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20.01.22

Muito além do Brasil

A Havaianas, leia-se os Setubal e os Moreira Salles, trabalha a pleno vapor no projeto de abertura de lojas físicas na China. A meta é inaugurar ao menos dez pontos de venda ao longo deste ano.

Depois de se instalar na França e em Portugal, a tradicional rede Granado planeja agora abrir lojas nos Estados Unidos.

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08.11.21

Benchmarking

Se for instituída uma láurea entre os empresários que são um exemplo de filantropia no Brasil, os irmãos Moreira Salles ganham com uma distância a perder de vista. São a melhor tradução de como deveriam ser comportar os donos do dinheiro no país.

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31.03.21

Uma jazida de startups na CBMM

A compra de 26% da 2DM, de Cingapura, é só a ponta do iceberg. A Companhia Brasileira de Mineração e Metalurgia (CBMM), dos Moreira Salles, pretende montar um colar de startups. Segundo a fonte do RR, a meta seria fechar o ano com participações em até dez empresas desenvolvedoras de tecnologia. Consultada, a CBMM confirma que, no momento, “está em negociação para investimento estratégico em três startups, uma norte-americana e duas britânicas, com o objetivo de impulsionar ainda mais seu Programa de Tecnologia orientado para baterias.”

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05.02.21

O doce sabor da vitória na Cidade de Deus

Candido Botelho Bracher se despediu da presidência do Itaú Unibanco, na terça-feira, dia 2, deixando como último legado uma dura derrota. Pela primeira vez desde 2008, quando da fusão do Itaú com o Unibanco, o Bradesco alcançou um lucro maior do que o do seu concorrente: R$ 19,458 bilhões contra R$ 18,536 bilhões em 2020. Mais do que um revés pontual, os números sugerem o esgotamento da estratégia adotada pelos Setúbal.

Há 13 anos, o clã empenhou mundos e fundos junto aos Moreira Salles para incorporar o Unibanco e ascender ao topo do setor bancário nacional. Ou seja: os Setúbal entregaram alguns anéis e dedos para o Itaú ser maior do que o Bradesco. Talvez tenham pagado um preço alto demais. Em 2008, o total de ativos combinados de Itaú e Unibanco era 40% maior do que o do Bradesco.

Mais de uma década depois, a diferença encurtou para 28%. Vale registrar que o crescimento de ativos do Bradesco foi orgânico. O banco da Cidade de Deus não comprou ninguém. Em relação à lucratividade, o Bradesco tirou a distância de forma ainda mais rápida. Em 2008, o lucro do Itaú foi 38% superior ao do concorrente (R$ 10,571 bilhões contra R$ 7,625 bilhões).

Ao longo dos anos seguintes, o banco dos Setúbal e dos Moreira Salles ainda manteria uma lucratividade, na média, em torno de 29% superior à do Bradesco. No entanto, os ventos começaram a mudar de direção nos últimos três anos. Balanço a balanço, o Itaú veio perdendo terreno. Em 2018, seus ganhos foram 19% superiores ao do Bradesco; no ano seguinte, essa diferença caiu para apenas 9%. Em 2020, veio a virada. O feito foi celebrado pelo alto escalão da casa bancária de Osasco. O presidente da instituição, Octavio de Lazari, reuniu cerca de 100 integrantes da diretoria e deu a palavra de ordem para enfrentar os desafios de 2021: humildade. É a cara do Bradesco.

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20.11.20

Cinemas da fé

As Igrejas Evangélicas do Rio querem raspar o que sobrou de cinemas para transformá-los em templos religiosos. Já identificaram três casas. Há quem diga que uma parte do funding vem das campanhas eleitorais. A única certeza é que os cinemas da família Moreira Salles estão fora das aquisições.

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01.06.20

O preço da pandemia

Só mesmo a crise do coronavírus e a asfixia fiscal para fazer com que Romeu Zema tente vender parte da Codemig ao governo federal neste momento. O timing está longe de ser o ideal, devido à queda dos preços do nióbio, que se encontram no menor patamar em quase dois anos. O principal ativo da estatal mineira é a sua participação da CBMM, dos Moreira Salles.

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08.11.19

Bola ou búrica

Os Moreira Salles já bateram o martelo: se o projeto de clube empresa do deputado Pedro Paulo não passar, os irmãos e os investidores ao seu lado tiram o time de campo e desistem da ajuda ao Botafogo. A alternativa, a proposta de Sociedade Anônima do senador Rodrigo Pacheco, não lhes apetece.

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18.03.19

Nióbio provoca uma guerra fria entre Minas e os Moreira Salles

Há uma queda de braço subterrânea sendo travada entre a Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) e a Companhia Brasileira de Mineração e Metalurgia (CBMM), controlada pela família Moreira Salles. O enredo é sucinto: a Codemge entende que a CBMM não tem honrado o contrato para a exploração da reserva de nióbio de Araxá e vem repassando aos cofres públicos um valor inferior ao que deveria. A Companhia de Desenvolvimento é acionista majoritária da também estatal Codemig e responde pela participação desta última na joint venture com a CBMM.

Três pareceres emitidos por renomados escritórios de advocacia de fora de Minas Gerais apontaram a empresa dos Moreira Salles deve transferir ao estado 50% dos ganhos da mineradora. O estado e a CBMM dividem igualmente os direitos de lavra. Na prática, porém, a CBMM tem repassado 25% dos lucros com a operação. O que está em jogo é uma diferença de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão. Os números tomam como base os ganhos registrados pela companhia nos últimos três balanços.

O RR tem informações seguras de que esse questionamento está ocorrendo no âmbito do Conselho da Codemge. Mas, à medida que as empresas envolvidas foram sendo consultadas, verificou a existência do que poderia se chamar de uma operação-abafa. As partes se dispõem a tratar do assunto na superfície, mas evitam descer ao território dos detalhes, onde se revela a veracidade dos fatos. Em uma primeira consulta, no dia 12 de março, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais informou que “não há qualquer divergência com a CBMM e as transferências estão de acordo com a previsão contratual”.

No dia 14, perguntada pelo RR sobre a posição dos três escritórios de advocacia, a Secretaria respondeu que “o conselho da Codemge não é responsável pelo relacionamento com a CBMM”. Sobre os referidos pareceres, nenhuma linha. A mineradora dos Moreira Salles, por sua vez, também nega qualquer desacordo e diz que “os valores pagos à Codemig correspondem integralmente aos percentuais previstos na escritura pública”. Segundo a CBMM, a “participação da Codemig é trimestralmente submetida à revisão por auditores independentes, que atestam a regularidade dos pagamentos sem qualquer ressalva.” Há uma circunstância que corrobora o repasse dos royalties ao estado. Depois da tragédia de Brumadinho, as receitas da Vale em Minas Gerais vão desabar com a paralisação, sabe-se lá por quanto tempo, das atividades da companhia no estado, o que terá um grave impacto sobre a arrecadação fiscal. Nada mais natural que Romeu Zema busque formas de compensar essa perda.

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31.01.19

Ao pé do ouvido

Os irmãos Moreira Salles até chegaram a trocar ideias quanto às suas possibilidades na Editora Abril. O clã tem intimidade com o setor. Fernando foi sócio da IstoÉ e João é dono da Piauí.

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25.07.18

“Irmãos Frick”

Os irmãos Moreira Salles, Pedro, Walter, João e Fernando, decidiram aportar mais recursos na área da cultura. Os quatro já investiram cerca de R$ 400 milhões no Instituto Moreira Salles, no Rio, e no centro cultural, da Av. Paulista. O modelo dos irmãos é o magnata do aço, Henry Clay Frick, que deixou como herança para Manhattan um badalado museu de arte, a Coleção Frick.

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