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A Klabin discute medidas para reduzir sua alavancagem financeira. Uma das possibilidades é a revisão do cronograma de investimentos futuros, com postergação de expansões menos urgentes até que os ganhos de Puma II estejam consolidados. Essa iniciativa permitiria que uma fatia maior do caixa seja direcionada à amortização do passivo, reduzindo a necessidade de fazer dívida nova. Internamente, a companhia tem perseguido cortes de custos em suas fábricas e em logística. A Klabin vem da maior temporada de investimentos da sua história, notadamente com a construção do complexo Puma II, no Paraná. Ao todo, a empresa desembolsou mais de R$ 22 bilhões desde 2018. Virada esta página, o foco da companhia se volta a trazer seu endividamento para patamares mais confortáveis – historicamente, a Klabin sempre se notabilizou por uma gestão de caixa conservadora. No balanço do terceiro trimestre, a relação dívida líquida/Ebitda ficou em 3,6 vezes, ligeiramente inferior (0,3 ponto) à registrada em setembro do ano passado. A ordem é acelerar a descida dessa montanha. Consultada pelo RR, a Klabin não se pronunciou.
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