Arquivos Venture capital - Relatório Reservado

Categoria: Venture capital


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Venture capital

Softbank avança no enxugamento da sua carteira no Brasil

22/05/2026
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O Softbank tem movimentos engatilhados para reduzir sua exposição no Brasil. Há um zunzunzum no mercado que o banco japonês vai deixar integralmente o capital da Omie e da CRMBonus. Parte do caminho já foi percorrida no ano passado, quando a instituição financeira fez sua saída parcial das duas empresas. Também estaria no radar a venda de uma parcela da sua participação no Quinto Andar e na Olist. Trata-se de uma mudança de fase do SoftBank no país. Dono do Vision Fund 1, o maior fundo de tecnologia já criado, com mais de US$ 100 bilhões, o grupo japonês já sinônimo de cheque gordo, valuation esticado e crescimento acelerado. Esse tempo ficou no passado, especialmente no caso das startups brasileiras. A lógica agora é vender fatias, reciclar capital e diminuir posições que já consumiram boa parte de seu ciclo de maturação. A Omie é o caso mais emblemático. Em setembro de 2025, a companhia levantou R$ 855 milhões, na maior rodada brasileira daquele ano, em uma operação liderada pela Partners Group e majoritariamente secundária.

#CRMBonus #Omie

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Vivaterra fecha primeiro fundo e mira agtechs

22/05/2026
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A Vivaterra já teria fechado a captação de seu primeiro fundo de venture capital voltado ao agronegócio. A gestora, criada com a ambição de atuar longe da Faria Lima e mais próxima do produtor rural, levantou cerca de R$ 150 milhões para investir em agtechs em estágio inicial, do seed à série A. A tese da casa é atacar gargalos concretos do campo, combinando tecnologia, eficiência operacional e sustentabilidade. Entre os setores prioritários estão inteligência artificial aplicada à produção rural, robótica, automação, análise de dados, biotecnologia, soluções para escassez de mão de obra, rastreabilidade, produtividade e carbono. A captação do fundo dá tração à estratégia da Vivaterra de montar uma carteira de startups capazes de entregar retorno financeiro e impacto operacional direto na fazenda.

#Vivaterra

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Novo fundo da DNA Capital vai além das healthtechs de vitrine

19/05/2026
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A DNA Capital, da família Bueno, pretende usar seu novo fundo de saúde para avançar sobre uma fronteira ainda pouco explorada no Brasil: empresas com soluções para atacar ineficiências operacionais do setor, e não apenas healthtechs de vitrine. A gestora, que captou R$ 300 milhões, olha com especial atenção para negócios capazes de reduzir desperdícios em hospitais, operadoras, clínicas e laboratórios. Segundo informações que circulam no mercado, entram nesse radar plataformas de inteligência artificial para autorização de procedimentos, auditoria de contas médicas, faturamento, regulação, agendamento, gestão de filas, prontuário, prescrição digital e redução de glosas. Também há apetite por modelos ligados a cuidado domiciliar, atenção primária, saúde corporativa e monitoramento de pacientes crônicos.

A leitura da DNA é que o próximo ciclo de valor na saúde não virá apenas da digitalização da relação médico-paciente, mas da reorganização dos bastidores do sistema — justamente onde se concentram custos, retrabalho e perda de margem. O fundo do family office dos Bueno deve mirar companhias em estágio Série A e B, com cheques entre R$ 30 milhões e R$ 80 milhões. Em um setor pressionado por sinistralidade, judicialização, envelhecimento da população e crise de grupos listados, a gestora vê uma janela para comprar crescimento com desconto e ajudar a construir plataformas mais eficientes.

#DNA Capital

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Mexicana Skydropx mira consolidação de logtechs no Brasil

28/04/2026
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Circula à boca miúda no mercado de venture capital que a mexicana Skydropx prepara uma nova rodada de expansão no Brasil. O ciclo de investimentos deve contemplar novas aquisições. Há indicações de que a companhia já conversa com outras logtechs brasileiras, em uma estratégia clara de “compra de base” para encurtar o caminho de crescimento. O foco tende a recair sobre plataformas de gestão de frete, integradores com e-commerces e soluções de última milha voltadas a pequenos e médios lojistas — segmentos ainda fragmentados e com múltiplos players regionais. No ano passado, a Skydropx comprou a Frenet por cerca de R$ 31,5 milhões. Com o M&A, herdou uma base de 15 mil clientes corporativos. A empresa já sinalizou um plano de investimentos de R$ 50 milhões até 2028 no país.
Outro vetor de interesse no Brasil são serviços complementares ao frete. O plano de investimentos inclui o desenvolvimento de soluções como proteção de carga, transporte de cargas pesadas e envios internacionais. Trata-se de uma tentativa de ampliar o escopo da operação e capturar mais valor dentro da cadeia logística, indo além da simples intermediação de fretes. A Skydropx processa atualmente mais de 20 milhões de envios por ano na América Latina e mira uma receita superior a US$ 100 milhões anuais.

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Capitalizada, startup argentina mira aquisições no Brasil

13/04/2026
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Poucos meses após desembarcar no Brasil, a startup argentina Humand, especializada em gestão de RH, planeja uma ofensiva para ampliar sua operação local. O combustível financeiro virá da recente captação de US$ 66 milhões em uma rodada Série A liderada por Kaszek e Goodwater, que teve ainda a participação de investidores do naipe de Marcos Galperin, fundador do Mercado Livre, e Sebastián Mejia, fundador da Rappi, A estratégia da Humand combina a possibilidade de aquisições de startups brasileiras com crescimento orgânico, com foco em setores intensivos em mão de obra, como varejo, construção e logística. Para isso, a empresa deverá fazer uma espécie de “tropicalização” da sua plataforma, incorporando funcionalidades específicas do Brasil, como integração com sistemas de folha de pagamento, gestão de benefícios e adequação às exigências da legislação trabalhista. Outro eixo relevante é a construção de canais indiretos de distribuição. A Humand avalia parcerias com consultorias de RH, integradores de software e plataformas de serviços corporativos para acelerar a penetração em médias empresas, segmento ainda fragmentado e com alto potencial de crescimento.

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The Yeld Lab monta pipeline local e avança em agtechs brasileiras

6/04/2026
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Corre no mercado que o The Yield Lab já teria oito agtechs em estágio de análise em seu pipeline para receber aportes do novo fundo dedicado exclusivamente ao Brasil. O veículo, ainda em fase de estruturação, marca uma inflexão na atuação da gestora no país, que passa de uma abordagem regional para uma alocação concentrada no mercado brasileiro. A nova tese prevê investimentos em startups nos estágios seed e Série A, com foco em soluções ao longo de toda a cadeia do agronegócio — de insumos e produtividade a logística, crédito e comercialização.
Globalmente, o The Yield Lab soma mais de 80 startups no portfólio, sendo 20 delas na América Latina, que representam US$ 50 milhões em ativos. O fundo atua na região por meio do The Yield Lab Latam, que tem entre seus investidores de agências multilaterais, como o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a grandes conglomerados privados, como a Nestlé e a mexicana Bimbo. No Brasil, a gestora já investiu em companhias como a Culttivo, agfintech voltada ao crédito para cafeicultores, além de outras plataformas digitais e soluções baseadas em dados.

#Yeld Lab

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Com investidores de peso, Tilt prepara nova captação

17/03/2026
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Corre na Faria Lima que a startup de computação em nuvem Tilt avalia uma nova rodada de captação para sustentar sua estratégia de expansão. A empresa já conta com um grupo de investidores triple A. Entre eles estão a família Feffer, controladora da Suzano, a família Vantini e os investidores Daniel McQoid e Marcelo Helou da Fonseca, que participaram de um aporte inicial na companhia. A Tilt levantou cerca de US$ 4 milhões em uma rodada pré-seed, recursos usados para desenvolver a tecnologia e iniciar a expansão comercial.  O plano agora é realizar uma nova capitalização para acelerar a presença internacional e ampliar a base de clientes corporativos. Fundada nos Estados Unidos pelos brasileiros Heli Diogo Dourado e Júlio Max, a startup aposta em uma tese que desafia o modelo tradicional de cloud computing. A plataforma utiliza computação distribuída, aproveitando a capacidade ociosa de servidores e dispositivos já existentes nas empresas para reduzir a dependência de grandes data centers. A tecnologia permite cortar até 30% dos custos de infraestrutura em nuvem e reduzir o consumo de energia associado aos data centers, argumento que sustenta a narrativa de uma “nuvem sustentável”.

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Khosla tem novos investimentos já engatilhados no Brasil

10/03/2026
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Demorou, mas a Khosla Ventures, um dos mais conhecidos fundos do Vale do Silício, abriu a porteira no Brasil. Corre na Faria Lima o burburinho de que o venture capital tem dois novos deals em fase de avaliação no país, ambos com cheques na casa dos US$ 10 milhões. Em fevereiro, a Khosla fez seu primeiro aporte em uma empresa brasileira, ao liderar a capitalização de US$ 17,5 milhões da Comp, startup de softwares especializada na gestão de remuneração corporativa. Criado em 2004 por Vinod Khosla, cofundador da Sun Microsystems, o fundo é um dos mais influentes veículos de venture capital globais. Administra aproximadamente US$ 15 bilhões em ativos e tem histórico de apostas precoces em empresas que posteriormente se tornaram gigantes do setor de tecnologia, como DoorDash, Square, Instacart e OpenAI. No mercado brasileiro, investidores interpretam a entrada da Khosla como um sinal de reaproximação dos grandes fundos globais de venture capital com o país. A aposta é que o fundo norte-americano vai centrar suas baterias em startups brasileiras ligadas a IA, software corporativo e fintechs, segmentos que concentram hoje boa parte do pipeline de inovação no país.

#Khosla

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Startup irlandesa mira aquisições no Brasil

9/03/2026
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A startup irlandesa Oraion pretende usar o Brasil como plataforma para acelerar sua expansão na América Latina. No setor, circulam informações sobre o seu interesse na aquisição de empresas no país, notadamente nos segmentos de dados corporativos, analytics e automação de processos financeiros. Fundada em 2024, a Oraion tem negócios não apenas no Reino Unido, mas também nos Estados Unidos. A startup desenvolve uma plataforma de inteligência empresarial baseada em agentes de inteligência artificial, capaz de integrar dados estruturados — como ERPs e CRMs — com informações não estruturadas presentes em contratos, documentos e registros operacionais das empresas. Nesse contexto, o Brasil surge como mercado estratégico. Além de concentrar um dos maiores ecossistemas corporativos da América Latina, o país reúne grande volume de dados empresariais e alta complexidade operacional.

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BemAgro mira aquisições nos Estados Unidos após capitalização

20/02/2026
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A BemAgro, dos investidores Luiz Ambar e Johann Coelho, pretende pisar em solo americano, com a compra de agtechs locais. O que se diz no mercado é que a startup já mapeou ativos nos Estados Unidos, notadamente nos segmentos de agricultura de precisão, análise de imagens por satélite e drones, plataformas de gestão de fazendas (farm management systems). A BemAgro concluiu recentemente sua rodada Série A na qual levantou R$ 30,3 milhões. O aporte, liderado por investidores como The Yield Lab Latam e com participação de grupos como Colorado Ventures, CNH, Atvos e Agroven. A perspectiva de compras nos Estados Unidos faz parte de um plano ousado que visa transformar a BemAgro em referência internacional em tecnologia agrícola, potencializando a exportação de soluções que combinam geoespacial, IA e dados operacionais para grandes cadeias produtivas.

#BemAgro

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Kavak acelera em seu processo de “fintechzação” no Brasil

19/02/2026
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O Brasil desponta como o destino de uma parcela expressiva dos US$ 300 milhões captados pela mexicana Kavak em sua rodada Série F, fechada no início desta semana. Segundo informações apuradas pelo RR, o foco da startup de carros seminovos é consolidar a operação brasileira como uma possante máquina de crédito e giro de estoque. O modelo que ganha tração é o de plataforma de liquidez combinada a financiamento: comprar veículos com desconto via originação direta e contratos estruturados, recondicioná-los, vende-los com giro acelerado e financiar com spread. O carro é meio; o crédito é fim. Ou seja: a Kavak pretende acelerar sua porção fintech no Brasil. Isso tende a se materializar em três movimentos objetivos. Em primeiro lugar, elevar a penetração de financiamento nas vendas próprias e de parceiros; em segundo, firmar contratos recorrentes de fornecimento com locadoras e grandes frotistas, aumentando previsibilidade de estoque; por fim, investir em infraestrutura de recondicionamento e logística nos principais eixos urbanos, encurtando tempo de pátio — variável crítica de rentabilidade. O Brasil é visto pelos mexicanos como uma estrada muito bem pavimentada, com oportunidades em todas as pistas. No ano passado, mais de 18 milhões de automóveis usados foram comprados e vendidos no país – 16% a mais do que em 2024. Esse número representa 88% de todos os veículos de passeio comercializados no Brasil em 2025. No México, a Kavak não tem um panorama tão favorável como esse: por lá, os automóveis usados respondem por cerca de 80% do mercado total.

#Kavak

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Com caixa reforçado, Pomelo avalia aquisições no Brasil

9/02/2026
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Circula no mercado a informação de que a argentina Pomelo avalia aquisições de fintechs no Brasil. Seria uma inflexão em relação à estratégia de crescimento orgânico que sempre pautou seus negócios no país.  Estariam no radar da Pomelo gateways regionais de pagamento, plataformas de reconciliação financeira e empresas de antifraude, segmentos considerados críticos para fortalecer margens e reduzir dependência de terceiros. A leitura no mercado é que a fintech pode usar M&A como movimento defensivo diante do avanço de concorrentes globais e da consolidação acelerada do setor de infraestrutura financeira na América Latina. A empresa já opera com emissores, bancos digitais e plataformas de crédito em múltiplos países da região, o que facilita a incorporação de soluções locais ao seu ecossistema. Ressalte-se que a empresa está com o caixa reforçado. Acaba de concluir sua rodada série C, na qual levantou US$ 55 milhões junto a investidores como Kaszek e Insight Partners. Em pouco mais de quatro anos de existência, a Pomelo já captou US$ 160 milhões.

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Linda mira aquisições nos Estados Unidos após aporte de R$ 10 milhões

5/02/2026
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A Linda Lifetech, fundada pelo quarteto de investidores brasileiros Rubens Mendrone, Luis Renato Lui, Rodrigo Victorio e Raquele Rebello, está garimpando aquisições nos Estados Unidos. No radar, startups de inteligência artificial aplicada à oncologia, sobretudo aquelas voltadas à análise de imagem e apoio ao diagnóstico, plataformas de testes diagnósticos e desenvolvedoras de soluções de triagem remota. O caixa para M&As no ecossistema de saúde dos Estados Unidos vem da recente captação de R$ 10 milhões em uma rodada seed liderada pelo Sky River Ventures. Especializada em detecção precoce de câncer, a Linda tornou-se uma empresa mais canadense do que brasileira, após transferir sua sede de São Paulo para Toronto, em 2023.

#Linda Lifetech

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Capital One assume a Brex com o desafio de frear erosão de caixa

30/01/2026
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Há informações no mercado de que a Capital One fará significativos ajustes na estrutura da brasileira Brex, adquirida na semana passada por US$ 5,1 bilhões. Em pauta, cortes de custos, revisão de incentivos comerciais, recalibragem da política de crédito e, sobretudo, maior seletividade na concessão de limites a clientes corporativos. A Brex, fintech de pagamentos fundada pelos investidores Pedro Franceschi e Henrique Dubugras, é uma máquina de movimentar dinheiro, mas não exatamente de gerar lucro. Criada em 2017, ainda não teria atingido seu breakeven. O que se diz é que a empresa opera seguidamente no vermelho e se tornou uma insaciável consumidora de caixa. Caberá aos norte-americanos da Capital One frear essa corrosão de capital. Se, por um lado, a aquisição da Brex causou um frenesi por se tratar de uma das maiores operações de venture capital neste início de 2026 em todo mundo; por outro, despertou certa frustração nos investidores por conta da precificação da fintech brasileira. As cifras não chegaram nem à metade do valuation máximo atingido pela Brex, em 2022: US$ 12,3 bilhões.

#Brex #Capital One

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Skyone prepara ofensiva de aquisições com apoio do Advent

29/01/2026
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A Skyone, provedora de serviços em nuvem, está prestes a tirar da nuvem um plano de aquisições. O que se diz no mercado é que a empresa tem duas presas no seu radar. Segundo informações filtradas pelo RR, a companhia mira em segmentos adjacentes à nuvem, como cybersecurity, DevOps e serviços de integração SaaS. Por trás do movimento expansionista está o Advent, que liderou a rodada C de capitalização da startup, no ano passado. A tese dos norte-americanos é que, com a maturação do mercado de nuvem no Brasil, a Skyone pode ganhar escala e complementaridade por meio de aquisições táticas, tanto no Brasil quanto no exterior. Com faturamento da ordem de R$ 400 milhões por ano, a empresa opera em mais de 30 países.

#Advent

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Vivo sobe a aposta para disputar startups de inteligência artificial

22/01/2026
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A Vivo planeja expansões progressivas de seu fundo de venture capital ao longo de 2026. A meta é elevar o quinhão do Vivo Ventures para a casa dos R$ 700 milhões até o fim do ano. Ressalte-se que, em dezembro, a companhia já havia anunciado um aporte de R$ 150 milhões, aumentando o volume de recursos do fundo para R$ 470 milhões. A direção da Vivo avalia que, com o atual portfólio de startups investidas e oportunidades em pauta, haverá necessidade de novas injeções de capital para manter o ritmo de aportes e garantir presença em rodadas cada vez mais competitivas. Significa dizer que o Vivo Ventures vai assinar cheques cada vez mais elevados. É o preço a ser pago para entrar, por exemplo, em negócios vinculados a inteligência artificial.

#Vivo

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Capitalizada, Isa mira aquisições para montar ecossistema próprio em saúde

21/01/2026
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Há um zunzunzum no mercado de que a Isa Saúde, dos irmãos Fernando e David Pares, pretende se tornar uma consolidadora de healthcares. Nos bastidores, a leitura é que a startup, que atua no modelo de “hospital em casa”, busca montar um ecossistema próprio. Estariam no radar clínicas especializadas, serviços de atenção domiciliar, empresas de enfermagem, plataformas de monitoramento remoto e operações de cuidado a pacientes crônicos. Haveria também interesse em diagnósticos ambulatoriais e serviços de reabilitação, peças-chave para reduzir internações e controlar custos. Ressalte-se que a empresa está capitalizada. Em outubro do ano passado, recebeu um aporte de R$ 160 milhões liderado pelo IFC, braço de investimento do Banco Mundial.

#ISA

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VL Fund dá a largada em seus primeiros aportes

15/01/2026
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Há um zunzunzum no mercado que o VL Fund, de Victor Lazarte, já tem suas duas primeiras aquisições engatilhadas, ambas na área de tecnologia. Nos dois casos, o processo de due diligence já estaria avançado. Criado há cerca de três meses, o VL Fund levantou aproximadamente US$ 200 milhões – acima da meta fixada, de US$ 180 milhões. Seus planos preveem cheques de até US$ 40 milhões. Lazarte notabilizou-se como cofundador da Wildlife Studios, startup de games que chegou a ser avaliada em mais de US$ 3 bilhões.

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Omie ganha tração extra para acelerar sua expansão territorial

12/12/2025
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A rodada de R$ 855 milhões realizada pela Omie em setembro — a maior do ano no ecossistema brasileiro de tecnologia — reposiciona a startup em outro patamar competitivo. Especializada no fornecimento de softwares para pequenas e médias empresas (PMEs), a companhia ensaia uma expansão geográfica. A Omie já domina faixas relevantes do segmento de PMEs no Sudeste, mas agora tem fôlego para avançar de forma mais agressiva sobre Norte e Nordeste, regiões onde a digitalização empresarial ainda é razoavelmente incipiente. Outro plano é a ampliação do portfólio. O capital novo permite à empresa entrar em verticais adjacentes — como meios de pagamento, crédito, seguros corporativos e automação fiscal — transformando o ERP em um hub financeiro completo para pequenos negócios. Há expectativa também de movimentos de M&A: concorrentes regionais, plataformas contábeis e softwares nichados podem virar alvos para consolidar mercado e reduzir dispersão tecnológica.

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Tiger Global mira a porta de saída na Zippi

2/12/2025
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Corre no mercado a informação de que a Tiger Global estaria preparando seu desinvestimento na Zippi, fintech brasileira fundada por André Bernardes. O conglomerado global de venture capital, com mais de US$ 60 bilhões em ativos, entrou no negócio em 2022, ao liderar o aporte de US$ 16 milhões na rodada Série A da startup. A principal razão para deixar o negócio está dentro de casa: o reposicionamento que a Tiger vem promovendo na América Latina, com a redução da sua exposição a ativos na região. Foi-se o período em que chovia dinheiro para startups brasileiras e dos países vizinhos. Ressalte-se que o timing parece propício para uma decisão de desinvestimento. O valuation da Zippi, especializada na oferta de crédito a microempreendedores, tem descrito uma curva ascendente, que deve se acentuar após a recente captação de R$ 85 milhões por meio de um FIDC (Fundo de Investimento em Direito Creditório).

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Toku mira nova captação para crescer no Brasil

2/12/2025
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Corre na Faria Lima que a fintech chilena Toku tem sondado fundos de venture capital brasileiros com vistas a uma nova rodada de capitalização. A empresa, que oferece soluções de gestão para pagamentos recorrentes, já levantou o equivalente a US$ 48 milhões junto a investidores como Oak HC/FT e Gradient Ventures, leia-se Google. O Brasil tornou-se um lócus estratégico para a Toku, o que justifica a articulação de uma base de investidores locais capaz de sustentar a próxima etapa de crescimento no país. O mercado brasileiro já é destino de aproximadamente um terço dos investimentos da startup, atrás apenas do próprio Chile. E essa fatia tende a crescer com uma nova captação. No Brasil, a fintech opera com metas ambiciosas: multiplicar por dez sua base ativa de clientes nos próximos dois anos, o que exige lastro financeiro e esteira tecnológica de alta performance.

#Toku

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Vortx prepara o terreno para nova capitalização

19/11/2025
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Corre na Faria Lima que a Vortx tem feito sondagens junto a fundos de venture capital com o objetivo de realizar uma nova rodada de capitalização. A operação deverá sair do papel até março do próximo ano. A fintech vê uma janela favorável diante da crescente demanda por infraestrutura digital para o sistema financeiro. Os resultados positivos também pesam a favor na balança. Seu faturamento deve bater nos R$ 500 milhões em 2025, praticamente o dobro do registrado no ano passado. A Vortx já fez três captações em mercado, a maior delas em 2021, quando levantou R$ 190 milhões. De lá para cá, aumentou consideravelmente de tamanho, ampliando o volume de ativos sob custódia fiduciária de R$ 125 bilhões para algo próximo a R$ 900 bilhões.

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Harvest AgTech aduba startups agrícolas no Brasil

29/10/2025
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O Harvest AgTech, programa criado nos Estados Unidos para financiar startups do agronegócio, está garimpando projetos no Brasil. Os aportes iniciais deverão ser realizados no primeiro semestre do ano que vem. Na partida, o fundo dispõe de US$ 60 milhões. O que se diz no mercado é que um terço desse valor será destinado à América Latina, com ênfase no Brasil. Por trás do Harvest AgTech estão pesos-pesados do venture capital, como o banco norte-americano Wells Fargo e o The Yeld Lab Latam, que congrega recursos de grandes grupos empresariais, como a Nestlé e a mexicana Bimbo. Além de capital, as startups apoiadas pelo programa receberão suporte técnico e validação científica em parceria com centros de pesquisa norte-americanos, como a North Carolina Plant Sciences Initiative e a University of California Agriculture & Natural Resources.

#Harvest AgTech

Venture capital

Asaas sai a campo em busca de startups de seguros e de crédito

3/10/2025
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A Asaas, plataforma de gestão financeira para pequenas e médias empresas, está sedenta por aquisições. Deve cravar, ainda neste ano, a aquisição de uma startup de seguros. No mercado, circulam informações de que a empresa também está garimpando fintechs da área de crédito. O projeto da Asaas é se tornar um hub de serviços financeiros e de consultoria. Dinheiro em caixa para materializar suas pretensões na falta. No fim do ano passado, a startup levantou R$ 820 milhões, a maior rodada Série C da América Latina em 2024. Entre os investidores figuram SoftBank, Endeavor Catalyst e da 23S Capital, leia-se Votorantim e Temasek, fundo soberano de Cingapura.

 

#Asaas #Gestão financeira

Venture capital

Startup mexicana chega ao Brasil com fome de M&A

2/10/2025
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A startup mexicana OCN (One Car Now) chegou ao Brasil com apetite para aquisições. A empresa está garimpando o mercado em busca de plataformas de soluções de transporte e mesmo fintechs que tenham sinergia com o setor de mobilidade urbana e locação de automóveis. A OCN pretende investir R$ 50 milhões no Brasil para montar uma operação de aluguel de veículos para motoristas de aplicativos. O início das atividades está previsto para o próximo mês de janeiro. Até o momento, a companhia mexicana já recebeu mais de US$ 150 milhões em capital. O Brasil está longe de ser um mercado fácil para startups do setor. Que o diga a também mexicana Kavak, que chegou ao Brasil em 2021 e sofreu com várias derrapagens – de cortes de investimento a demissões – até engatar a quinta marcha.

#OCN #Startup

Venture capital

Colheita interrompida: a súbita saída da Taranis do Brasil

24/09/2025
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A abrupta saída da israelense Taranis do Brasil tem causado estranheza entre gestores de fundos de venture de capital. A agtech especializada em monitoramento de lavouras captou recursos junto a investidores brasileiros e. nos últimos meses, vinha anunciando em petit comité planos de expansão no país. O que se diz à boca miúda no setor é que a decisão de bater em retirada pegou de surpresa até mesmo clientes relevantes, como a BP Bioenergy e a Tereos. No mercado, há relatos de pressão dos investidores internacionais que aportaram mais de US$ 100 milhões – de fundos de VC a grandes empresas, como Microsoft e Sumitomo – pela saída de países onde a Taranis não vem performando bem, caso do Brasil.

#Taranis

Venture capital

Brasil perde terreno para o México na carteira do Softbank

10/09/2025
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Corre no mercado que o Softbank tem feito uma realocação de seus investimentos em venture capital na América Latina, com o remanejamento de recursos do Brasil para outros mercados, sobretudo o México. Há pouco mais de dois anos, o mercado brasileiro concentrava algo em torno de 60% dos ativos do banco japonês na região. Hoje, esse índice já estaria próximo dos 50%. Dentro da má notícia há outra má notícia para o Brasil: o Softbank, um dos gigantes globais da área de venture capital, não está sozinho. Esse movimento migratório é verificado na indústria de VC como um todo. Segundo dados da Latin America Private Equity and Venture Capital Association, o México ultrapassou o Brasil como o principal destino dos investimentos em startups na América Latina, com 46% dos recursos alocados na região entre janeiro e agosto. As empresas brasileiras ficaram com 23%.

#SoftBank

Venture capital

Buzz Fly quer liderar consolidação na área de agrotecnologia

9/09/2025
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A Buzz Fly desponta como uma consolidadora no ainda incipiente setor de agrotecnologia à base de insetos no Brasil. A startup tem se movimentado no mercado com o objetivo de incorporar empresas ou projetos semelhantes ou sinérgicos. A especialidade da Buzz Fly é a transformação de resíduos orgânicos em proteína e adubo a partir do uso de larvas da mosca BSF (black soldier fly). O negócio chama a atenção pela tecnologia em questão e, sobretudo, pelo naipe de investidores. Entre os sócios estão André Lara Resende, Marcos Molina, dono do Marfrig, Olavo Setubal Jr., que aportaram cerca de R$ 6 milhões. Há outras iniciativas similares no Brasil, como a Bug Agentes Biológicos, pioneira no controle biológico de pragas com uso de vespas parasitoides para eliminar percevejos na soja, ou a Predativa, que utiliza predadores polifágicos (como “bicho-lixeiro”), como solução natural para controle de pragas em culturas como soja, café, hortaliças e algodão.

#Buzz Fly

Venture capital

Fundo do Boticário começa a tirar seus investimentos do papel

2/09/2025
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Há um zunzunzum no mercado de que o fundo de venture capital do Boticário, o GB Ventures, vai fechar até outubro seus dois primeiros negócios. Do outro lado da mesa, estariam duas retail techs, especializadas em soluções digitais para a área de vendas. Os cheques serão, em média, de US$ 1 milhão. O GB Ventures foi criado neste ano com um patrimônio de R$ 100 milhões. Não se pode dizer que nasceu exatamente do zero, uma vez que incorporou um investimento feito pelo Boticário em 2023, a startup Haut.AI, da Estônia, que utiliza Inteligência Artificial para a recomendação personalizada de produtos a clientes.

#Boticário

Venture capital

Depois da América Latina e da China, BemAgro quer monitorar o solo europeu

27/08/2025
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Para a BemAgro, dinheiro em caixa é sinônimo de mais hectares conquistados. A agtech, já presente em 11 países da América Latina e da Ásia, prepara o terreno para entrar na Europa. Especializada no monitoramento de lavouras, a empresa vislumbra um latifúndio de oportunidades por conta das exigências cada vez mais rígidas do mercado europeu, notadamente de tradings e instituições financeiros, por rastreabilidade e métricas ESG. Os recursos para a expansão já estão em casa. No ano passado, a BemAgro levantou cerca de R$ 15 milhões em duas rodadas de capitalização, atraindo investidores como Suzano e Atvos, braço sucroalcooleiro do Mubadala no Brasil. A startup deverá fechar o ano com mais de nove milhões de hectares sob monitoramento, 50% a mais do que em dezembro de 2024.

#BemAgro

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Patagon AI, da Argentina, busca recursos para avançar no Brasil

25/08/2025
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Circula no mercado que a startup argentina Patagon AI tem conversado com fundos de venture capital brasileiros. Em pauta, um aporte de capital para acelerar as operações da empresa no país. Ressalte-se que a Patagon já recebeu recursos de investidores brasileiros, mais precisamente a OneVC, gestora de venture capital de Bruno Yoshimura e Arthur Brennand. Recém-chegada ao Brasil, a startup oferece soluções de inteligência artificial para processos comerciais, notadamente na conversão de vendas. A startup atua em outros dez países da América Latina.

#Patagon AI

Venture capital

Startup brasileira avança sobre as lavouras do Mercosul

20/08/2025
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A startup brasileira AutoAgroMachines está preparando o terreno para ampliar suas operações na América do Sul. A empresa, que desenvolve máquinas agrícolas inteligentes para silvicultura, tem planos de entrar na Argentina e no Uruguai. Fundada no ano passado por Marcello Guimarães, a AutoAgroMachines também está levantando recursos no mercado para a construção de uma fábrica e a implantação de um centro de pesquisa no Brasil. Um dos programas desenvolvidos pela startup, o Forest.Bot, opera uma máquina capaz de plantar até 1.800 árvores por hora, ou seja, sete vezes mais do que um trabalhador.

#Mercosul

Venture capital

Agtechs mexicanas devem chegar ao Brasil no rastro da The Yield Lab Latam

24/07/2025
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A gestora de venture capital The Yield Lab Latam – leia-se um grupo de grandes multinacionais, como Nestlé e Bimbo – se tornará uma ponte para a entrada de agtechs brasileiras no México. E vice-versa. Os primeiros investimentos deverão ser anunciados durante a COP 30, aproveitando a visibilidade dada pela Conferência. O caminho de mão dupla se deve ao recente aporte de capital no The Yield Lab Latam feito pelo Fondo de Capitalización e Inversión del Sector Rural (Focir), instrumento do próprio governo mexicano para financiar empresas do agronegócio. Uma das estratégias do Focir é fomentar a associação de startups locais com agtechs estrangeiras, vinculada à venda de tecnologias desenvolvida no país. E a parceria com o The Yield Lab Latam desponta como um movimento importante nessa direção. Trata-se do braço latino-americano do The Yield Lab, um emaranhado de fundos com investimentos totais de US$ 150 milhões em mais de 90 startups das áreas agrícola e de alimentos em 20 países. Além dos aportes de grandes corporações, a gestora de venture capital conta também com recursos de órgãos multilaterais, como BID e o GEF, Fundo Global para o Meio Ambiente.

#Agronegócio #Agtech

Venture capital

Abertura de capital da Nexdom é oportunidade para a Unimed

17/07/2025
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A Unimed do Brasil, sempre às voltas com os problemas das suas cooperativas, está diante de uma oportunidade rara: abrir o capital da Nexdom, sua healthtech, para fundos de venture capital. Projeções internas indicam que o movimento poderia destravar cerca de R$ 250 milhões em valor da empresa. Criada a partir da fusão de seis startups que já estavam no ecossistema da Unimed, a Nexdom surpreendeu ao faturar R$ 70 milhões no primeiro ano de operação. Parte expressiva da sua receita está dentro de casa, e ainda com um potencial a ser explorado. A healthtech atende atualmente 140 cooperativas do grupo em todo o país. A meta é chegar a 270, ou seja, 80% das Unimeds regionais. Com um ERP proprietário, biometria facial e inteligência artificial aplicadas à gestão de operadoras, a Nexdom conseguiu reduzir em 3,5% o volume de pagamentos duplicados com consultas. No caso de sessões de fisioterapia, a economia gerada chega a 18%. São números capazes de atrair grandes gestoras de ventures capital com investimentos na área de saúde, a exemplo de Kaszek, Monashees, Igah ou Valor Capital. Questionada pelo RR, a Unimed respondeu que “a Nexdom é uma  healthtech do Sistema Unimed, que faz parte de uma estratégia nacional de sinergia e convergência tecnológica liderada pela Unimed do Brasil. Dessa forma, não há qualquer intenção de abertura do capital da empresa a investidores externos”.

#Unimed

Venture capital

As matrículas estão abertas para novos investidores na Tetra Educação

10/07/2025
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A Tetra Educação tem feito sondagens junto a fundos de venture capital. O objetivo é medir o apetite para uma rodada de capitalização. Seu acionista fundador, Jheython Santana, mira um valuation na casa dos R$ 100 milhões. A edtech recebeu recentemente as bênçãos de um investidor-anjo, Marcelo de Andrade, ex-CEO global da Cofco, gigante chinesa do agronegócio. Andrade não apenas comprou 15% do capital como também se tornou uma espécie de conselheiro-mor da startup. A missão maior é tirar a Tetra da casca do ovo. Um negócio ainda nascente, a edtech deve faturar cerca de R$ 25 milhões neste ano.

#Tetra Educação

Venture capital

Agtech argentina deve receber adubo financeiro de fundos no Brasil

17/06/2025
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A agtech argentina Sima tem sido sondada por fundos de venture capital no Brasil. Em pauta, a possibilidade de um aporte para irrigar os negócios da startup no país. A empresa, que desenvolve soluções para o monitoramento georreferenciado de lavouras, já tem uma carteira de aproximadamente dois milhões de hectares no Brasil. A meta é ampliar esse número em 50% ao longo de um ano. A Sima já levantou cerca de US$ 3 milhões junto a investidores como a norte-americana Bridge Partners e a argentina Sancor Seguros Venture

#Agtech

Venture capital

Startup EmCasa flerta com nova capitalização

27/05/2025
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Há informações no mercado de que a proptech EmCasa ensaia uma nova capitalização. Na rodada mais recente, realizada em 2021, a startup de compra e venda de imóveis levantou R$ 110 milhões. Entre seus investidores estão gestoras de venture capital como Monashees e Igah Ventures. O novo aporte viria para turbinar os investimentos em tecnologia, com ênfase para Inteligência Artificial. Recentemente, a EmCasa lançou uma plataforma, a Garagem, voltada a corretores de imóveis, com serviços de CRM e gestão. Tem tudo para ser o primeiro tijolo na construção de um ecossistema de soluções tecnológicas para o setor imobiliário.

#fundos imobiliários #Startup

Venture capital

Dona do iFood traz startup espanhola para o Brasil. O que virá depois?

16/05/2025
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A startup espanhola Luzia vai se instalar no Brasil. A decisão deve ser creditada na conta da Prosus Ventures, braço de venture capital da Prosus, dona do iFood. O grupo de origem holandesa capitaneou o recente aporte de US$ 13,5 milhões na empresa de tecnologia ibérica. E teria se comprometido a injetar mais recursos para impulsionar o crescimento da startup no mercado brasileiro. A Luzia, que desenvolveu uma assistente pessoal baseada em inteligência artificial, já vende seus serviços no Brasil. Agora decidiu se instalar fisicamente por aqui, com a abertura de um escritório em São Paulo. A Prosus, como sempre, deve estar enxergando longe. Quem sabe não está vislumbrando a possibilidade de algum crossover entre o sistema assistência da Luzia e o serviço de entregas do iFood?

#iFood

Venture capital

General Atlantic eleva seus aportes em empresas brasileiras

14/05/2025
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A General Atlantic, que soma quase US$ 110 bilhões em ativos em todo o mundo, está aumentando suas fichas no Brasil. O que se diz em petit comité no mercado é que os norte-americanos planejam aportar cerca de US$ 450 milhões em empresas brasileiras ao longo de 2025. Parcela expressiva dos recursos será destinada a operações de venture capital. No ano passado, ressalte-se, a General Atlantic desembolsou aproximadamente US$ 350 milhões no país. O apetite da empresa de investimentos de Nova York é impulsionado, sobretudo, pela depreciação dos ativos brasileiros. Entre os executivos da firma no país, o que mais se ouve é que o Brasil está barato.

#General Atlantic

Venture capital

Fabricante de aeronaves agrícolas busca recursos no Brasil

11/04/2025
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A startup norte-americana Pyka, fabricante de aeronaves para pulverização de lavouras, tem conversado com fundos de venture capital no Brasil. Em pauta, um aporte de capital para alavancar os negócios da empresa no país. No início do ano, a Pyka fechou um acordo com a distribuidora de aviões e equipamentos Synerjet Corp para comercializar no Brasil uma de suas aeronaves, modelo Pelican Spray. A companhia californiana levantou quase US$ 90 milhões em suas três rodadas de capitalização, realizadas em 2019, 2022 e 2024. O Brasil, potência do agro, é uma peça-chave no seu plano de expansão. A meta da startup é que em até dois anos o país seja o seu segundo maior mercado, atrás apenas dos Estados Unidos.

#Agronegócio

Venture capital

Depois de um 2024 em branco, Provence Partners volta ao game

4/04/2025
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A Provence Partners vai sair da caverna. Mas com uma boa dose de prudência. A empresa de investimentos, que passou todo o ano de 2024 sem fazer qualquer novo aporte, deverá fechar até três capitalizações até dezembro. Todas dentro do teto de US$ 4 milhões por negócio. Na contramão, há informações no mercado de que a gestora de venture capital vai zerar sua posição na Remessa Online, plataforma digital comprada pela Ebanx em 2021, por R$ 1,2 bilhão. Ressalte-se que, neste ano, a Provence recebeu um reforço, ao quase dobrar o número de famílias investidoras, de 30 para 53.

#Provence Partners

Venture capital

Nesters Tech chega ao Brasil para adubar startups do agronegócio

3/04/2025
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A argentina Nesters Tech prepara seu desembarque no Brasil. A empresa, uma aceleradora de startups do agronegócio, está garimpando projetos do lado de cá da fronteira, notadamente voltados ao uso de inteligência artificial no campo e a biotecnologia e bioenergética. Controlada por produtores rurais argentinos, a Nesters já apoiou 35 agtechs locais. Entre outros fundos de venture capital, tem como parceiro o The Yeld Lab Latam, braço latino-americano da rede global de fundos The Yield Lab, com participações em mais de 80 startups em todo o mundo. No seu rol de investidores figuram grandes grupos como a Nestlé e a mexicana Bimbo.

#Nesters Tech

Venture capital

Pomelo deve fazer nova capitalização para avançar no Brasil

2/04/2025
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A fintech argentina Pomelo, que oferece tecnologia para o processamento de cartões, avança no Brasil. O país deverá se tornar neste ano a maior operação da startup em toda a América Latina – além da Argentina, a empresa atua ainda no México, Colômbia, Chile e Peru. Segundo informações que circulam no mercado, a Pomelo avalia, inclusive, realizar uma nova captação, que daria maior fôlego financeiro para acelerar o crescimento no Brasil. A capitalização mais recente ocorreu em janeiro do ano passado, quando a fintech levantou US$ 40 milhões em sua rodada Série B. Um dos investidores foi o ex-presidente da Mastercard na América Latina Carlo Enrico.

#Pomelo

Venture capital

Argentina Eiwa vasculha as terras brasileiras em busca de aquisições

20/02/2025
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A argentina Eiwa está garimpando agtechs no Brasil. Há conversas com startups especializadas em rastreamento agrícola. A empresa desenvolveu um ecossistema de dados em nuvem que cruza informações de satélites, estações meteorológicas, imagens captadas por drones, entre outros. Tem como um de seus principais acionistas a norte-americana Serra Ventures, gestora de venture capital com cerca de US$ 15 bilhões e participação em mais de 100 startups. O Brasil é peça-chave na expansão da Eiwa na América Latina. Atualmente, a agtech colhe mais de 80% do seu faturamento em terras brasileiras. E quer mais.

#Eiwa

Venture capital

MadeiraMadeira descobre sua vocação para venture capital

6/02/2025
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Os acionistas da MadeiraMadeira, uma das maiores varejistas móveis e artigos de decoração do Brasil, pensam tecnologia 24 horas por dia. A ideia de investir em startups entrou no radar do trio Daniel Scandian, Marcelo Scandian e Robson Privado, fundador da plataforma de e-commerce. Na mira, os mais diversos segmentos que perpassam pelo negócio da empresa: soluções de engenharia e design, logística e distribuição, serviços financeiros etc. Ressalte-se que a MadeiraMadeira criou, em 2022, o primeiro Centro Tecnológico do país para o desenvolvimento de móveis. A companhia já levantou mais de US$ 300 milhões em suas rodadas de capitalização. A mais importante foi realizada em 2021, com a captação de US$ 190 milhões. Na operação, o valuation da MadeiraMadeira superou US$ 1 bilhão, colocando a empresa no seleto clube dos unicórnios brasileiros.

#MadeiraMadeira #móveis #startups

Venture capital

Brasil é parada obrigatória de novo fundo da Endeavor

4/02/2025
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Tem dinheiro novo a caminho do mercado de venture capital no Brasil. A Endeavor Catalyst deverá destinar para a América Latina praticamente a metade dos recursos levantados pelo seu quinto fundo, ainda em fase de captação, no valor total de US$ 300 milhões. Desse montante reservado para países latino-americanos, o Brasil vai fisgar a maior parte. O braço de venture capital da Endeavor, organização de apoio ao empreendedorismo e à inovação sediada em Nova York, já entrou no capital de mais de 120 empresas na América Latina. No Brasil, investiu em companhias como Alice, Loft, Madeira Madeira, Neon, Olist, entre outras.

#Endeavor

Venture capital

General Atlantic investe em inteligência artificial made in Brazil

3/02/2025
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A General Atlantic, uma das grandes gestoras norte-americanas, com ativos superiores a US$ 75 bilhões, está garimpando ativos em educação no Brasil. Na mira, não apenas grupos de ensino, mas edtechs especializadas em soluções de inteligência artificial. Entre os alvos em potencial figuram startups como Alicerce e Educacross. Ressalte-se que a General Atlantic já tem negócios no setor no Brasil por meio da Arco Educação, da qual é um dos maiores acionistas ao lado do fundo norte-americano Dragoneer e da família Sá.

#Arco Educação #Edtech #Inteligência Artificial

Venture capital

Startup espanhola ensaia captação no Brasil

21/01/2025
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Direto da Faria Lima: segundo informações filtradas pelo RR, a startup espanhola Aqui vem conversando com fundos de venture capital no Brasil com vistas a uma nova rodada de capitalização. Usa como chamariz a sua operação no país – os ibéricos desembarcaram deste lado do Atlântico há pouco mais de três meses. A Aqui desenvolve soluções tecnológicas para a reforma de imóveis. Tem entre seus investidores o Seaya Ventures, maior fundo de VC da Espanha. A startup tem planos de abrir 100 franquias no Brasil em até cinco anos.

#Aqui

Venture capital

Startup mexicana corre atrás de ativos em logística no Brasil

7/01/2025
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A mexicana Skydropx não vai parar na aquisição da Frenet, fechada em dezembro por R$ 31 milhões. Corre no mercado que a startup, plataforma de logística que conecta vendedores, transportadoras e pontos de coleta, já está em conversas com outras duas logtechs brasileiras. A estratégia dos mexicanos é comprar fundo de comércio para encurtar o caminho e acelerar seu crescimento no país. Com a incorporação da Frenet, a Skydropx assumiu uma carteira com mais de 14 mil sellers.

#investimentos #startups

Venture capital

Mercado Diferente vira um zero à esquerda na carteira da Maya Capital

6/01/2025
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A decisão do Mercado Diferente de encerrar suas operações foi um revés especialmente doloroso para a Maya Capital, de Lara Lemann, filha de Jorge Paulo Lemann, e Monica Saggioro. Em 2022, a gestora liderou a rodada seed da plataforma de delivery, que totalizou um aporte de R$ 24 milhões. A startup jamais atingiu seu breakeven, e os recursos aportados viraram pó. Entra na cota de exceção à regra entre os bem-sucedidos investimentos feitos pela Maya. Quer dizer, uma das exceções. No mercado há um burburinho de que outra startup do portfólio da gestora não vai muito bem das rodas.

#Mercado Diferente

Venture capital

Capitalizada, Beep Saúde mira novos negócios

5/12/2024
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O ano de 2024 foi o do tão aguardado breakeven. Agora, a Beep Saúde quer que 2025 seja o ano da ampliação do seu receituário de negócios. A healthtech fundada pelo investidor Vander Corteze avalia entrar em novos segmentos, como telemedicina e venda de medicamentos. No setor, há quem diga que Corteze flerta com a ideia de ser uma gestora de saúde lato sensu, incluindo a oferta de planos de medicina de grupo. Originalmente focada em exames laboratoriais e vacinas, a Beep Saúde recebeu há cerca de dois meses um novo aporte, de R$ 100 milhões. Entre seus investidores, figuram várias grifes do venture capital, como o CZI, do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, Valor Capital e David Velez, dono do Nubank.

#Beep Saúde

Venture capital

Fintech mexicana de tokenização aterrissa no Brasil

3/12/2024
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O que se dizia hoje cedo na Faria Lima é que a fintech mexicana Etherfuse está com um pé no Brasil. A recíproca, ressalte-se, já é verdadeira: o Brasil tem um pé na Etherfuse, por meio da Fuse Capital, fundo de capital de risco capitaneado por João Zecchin, Dan Yamamura, Guilherme Hug e Alexis Terrin, que aportou recursos na empresa no último mês de setembro. A fintech é especializada na tokenização de títulos de dívida de mercados emergentes. Deve abrir um escritório em São Paulo no primeiro trimestre de 2025. Sua meta é tokenizar mais de 3.500 ativos do mundo real em até três anos.

#Fintech #tokenização

Venture capital

Uma dupla cheia de saúde para comprar startups

31/10/2024
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A startup PyscoAI, especializada no uso de inteligência artificial para automatizar processos em empresas de saúde, foi só o ponto de largada. O cirurgião Paulo Chapchap, ex-presidente do Hospital Sírio-Libanês, e Ricardo Bottas, ex-CEO da Amil, fazem planos de montar um arco de participações conjuntas em startups da área médica. O zunzunzum no setor é que existem conversas com duas empresas nascentes, que desenvolvem soluções de gestão. No caso da PyscoAI, Chapchap e Bottas tiveram a companhia da rede de clínicas Dr. Consulta no aporte de R$ 2,5 milhões feito na startup.

#Inteligência Artificial #Saúde #startups

Venture capital

Facily vira prejuízo no balanço de seus investidores

22/10/2024
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O que se diz no mercado é que a norte-americana Tiger Global e a holandesa Prosus deverão fazer o write off do seu investimento na Facily, seguindo os passos da Monashees. Do outrora unicórnio sobrou muito pouco. A startup de social commerce fundada por Luciano Freitas, Diego Dzodan e Vitor Zaninotto, que recebeu mais de US$ 500 milhões em aportes e chegou a ser avaliada em US$ 1,1 bilhão, jamais deu lucro. Neste momento, seus acionistas buscam um comprador – conforme informou o Neofeed na última quarta-feira. O que mais pode atrair candidatos não é o negócio em si, mas seus créditos fiscais, entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão.

#Facily #Tiger Global

Venture capital

Unimed cria healthtech e já pensa no próximo passo

15/10/2024
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A decisão da Unimed de juntar as empresas de tecnologia Zitrus e da Unio, suas controladas, debaixo de uma holding é apenas o primeiro ato. Há informações de que o grupo pretende buscar investidores para o capital da Nexdom, healthtech criada com a fusão das duas companhias. A princípio, o negócio surgiu para atender às unidades Unimed em todo o Brasil. Sublinhe-se o “a princípio”. O passo seguinte é prestar serviços para outras operadoras de planos de saúde e redes hospitalares. A chegada de fundos de venture capital permitiria acelerar o passo da Nexdom, que nasceu com faturamento próximo dos R$ 100 milhões.

#healthtech #Unimed

Venture capital

Bain Capital busca healthtechs no Brasil

27/09/2024
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A “rádio Faria Lima” informa: a Bain Capital está garimpando startups da área de saúde no Brasil. Mira em projetos com potencial de internacionalização, notadamente soluções tecnológicas para teleatendimento e gestão hospitalar. A casa de investimentos norte-americana, que administra em torno de US$ 180 bilhões, conhece bem o setor de saúde no Brasil. Por muito anos foi acionista controladora da Notredame Intermédica, empresa de planos de saúde que acabou se unindo à Hapvida.

#Bain Capital #gestão hospitalar #Saúde

Venture capital

Mercado Livre investe em startup de soluções de mobilidade

20/09/2024
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Informação que circulou ontem entre gestores de venture capital de alto calibre: o Mercado Livre deverá liderar um aporte de recursos na Arrow Mobility, fabricante de furgões elétricos localizada em Caxias de Sul fundada por Julio Balbinot Jr. Caso a capitalização se confirme, o gigante do e-commerce vai ser de direito o que, de certa forma, já é de fato: sócio da startup. O Mercado Livre é hoje comprador de quase 100% da produção da Arrow Mobility. O tamanho da encomenda é guardado a sete chaves. Mas o que se ouve aqui e ali é que deve chegar a quase 100 veículos. Procurado, o Mercado Livre não se pronunciou.

#Mercado Livre

Venture capital

Fundo da Renner abre o caixa para a compra de startups do varejo

1/08/2024
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O RX Ventures, fundo de venture capital da Renner, está garimpando o mercado em busca de startups voltadas à gestão de estoques e logística. Há informações de que o cheque médio para cada aporte gira em torno de R$ 10 milhões. O fundo tem capital de R$ 155 milhões, dos quais aproximadamente R$ 50 milhões já foram aplicados. O RX tornou-se um instrumento da Renner para equacionar alguns de seus principais gargalos. É o caso da administração de estoques, um dos maiores itens da estrutura de custos do varejo. A empresa tem feito um esforço para reduzir o volume de recursos imobilizado em mercadorias. Do primeiro trimestre do ano passado para cá, diminuiu seus estoques em 9%. Procurada, a Renner informou que “não comenta especulações do mercado”.

Venture capital

Brasil é a nova solução de pagamento de fintech peruana

6/06/2024
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A “Rádio Faria Lima” informa: emissários da fintech peruana Monnet Payments têm sondado fundos de venture capital brasileiros para uma nova rodada de captação de recursos. O aporte estaria diretamente vinculado ao projeto da empresa de entrar no país. Como o nome sugere, a Monnet Payments atua no segmento de soluções de pagamento. No ano passado, processou cerca de US$ 1 bilhão em transações no Peru. A fintech já opera no Equador, Colômbia e México. Mas ninguém é muito grande do lado de baixo da América enquanto não coloca os pés no Brasil.

#Monnet Payments

Venture capital

Healthtechs entram na mira da QED Investors no Brasil

16/05/2024
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Circula na Faria Lima: a norte-americana QED Investors estaria garimpando startups da área de saúde no Brasil. A informação é que o venture capital já teria, inclusive, dois aportes engatilhados. Os cheques seriam da ordem de US$ 10 milhões. A QED tem quase US$ 4 bilhões em ativos sob gestão, cerca de um terço na América Latina. A gestora soma importantes investimentos no Brasil, entre os quais destacam-se Nubank, Quinto Andar e Loft.

#Healthtechs #QED Investors

Venture capital

Ultra já pensa em pular da garupa da Voltz

7/05/2024
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Não se pode acertar todas, nem mesmo sendo o Grupo Ultra, historicamente uma referência em gestão empresarial no Brasil. O que se diz aqui e ali é que a companhia já cogita fazer o write off do seu aporte na Voltz, startup de motos elétricas. Em termos absolutos, o prejuízo é uma ninharia: o UVC, fundo de venture capital do conglomerado, aportou R$ 5 milhões no negócio. Mas já será o suficiente para uma leve pisada no freio. No entorno do Ultra, a informação é que o grupo vai adotar uma postura mais rígida para investimentos em empresas nascentes.

A pernambucana Voltz prometia ser um bólido. Recebeu ainda R$ 95 milhões de outro investidor, a Creditas. Mas a startup do empresário Renato Villar não ganhou a tração esperada, acumulando uma dívida de mais de R$ 300 milhões e fechamento de lojas. Em novembro do ano passado, entrou com uma medida cautelar, já antecipando um pedido de recuperação judicial. Nesse contexto, é até compreensível que o Ultra eventualmente já dê seu investimento como quase perdido. Procurado, o grupo não quis se manifestar.

#Grupo Ultra

Venture capital

Tiger Global ruge cada vez menos no Brasil

11/04/2024
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Há um forte burburinho nos escritórios da Faria Lima que a Tiger Global Management fará uma nova redução do seu portfólio no Brasil, zerando posições importantes de sua carteira. Seria o segundo movimento similar em menos de um ano. Além de seguidas perdas globais, os norte-americanos têm se deparado com obstáculos para levantar novos recursos. O mais recente fundo lançado pela Tiger, o Private Investment Partners 16 (PIP 16), fechou sua captação com um volume financeiro 63% abaixo da meta estipulada. O Brasil vai pagar uma parte dessa conta. Procurado pelo RR, o Tiger Global não se manifestou.

#Brasil #redução #Tiger Global

Venture capital

Maya Capital, de Lara Lemann, tem um nó para desatar no seu portfólio

20/03/2024
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Corre no mercado a informação de que a Maya Capital, de Lara Lemann, filha de Jorge Paulo Lemann, quer zerar sua posição em uma startup brasileira que é um dos maiores investimentos da sua carteira. A história é intrincada. Além de não ter alcançado a tração esperada, a startup em questão estaria sonegando informações financeiras a seus investidores.

 

#Lemann #Maya Capital #Startup

Venture capital

Startup Linda sai em busca de dólares na América do Norte

12/03/2024
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A healthtech Linda vai fazer uma nova rodada de captação. A empresa já vem sondando fundos de venture capital, notadamente nos Estados Unidos e no Canadá. Esta última é a sua segunda pátria, ou melhor, a primeira. Fundada por quatro investidores brasileiros, a startup mudou sua sede para o Canadá no ano passado.

#Linda

Venture capital

Fundo de Eduardo Saverin reserva uns cascalhos para o Brasil

27/02/2024
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A B Capital – braço de venture capital do biliardário Eduardo Saverin, co-fundador do Facebook – está selecionando high techs da área de IA no Brasil. Há informações no mercado de que três startups já passaram pelo pente fino da gestora para receber uma capitalização. Mas que ninguém espere rios de dinheiro. O fundo do investidor brasileiro teria reservado cerca de US$ 30 milhões para uma primeira rodada de aporte. Longe, por exemplo, dos US$ 320 milhões que a B Capital acaba de injetar na Lamda, startup de IA norte-americana.

#Eduardo Saverin #IA #Venture capital

Venture capital

Gestora argentina alimenta food techs brasileiras

9/02/2024
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A Kamay Ventures, de origem argentina, está provocando frisson no setor de food techs. A gestora reservou cerca de US$ 20 milhões para investir em startups do setor no Brasil. A grana vem de cotistas pesos-pesados do fundo, como a Coca-Cola.

#food techs #Kamay Ventures #startups

Venture capital

Educbank mira captação maior em sua série B

7/02/2024
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A startup Educbank pretende levantar R$ 250 milhões em sua rodada Série B. A meta é ousada, dado o momento de menor apetite entre os fundos de venture capital. O valor supera os R$ 200 milhões amealhados na Série A, em 2022 – aporte liderado pela Vasta Educação e pelo Marrakech Capital. A fintech, fundada por Danilo Costa, presta assessoria para escolas privadas no segmento de ensino básico. O RR tentou contato com a Educbank, mas não obteve retorno até o fechamento desta nota.

#Educbank #Vasta Educação #Venture capital

Venture capital

Tiger Global busca uma porta de saída da Brex

1/02/2024
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Circula no mercado a informação de que o Tiger Global pretende zerar sua posição na Brex, fintech norte-americana criada pelos investidores brasileiros Henrique Dubrugas e Pedro Franceschi. A startup vive um momento complexo. Na semana passada, anunciou a demissão de 282 funcionários, o equivalente a 20% do seu quadro pessoal. Para além dos percalços da Brex, a Tiger Global é movida por seus próprios problemas. O gigante global do venture capital tem acelerado desinvestimentos diante das dificuldades em captar novos recursos. Seu mais recente fundo de VC, lançado no ano passado, captou US$ 2,7 bilhões, menos da metade do alvo de US$ 6 bilhões. Consultado pelo RR, o Tiger Global não se pronunciou.

#Tiger Global

Venture capital

Mais dinheiro a caminho da Sleekflow

10/01/2024
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A startup Sleekflow está articulando com seus principais acionistas uma nova rodada de capitalização. Entre os investidores estão o Tiger Global e a chinesa Alibaba. Os recursos seriam destinados à expansão da plataforma omnichannel de vendas e chats no Brasil, principal peça da operação da companhia na América Latina.

#Alibaba #Sleekflow #Tiger Global

Venture capital

Tiger Global pede a conta na startup Zak

7/12/2023
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Segundo o RR apurou, o Tiger Global quer se desfazer da sua participação na Zak, startup que oferece serviços de gestão e de pagamentos para restaurantes. A gestora norte-americana entrou na empresa em novembro de 2021, na terceira rodada de capitalização, liderando um aporte de R$ 80 milhões. A Zak ainda não decolou. Tem resultados abaixo do esperado pelos investidores e, no ano passado, precisou cortar mais de 40% da sua força de trabalho.

#Tiger Global #Zak

Negócios

Brasil ganha relevância no mapa-múndi da Riverwood

1/12/2023
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A Riverwood está causando frisson na área de venture capital no Brasil. Corre no mercado que aproximadamente metade do valor amealhado pela gestora norte-americana em sua mais recente captação – no total de US$ 1,8 bilhão – será alocada para aportes em empresas brasileiras.

#Riverwood #Venture capital

Venture capital

Coca-Cola e Arcor começam a montar seu colar de startups no Brasil

2/10/2023
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A Kamay Ventures tem reservados cerca de R$ 30 milhões para investimentos em startups no Brasil. Há um aporte já engatilhado, que deverá ser anunciado até o fim de outubro. Isoladamente, a cifra em questão pode até soar modesta, se comparada às ordens de grandeza do mercado de venture de capital. No entanto, a Kamay vale mais pela sua genealogia do que necessariamente os números de suas transações. Criada no modelo de multi-corporate venture capital, a gestora tem entre seus investidores a Coca-Cola Latin America e a multinacional da área de alimentos Arcor. 

#Arcor #Coca-Cola #Kamay Ventures

Venture capital

Brasil entra no mapa de startup mexicana

20/09/2023
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A startup mexicana MTM Logix vai montar uma operação no Brasil, com a abertura de um escritório em São Paulo. Especializada em soluções para a área de logística, a startup recebeu um aporte da norte-americana VCM Global no fim do ano passado. A MTM tem raízes no Brasil. Um dos seus fundadores é o investidor brasileiro Mario Veraldo, ex-CEO da Maersk no México. Além disso, a companhia já tem contrato com um grande cliente no país, a Weg Motores, mas as operações ainda são conduzidas a partir dos headquarters, na Cidade do México.

#MTM Logix

Venture capital

Softbank: um face a menos entre os investidores da Único?

17/07/2023
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Há um zunzunzum no mercado de que o Softbank pretende desinvestir sua posição na Unico, startup especializada em biometria facial e assinatura digital. No início deste ano, a empresa dispensou mais de 100 funcionários, na segunda rodada de cortes em apenas três meses. Ainda assim, o eventual desinvestimento do Softbank diz mais sobre o venture capital do que sobre a Unico. O banco japonês está em um movimento de retração das suas operações após sofrer fortes perdas. No último ano fiscal, encerrado em março, os japoneses reportaram um prejuízo de US$ 4,1 bilhões.

#SoftBank

Venture capital

Fundo norte-americano semeia sua entrada no agro brasileiro

29/06/2023
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O AgFunder, venture norte-americano voltado ao agronegócio, está preparando seu desembarque no Brasil. A gestora tem por tradição dar prioridade a investimentos-semente, para startups em estágio inicial. O AgFunder soma um portfólio da ordem de US$ 2,5 bilhões em aportes em 48 projetos, entre Estados Unidos, México, Reino Unido e Austrália. 

#AgFunder

Venture capital

Seedz prepara a terra para novo aumento de capital

18/05/2023
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A agtech Seedz vem mantendo conversações com fundos internacionais. A empresa é candidatíssima a receber um novo aporte de capital. Em dezembro, a startup levantou US$ 16,5 milhões em sua rodada Série A, liderada pela Alexia Ventures – o rol de acionistas inclui ainda Volpe Capital, VOX Capital, Endeavor Scale-Up e Parceiro Ventures. A nova capitalização tem dois alvos: garantir adubo financeiro para a aquisição de outras agtechs no Brasil e financiar a internacionalização da Seedz. 

#Alexia Ventures #Seedz

Venture capital

SoftBank limpa seu portfólio após perdas bilionárias

16/05/2023
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Corre no mercado que o Softbank pretende reduzir suas participações no Mercado Bitcoin e na MadeiraMadeira, duas das empresas do seu portfólio no Brasil. Os japoneses estudam ainda zerar sua posição em outras companhias – seriam os casos da Loggi e da Loft. Trata-se de uma reação aos resultados extremamente negativos do banco na América Latina. O Softbank – a maior máquina de venture capital do mundo – perdeu US$ 4,1 bilhões na região no ano fiscal terminado no último mês de março.  

#SoftBank

Venture capital

Startup argentina pretende fincar raízes no agronegócio brasileiro

15/05/2023
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Mesmo com uma certa entressafra de recursos na área de venture capital, o Brasil, com seus mais de 74 milhões de hectares de área plantada, tem se mostrado um maná para a chegada de agtechs internacionais. Agora é a argentina Webee que prepara sua entrada no país. A startup é especializada em soluções tecnológicas para reduzir os custos com o uso de recursos naturais e fertilizantes nas lavouras. Recentemente recebeu um aporte do fundo argentino Kamay Ventures, para financiar sua expansão por outros mercados da América Latina. 

#Venture capital

Venture capital

O próximo passo de Elon Musk no Brasil

27/02/2023
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Além do Twitter e da promessa de levar internet por satélite à Amazônia, Elon Musk ensaia uma nova investida no Brasil. A OpenAi estaria se preparando para entrar no país, aportando recursos em startups. Trata-se de um híbrido de laboratório de pesquisas inteligência artificial e fundo de venture capital, sem fins lucrativos, fundado por Musk e por outros grandes investidores norte-americanos, como Sam Altman, Peter Thiel e Reid Hoffman. O primeiro é investidor anjo de grandes startups globais, como o AirBNB. Thiel, entre outros negócios, foi um dos criadores do PayPal. Hoffmann, por sua vez, é um dos co-fundadores do Linkedin. A OpenAi tem feito crescentes aportes em empresas da América Latina. No ano passado, por exemplo, liderou uma capitalização de US$ 60 milhões na startup colombiana Treinta, que presta serviços de consultoria contábil e financeira. 

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