Buscar
Governo
A sucessão de Wolney Queiroz na Pasta da Previdência tornou-se um movimento sensível para o governo no tabuleiro da reforma ministerial. A iminente saída de Queiroz, que deverá disputar a eleição para a Câmara dos Deputados, se dá no meio da CPI do INSS, que gradativamente está se transmutando na CPI do Master. Some-se o fato de que a Comissão é o isqueiro que a oposição está acendendo nas vestes de Lulinha. Nesse contexto, ao contrário da solução encontrada para a maioria das Pastas, há resistências dentro do Palácio do Planalto em efetivar na cadeira de ministro o atual secretário-executivo, Felipe Cavalcanti e Silva. A avaliação é que ele não tem peso político para suportar o que pode vir pela frente a partir da CPI.
O Palácio do Planalto roda feito biruta, matutando sobre hipóteses aparentemente conflitantes entre si. Há quem entenda que Lula deve convencer Wolney Queiroz (PDT-PE) a seguir no cargo. É o caso do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Por outro lado, existem vozes que defendem até mesmo que o governo entregue outro Ministério ao PDT e o retire da Previdência. O argumento é que a presença do partido remete a suspeições que pairam sobre o INSS, sobretudo na gestão de Carlos Lupi.
Todos os direitos reservados 1966-2026.