Mágoas diplomáticas da eleição da OEA respingam em Itaipu

Relações Internacionais

Mágoas diplomáticas da eleição da OEA respingam em Itaipu

  • 2/05/2025
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Como se não bastasse a acusação de que a Abin teria espionado autoridades do Paraguai, outro “incidente” diplomático está pesando contra nas negociações bilaterais para a renovação do Tratado de Itaipu. O governo do Paraguai sentiu-se traído pela posição do Brasil na recente eleição do secretário-geral da OEA. Às vésperas do pleito, o governo Lula decidiu se aliar à candidatura do chanceler do Suriname, Albert Ramdin, que acabou escolhido para o cargo. Havia uma costura prévia para que o Brasil apoiasse o ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Rubén Lezcano. Sem o respaldo brasileiro, outros países sul-americanos também viraram casaca e se uniram a Ramdin. Diante da revoada de potenciais votos, Lezcano se viu obrigado a retirar sua candidatura à OEA. Foi-se o candidato, mas ficaram as rusgas diplomáticas.

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