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Justiça
A Polícia Federal mantém uma segunda frente de investigação sobre a exposição do Rioprevidência ao ecossistema do Banco Master, segundo informações filtradas da corporação. Além dos R$ 3,7 bilhões aplicados diretamente em títulos e fundos do banco, no centro da operação de busca e apreensão contra o ex-governador Claudio Castro, a PF tem indícios de que a entidade de previdência dos servidores do Rio de Janeiro também direcionou recursos para fundos e gestoras indicados pelo Master. A suspeita é que essas estruturas tenham funcionado como instituições-satélites, usadas para pulverizar formalmente os aportes e reduzir a aparência de concentração em um único grupo financeiro. Na prática, o dinheiro continuaria exposto ao mesmo núcleo de risco, ainda que distribuído por diferentes veículos, emissores e administradores. A nova linha da PF tenta mapear quais fundos receberam recursos do Rioprevidência, quem estruturou as operações, quais gestores atuaram como intermediários e se havia orientação deliberada para contornar limites internos de concentração.
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