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Venture capital
Circula no mercado a informação de que a argentina Pomelo avalia aquisições de fintechs no Brasil. Seria uma inflexão em relação à estratégia de crescimento orgânico que sempre pautou seus negócios no país. Estariam no radar da Pomelo gateways regionais de pagamento, plataformas de reconciliação financeira e empresas de antifraude, segmentos considerados críticos para fortalecer margens e reduzir dependência de terceiros. A leitura no mercado é que a fintech pode usar M&A como movimento defensivo diante do avanço de concorrentes globais e da consolidação acelerada do setor de infraestrutura financeira na América Latina. A empresa já opera com emissores, bancos digitais e plataformas de crédito em múltiplos países da região, o que facilita a incorporação de soluções locais ao seu ecossistema. Ressalte-se que a empresa está com o caixa reforçado. Acaba de concluir sua rodada série C, na qual levantou US$ 55 milhões junto a investidores como Kaszek e Insight Partners. Em pouco mais de quatro anos de existência, a Pomelo já captou US$ 160 milhões.
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