A bem-sucedida e derradeira missão de Pedro Parente na Azzas

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A bem-sucedida e derradeira missão de Pedro Parente na Azzas

  • 2/07/2025
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A saída de Pedro Parente do cargo de chairman da Azzas 2154, a holding criada com a fusão da Arezzo&Co e da Soma, causou surpresa entre os próprios integrantes do Conselho. A mudança no comando do colegiado não estava no script. O que se diz nos bastidores é que Parente acabou pagando um certo preço por ter cumprido a missão de costurar o acordo entre os dois principais acionistas da companhia, Alexandre Birman e Roberto Jatahy. Mesmo sendo sabidamente um personagem habilidoso e conciliador, com notória capacidade de diálogo, o ex-ministro sofreu desgaste ao articular a trégua entre dois desafetos. Era difícil que isso não acontecesse. Birman e Jatahy passaram os últimos meses desferindo críticas recíprocas dentro da Azzas. O acordo entre ambos anunciado anteontem envolveu a redução do Conselho, não apenas com a substituição de Parente, que deu lugar a Nicola Calicchio, mas também com as saídas de Anna Chaia e José Ernesto Bologna. Mesmo fora do cargo, Parente provou mais uma vez ser um craque. Sai da Azzas com o mérito de ter sido o principal condutor de um cessar-fogo que parecia impossível.

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