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O governo Lula tenta reagir à deterioração da sua popularidade. O presidente da República tem discutido com o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, medidas para turbinar o Minha Casa, Minha Vida. Vai ter mais dinheiro em 2025 e, sobretudo, 2026, ano eleitoral.
O combustível virá principalmente do aumento do volume de crédito habitacional tanto por parte da Caixa Econômica quanto do Banco do Brasil. No caso da Caixa, circulam informações de que o banco deverá ajustar para cima o orçamento previsto para financiamento imobiliário neste ano, inicialmente de R$ 70 bilhões.
Não custa lembrar que, no ano passado, a instituição financeira errou a mão no seu planejamento orçamentário e, a partir de maio, o funding para empréstimos habitacionais começou a escassear, o que, inclusive, forçou a Caixa a mudar as regras dos financiamentos pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
Ao mesmo tempo, o governo cogita também ampliar o montante de recursos do FGTS para a habitação, originalmente de R$ 126 bilhões. O assunto já teria sido levado a integrantes do Conselho Curador do Fundo. Na equipe de Jader Barbalho, já se fala na entrega de 2,5 milhões de moradias até 2026, um aumento de 25% em relação à meta original, de dois milhões de imóveis. Desse total, ressalte-se, mais de 60% já estão contratados.
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