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A Granado vem sendo cortejada por fundos de private equity. As sondagens têm como alvo tanto o acionista controlador, Christopher Freeman, quanto a sócia minoritária, a espanhola Puig, dona de 35% do capital. A cobiça dos investidores é alimentada pelos notáveis resultados obtidos pela empresa, sob a gestão de Freeman e de sua filha, Sissi Freeman. Nos últimos cinco anos, a Granado mais do que duplicou seu faturamento. Em 2024, atingiu R$ 1,6 bilhão em vendas, um aumento de 24% em relação ao exercício anterior. O potencial de aumento gradativo da receita em moeda forte é um dos pontos que despertam o apetite de private equities. A centenária companhia de beleza e higiene já tem lojas em Nova York, Londres, Paris, Madri, Lisboa e Cascais.
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