. A Caixa Econômica estaria revendo novos financiamentos para a compra de imóveis comerciais em construção no Porto Maravilha – formalmente, o banco nega. Só a Tishman Speyer está investindo R$ 1,5 bilhão na região.

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10.04.14
ED. 4849

“Trump Towers” balançam antes mesmo de sair do chão

 Um a um, todos os projetos imobiliários de Donald Trump no Brasil têm virado ruína sem sequer sair do papel. O exibido personagem nunca desmorona sozinho; a cada fracasso, leva consigo uma fieira de parceiros. Que o digam a construtora paulista Even, a espanhola Salamanca Group e a incorporadora búlgara MRP International. O trio está tentando sair dos escombros e salvar o projeto de construção de cinco torres comerciais na Avenida Francisco Bicalho, próximas a  região portuária do Rio de Janeiro. Na semana passada, Trump teria comunicado aos sócios sua saída do negócio, colocando em risco a continuidade do projeto. O investidor norte-americano era o principal fiador do empreendimento, orçado em R$ 2 bilhões. Dizia, inclusive, estar trazendo para o projeto um grande fundo de pensão dos Estados Unidos. Even, Salamanca Group e MRP já saíram em busca de um novo parceiro capaz de garantir a construção dos cinco edifícios – por ironia, batizados de “Trump Towers”. Correm contra o relógio: o início das obras estava originalmente previsto para o segundo semestre deste ano. A desistência de Donald Trump é fator de apreensão para os próprios investidores do mercado imobiliário. No setor, há um receio de que um eventual cancelamento do projeto cause um efeito dominó, desestimulando outros investimentos programados para a região. O Porto Maravilha, área que passa por um grande processo de reurbanização a reboque dos Jogos Olímpicos de 2016, concentra alguns dos maiores empreendimentos imobiliários em andamento no Rio. Even, Salamanca Group e MRP tentam escapar do obituário de parcerias que acompanha as frustradas investidas de Donald Trump no Brasil. Entre outros investidores, figuram nesta lista a família Depieri, uma das acionistas do laboratório Aché, e os Meyerfreund, antigos controladores da fabricante de chocolates Garoto. No início da década passada, ambos embarcaram em projetos capitaneados por Trump no Brasil, acreditando estar a bordo de um transatlântico. Quando deram por si, eram passageiros de uma canoa furada. a€ época, foram sócios da Trump Realty Brazil, criada em 2003 e pouco depois desativada. Entre os fracassos do magnata norte-americano no país, o mais retumbante foi o Villa Trump – o Narciso do real estate só acha bonito o que leva o seu nome. O projeto previa a construção de um condomínio de luxo em Itatiba (SP), ao custo de US$ 100 milhões. Os 500 lotes, cada um com cinco mil metros quadrados, o hotel de luxo e o campo de golfe assinado pelo ex-jogador norte-americano Jack Niklaus – uma das lendas da modalidade – nunca saíram da maquete.

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02.04.14
ED. 4843

“Caixa Maravilha”

 A Caixa Econômica Federal vai se juntar a investidores do setor imobiliário para levantar cinco torres comerciais na área do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. O banco deverá entrar na empreitada com duplo chapéu: como financiador e sócio dos projetos. O desembolso da CEF pode chegar aos R$ 500 milhões.

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07.01.14
ED. 4811

Salamanca

A quem interessar possa: Olavo Monteiro de Carvalho busca sócios para investir no setor imobiliário, notadamente em projetos no Porto Maravilha, no Rio.

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07.01.14
ED. 4811

Caixa maravilha

A Caixa Econômica vai anunciar em breve um pacote de financiamento para projetos imobiliários no Porto Maravilha, no Rio. O crédito será liberado por meio da emissão de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs).

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19.11.13
ED. 4780

Maravilha?

 Sinal de que o tal Porto Maravilha”, no Rio de Janeiro, não é tão maravilha assim. A Petros tem recusado sucessivas ofertas para investir em projetos imobiliários na região.

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21.08.13
ED. 4717

Trump in Rio

Donald Trump, que já espalhou muita espuma e pouco concreto no Brasil, estaria comprando dois grandes terrenos na Zona Portuária do Rio. Trump, ressalte-se, já anunciou um grande empreendimento imobiliário na área do Porto Maravilha.

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10.07.13
ED. 4687

Caixa maravilha

Aviso aos navegantes dispostos a atracar no Porto Maravilha, o superprojeto imobiliário e urbanístico na zona portuária do Rio. A Caixa Econômica Federal vai negociar cerca de R$ 300 milhões em Certificados de Potencial Adicional de Construção, os Cepacs. Os títulos poderão ser usados para o financiamento de obras na região.

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31.05.13
ED. 4659

Tishman Speyer finca suas pilastras no Porto do Rio

 A norte-americana Tishman Speyer, uma das mais importantes incorporadoras imobiliárias do mundo, está montando um cantinho para chamar de seu na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Faltam poucos tijolos e uma pá de massa para a companhia fechar o que promete ser o seu maior projeto já feito no Brasil: a construção, em uma só tacada, de quatro grandes empreendimentos comerciais na região. O investimento deve passar de R$ 1 bilhão. Parte destes recursos deverá sair do Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (FII PM), criado pela Caixa Econômica Federal para financiar projetos na área.  A Zona Portuária tornou- se um eldorado imobiliário no Rio de Janeiro. A área está passando por um grande projeto de reurbanização com vistas aos Jogos Olímpicos. Nos últimos cinco anos, o valor do metro quadrado na região já subiu mais de 300%. O empreendimento da Tishman Speyer prevê a construção de quatro torres comerciais de alto padrão. Duas delas ficarão na área conhecida como Porto Maravilha. A terceira será erguida no início da Avenida Brasil, em frente do Porto do Rio. O quarto prédio subirá em frente a  Cidade do Samba, em terreno localizado no chamado Pátio da Marinha.

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09.10.12
ED. 4504

Título sem fundo

 Ainda é cedo para se dizer que a CEF fez um mau negócio. Mas os Cepacs, títulos relacionados a  construção de imóveis em áreas urbanas remodeladas, são uma nota furada. Por ora, não entrou um único centavo privado nos fundos que o banco criou com Cepacs do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. O negócio deverá ser retomado apenas em 2013. Procurada, a Caixa silenciou.

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