Infraestrutura
Quem vai ficar com o lixo de São Paulo?
Assessores do governador Tarcísio de Freitas têm feito sondagens junto a grandes grupos do setor com a missão de atrair competidores para os leilões de PPPs voltadas à gestão de resíduos sólidos em São Paulo. As primeiras licitações deverão ser realizadas no primeiro semestre do ano que vem. No Palácio dos Bandeirantes, a Orizon, que reúne uma miríade de investidores – SH1000 Participações, InfraBrasil FIP, FIP Multisetorial Plus e Hix Investimentos -, e o Grupo Lara, da família Damo, despontam como fortes candidatos. São dois dos maiores players do setor no país. A Orizon atua em 12 estados, com população total de 40 milhões de pessoas. Por sua vez, o Grupo Lara está presente também em 12 estados, além do Distrito Federal. Tem ainda operações na Índia. A ideia do governo paulista é dividir o estado em até 12 blocos regionais. A estimativa de investimentos beira os R$ 30 bilhões. O sucesso dos leilões, caso aconteça, permitirá ao presidenciável Tarcísio de Freitas atravessar 2026 botando banca de que consegue transformar até lixo em dinheiro.
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