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Fato raro: Benjamin Steinbruch encontra-se em posição de fragilidade em uma mesa de negociações. O pool de bancos com os quais a CSN negocia um empréstimo de até US$ 1,5 bilhão estaria empilhando um volume de condições para seguir adiante com a operação. Segundo informações que circulam no mercado, as instituições financeiras, à frente Santander e Morgan Stanley, exigem como garantia ações da CNS Cimentos e recebíveis do braço de siderurgia. Os bancos também estariam pressionando por cláusulas mais rígidas de covenants financeiros, com limites mais estreitos para indicadores como alavancagem e geração de caixa. Ou seja: a CSN poderá ficar sujeita a gatilhos automáticos de renegociação ou amortização antecipada caso determinados parâmetros de dívida líquida sobre Ebitda sejam ultrapassados. O endurecimento das condições é proporcional ao tamanho do passivo da CSN. No balanço mais recente, a dívida líquida consolidada do grupo gira em torno de R$ 37 bilhões, com uma parcela relevante concentrada em vencimentos entre 2026 e 2028. Procurada pelo RR, a CSN não se manifestou.
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