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Açucar
No caso do Brasil, o impacto da sobretaxa de até 210% imposta pelo México às importações de açúcar deve ser analisado sob dois ângulos. Em termos práticos, o “tarifazo” do governo Claudia Sheinbaum terá efeito restrito. O México está longe de figurar entre os principais compradores do açúcar brasileiro. No ano passado, as exportações para aquele país somaram pouco mais de US$ 100 milhões, ou 5,5% dos embarques totais (US$ 18 bilhões). Porém, do ponto de vista das relações exteriores, a decisão do México pegou o governo brasileiro no contrapé. A medida veio no momento em que os dois países costuram a ampliação dos seus acordos comerciais e possibilidades de investimentos recíprocos. As tratativas tiveram início no último mês de agosto, quando o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Geraldo Alckmin, reuniu-se com Claudia Sheinbaum na Cidade do México.
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