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07.05.18
ED. 5861

Pule de dez

David Neeleman já dá como certo que a chinesa HNA vai decolar de vez do capital da Azul. A United Airlines é pule de dez para ficar com o restante da participação dos asiáticos. Saltaria, assim, de 8% para 25% do capital.

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26.05.17
ED. 5627

Tripla aterrissagem

Além da aquisição da parte da Odebrecht no Galeão, a chinesa HNA também está no páreo para comprar uma fatia de 49% dos aeroportos de Brasília e de São Gonçalo do Amarante (RN). Ambos são controlados pela argentina Corporación América.

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12.12.16
ED. 5514

O incômodo é Azul

A decisão da Gávea Investimentos de deixar o capital da Azul trouxe a reboque um ponto de interrogação. Na companhia aérea há fortes dúvidas quanto à disposição do chinês HNA Group de exercer sua opção de compra sobre a participação da gestora de recursos, que será ofertada a todos os demais acionistas. Com a operação, a fatia dos asiáticos no capital da Azul saltaria de 23% para quase 40%. Só que tudo em preferenciais.

É muita ação para pouco poder. Não foi bem para isso que o HNA aterrissou na Azul. Em grande parte, o HNA Group entrou no negócio atraído pela promessa de um IPO da Azul no Novo Mercado, o que abriria caminho para a conversão de todas as preferenciais em ordinárias. A operação, no entanto, jamais decolou. Tem sido sucessivamente adiada, para todos os efeitos por conta das condições adversas do mercado.

Mesmo tendo apenas 8% do capital total, David Neeleman segue com o maior bolo das ONs: 67%. Os chineses tinham ainda a expectativa de que o governo soltaria as amarras da participação estrangeira no setor. No entanto, o tempo passou e o teto de 20% das ordinárias permanece intocável.

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13.05.16
ED. 5368

Carona

 O grupo chinês HNA vai do céu ao asfalto. Sócio da Azul , estaria se negociando sua associação à operação brasileira do Uber. Consultado, o Uber nega a operação. A conferir.   Por falar em Uber, o aplicativo deverá ganhar um concorrente de peso. A chinesa Didi Kuaidi, com valor de mercado de US$ 25 bilhões, vai desembarcar no país para oferecer o seu sistema de caronas pagas.

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24.03.16
ED. 5334

Azul ganha sotaque português em reestruturação societária

 David Neeleman vai tirar o passaporte da União Europeia para a Azul. O primeiro movimento é empurrar a companhia aérea para dentro da compra da TAP , conforme antecipou o RR de 29/07/15. A operação já está sendo finalizada. O próximo passo para “europeizar” a Azul seria a criação de uma holding portuguesa, que juntaria no mesmo bagageiro a TAP e teria ações negociadas na Bolsa de Lisboa. O controle econômico da nova empresa seria do consórcio Atlantic Gateway, que comprou a TAP e detém 80% do capital econômico da companhia aérea. Participam do consórcio o grupo chinês HNA, o empresário lusitano Humberto Pedrosa, a Azul e David Neeleman. Os direitos políticos (voto) da holding, entretanto, serão compartilhados com o governo português. A “europeização” está em sintonia com o Código Brasileiro de Aeronáutica, que estabelece em 49% o limite de participação estrangeira no capital de companhias aéreas no país. Procurada, a Azul nega a mudança societária.  Segundo o RR apurou, a holding de Neeleman e do governo português teria justamente esse percentual no capital da Azul (49%), ficando na espreita para a liberação de participação estrangeira em 100% do capital acionário. Para isso, está prevista a opção de compra pela holding de novos lotes de ações na Azul. Nos planos de Neeleman, o projeto caminhará para uma fusão das companhias com uma futura unificação das marcas. A medida trará imediatos ganhos financeiros e operacionais, com o compartilhamento da gestão das duas empresas e a redução do “risco fronteira” da Azul. Parte da frota da companhia aérea brasileira já foi transferida para a TAP. A dupla luso-brasileira já fechou um acordo de code share. Trata-se apenas de uma aperitivo frente ao que está por vir.

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27.11.15
ED. 5257

Pista aberta

 A entrada da chinesa HNA na Azul abriu a porteira. As demais companhias esperam que o governo libere o aumento do capital estrangeiro no setor até meados do ano que vem.

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